Mário Vargas Llosa_Literatura criada para o Tablets cairá na Frivolidade igual a TV.

5 jun

A polêmica afirmação do Escritor Peruano Mario Vargas Llosa foi declara pelo Nobel na Biblioteca Nacional da Espanha. “É um temor, tomara que não aconteça”
No debate Mario falou da sua paixão pela livros e do medo que os eletrônicos afetem o conteúdo da escrita.
Ao contrário do que dizem “com tanta certeza os defensores do livro eletrônico”, o escritor peruano não acredita que “o suporte seja insensível ao conteúdo”. Ele baseia seu convencimento no que aconteceu com a televisão: “Por que a televisão banalizou tanto os conteúdos, quando é um instrumento extraordinário para chegar a grandes públicos, mas foi incapaz de se transformar em um transmissor de grandes ideias, de grande arte ou literatura?”, questionou o autor.


Em sua opinião, a televisão “não chegou a lugar algum, porque aponta ao mais baixo para chegar ao maior número de pessoas”. Vargas Llosa disse não se opor ao entretenimento e afirmou existir boas séries televisivas, “mas ler (Marcel) Proust ou (James) Joyce não é o mesmo que assistir a uma série”.

Em um salão de eventos abarrotado de público – e com dezenas de pessoas que tiveram de acompanhar a conversa do lado de fora por um telão -, Vargas Llosa afirmou que a coisa mais importante que aconteceu em sua vida foi aprender a ler aos cinco anos de idade. Desde então, segundo ele, começou a viver “grandes experiências” graças aos livros. “A leitura me mudou a vida”.

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