Policia Federal partidária ou apartidária?

10 dez

“Tanto FHC quanto Lula fizeram gestos positivos para a PF, hoje reconhecidamente um quadro de excelência, agenda positiva do governo. Falta esse gesto do governo Dilma que, no início, não foi muito positivo. Houve demora na nomeação de dirigentes e forte contenção de despesas, corte de diárias. E quando isso ocorre as operações praticamente param, argumenta o delegado Cláudio Tusco, diretor de Comunicação da entidade.”

Li essa noticia no jornal O Estado de São Paulo do dia 05 de dezembro e fiquei lembrando e posso asseverar que já vi esse ato antes.

Na matéria chancelada pela ADPF – Associação dos Delegados da Polícia Federal, os delegados cobram sem temor algum e descaradamente um gesto positivo por parte da presidenta Dilma, lembrando a presidenta que Lula e FHC fizeram esses “gestos positivos” exigidos agora.

Todo Brasil sabe que os delegados da PF investigaram e posteriormente invadiram o escritório da Presidência da República no estado de São Paulo, vasculharam armários, mesas e apreenderam sacolas de documentos variados e também prenderam algumas pessoas ligadas ao ex-presidente Lula e que estavam ali à disposição da presidente Dilma.

Li também na matéria chancelada pela associação dos delegados que: “tanto FHC quanto Lula fizeram gestos positivos para a Polícia Federal”, foi impossível não se lembrar da atuação da PF comandada pelos delegados na época do FHC e LULA.

Fernando Henrique Cardozo, com ajuda de José Serra, criou dentro da PF uma confraria de delegados que era chamada pelos agentes da PF de “Comando Tucano”, esse comando  era formado por delegados desavergonhadamente simpatizantes do PSDB, teve até um delegado diretor geral da PF na época, pasmem, FILIADO AO PSDB, com ficha assinada e carteirinha.

Não sei se alguém cometeu o crime de prevaricação, mas o que sei é que a PF atucanada não agiu com o devido rigor quando foram ventilados centenas de escândalos no governo do FHC, sendo os mais famosos:

A acusação de “compra” dos votos para a reeleição de FHC e o tsunami de acusações de fraudes nas privatizações que hoje são chamadas de PRIVATARIA TUCANA e que já inspiraram vários livros.

Poderia ficar aqui escrevendo sobre outras dezenas de “apurações” da PF que não geraram pena e nem desconforto para ninguém, tais como a apuração “rigorosa” da fraude conhecida como contas CC5 (golpe de bilhões), fraude no Banco do Brasil, caso SiVAM, a farra do PROER, grampos telefônicos variados, corrupção no DNER, caso Marka/FonteCindam, desvios na SUDENE, Caso FUNDEF, Caso PREVI/DANTAS e muito etc.

Deixei para citar por último o caso do grampo telefônico que flagrou um assessor especial da presidência da república de FHC.

A pretexto de investigar “trafico de drogas”, delegados da PF solicitaram na justiça o monitoramento telefônico de um tal de Júlio Cesar, só que esqueceram de dizer ao juiz que esse personagem era assessor do presidente FHC e na teia das escuta “legais”, o presidente da república acabou grampeado.

FHC soube que tinha caído nos grampos da PF pela imprensa, que publicou de “fonte não revelada”, que muitas outras conversas haviam sido gravadas entre ele e seu assessor pessoal. A notícia dava conta, que entre outras coisas gravadas, tinham aparecido conversas pessoais versando sobre um filho fora do casamento e outras conversas pessoais até de alcovas.

O governo tucano ficou às cegas e sem controle algum sobre os delegados da PF que insinuavam ter tudo de todos, fitas com gravações telefônicas começaram a aparecer misteriosamente debaixo de viadutos em Brasília, a confusão era geral, vazavam sem querer querendo, que existiam dezenas de fitas gravadas comprometendo FHC e muita gente do governo. O governo federal ficava assim, emparedado.

Isso durou algum tempo e quando FHC descobriu que não havia fita nenhuma, demitiu todos os delegados da cúpula da PF, mas antes que isso acontecesse foi OBRIGADO a exagerar publica e administrativamente nos GESTOS POSITIVOS para com os delegados da polícia federal.

Com a eleição entre o tucano Serra e o petista Lula o Comando Tucano dos delegados da PF tratou de bolar um plano que pudesse usar a instituição Policial Federal para dar uma ajudinha ao candidato tucano, o que fizeram?

Estava aberta e atuante no Congresso Nacional a CPI do NARCOTRÁFICO, nela atuava como membro de investigação um delegado da PF altamente atucanado, de direita e que morria de medo do Lula na presidência, parecia a Regina Duarte.

Esse delegado havia colhido o depoimento de um tucano do ABC que dizia saber de “muitas coisas” sobre o governo FHC, o tal tucano estava magoado com o PSDB por motivos diversos. Falou um monte de coisas aleatoriamente sobre FHC e alguns de seus ministros, mas como ele era de São Bernardo do Campo no ABC paulista e se mostrava um tanto mitômano, o delegado resolveu perguntar incisivamente sobre “falcatruas” que ele pudesse saber sobre Luis Inácio Lula da Silva, que também era do ABC.

Regido pelo delegado atucanado, o tal “denunciante importante” passou a jogar lama no Lula, na Dona Marisa, nos amigos do Lula e em vários políticos do PT, tudo coisa de ouvir falar, como por exemplo: um apartamento em Paris que dona Marisa teria recebido de presente de um dono de empreiteira.

Claro que o delegado atucanado, experiente e que já havia trabalhado até no exterior, percebeu que se tratava de um caso típico de mitomania, mas isso não quis dizer nada. Ele produziu um documento oficial em papel timbrado da CPI do NARCOTRÁFICO e pediu oficialmente para outros delegados atucanados de SP, da delegacia de inteligência e crime organizado, que investigassem URGENTE e DETALHADAMENTE o que o “denunciante “ havia dito na CPI.

As acusações sem pé nem cabeça, feitas por um desconhecido qualquer, ganhava contornos de oficialidade com o timbre de ALTAMENTE SIGILOSO e URGENTE. Um dossiê com o depoimento prestado para a CPI DO NARCOTRÁFICO DO CONGRESSO NACIONA avolumado com  recordes de jornais velhos, fotos variadas, relatórios internos com carimbos suntuosos e outros depoimentos ,foi finalmente transformado em uma importante operação da PF (delegados) contra a “ORCRIM” – Organização Criminosa de Luis Inácio Lula da Silva, isso às vésperas das eleições presidenciais de 2002.

Agentes da Polícia Federal que sabiam dessa manobra dos delegados atucanados, não se conformaram e procuraram a Federação Nacional dos Policiais Federais – FENAPEF e denunciaram o esquema montado. Imediatamente dirigentes da FENAPEF procuraram saber da veracidade de tudo que havia “contra” o Lula e com poucos dias descobriram que eram tudo mentiras e calúnias as ditas “acusações” da CPI. Contrariada com a atitude tucana e perversa dos delegados da PF, a FENAPEF denunciou para os dirigentes do PT a trama política armada com a finalidade de influenciar nas eleições presidenciais, já que uma revista semanal já estava com a matéria “bomba” escrita que seria divulgada uma semana antes do pleito eleitoral.

Lula, Márcio Thomaz Bastos, José Dirceu e Luis Greenhalgh protestaram junto ao ministro da justiça da época Miguel Reali Jr, que não concordou com a ação praticada pela PF tucana dos delegados e determinou que fossem tornadas sem efeito imediatamente as provas mentirosas contra Lula. Não mandou apurar nada contra os conspiradores, mas agiu contra as mentiras.

Os delegados atucanados ficaram apavorados. O golpe preparado por eles contra Lula havia naufragado e eles sabiam que se Lula fosse eleito eles estariam lascados. Nos dias que faltavam para as eleições eles tentaram outras ações contra Lula, usando descaradamente o aparato policial federal, mas não adiantou em nada. Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente do Brasil.

Lula eleito, disse textualmente: “Quando tomar posse vou acabar com essa REPÚBLICA PARALELA DOS DELEGADOS DA PF”, e mandou o seu chefe de campanha, José Dirceu de Oliveira e Silva estudar a viabilidade de se nomear legalmente o presidente da FENAPEF ,Francisco Carlos Garisto para o cargo de Diretor Geral da PF , já que ele não era delegado, mas sim Agente Especial da PF.

O estudo jurídico foi feito e como Garisto era formado em direito e já que tinha tempo para se aposentar, ele faria isso e assumiria o comando da PF como advogado e não mais como policial, apesar de que a legislação federal não proíbe a nomeação de membros de qualquer formação profissional para o cargo de diretor da PF.

Garisto ficaria incumbido de realizar as modificações nas atribuições da polícia federal para deixá-la com o FBI americano e livre desses grupos tucanos que havia se instalado na instituição. Lula exigia que a PF fosse uma polícia de Estado e não de governo.

Lula tomou posse e Garisto não foi nomeado para o cargo de diretor geral.

Os delegados atucanados se mobilizaram e foram procurar o ex-senador Romeu Tuma, este que era desafeto de Garisto, por ter sido praticamente arrancado do cargo de diretor da PF através de mobilizações nacionais sindicais contra a sua postura política no órgão, logo viu que Garisto no comando da PF seria um grande perigo para ele de várias formas.

O ex-senador Romeu Tuma procurou o ministro da justiça indicado (não havia tomado posse ainda), Márcio Thomaz Bastos e ofereceu para ele o apoio no senado para o PT desde que fosse nomeado para o cargo de Diretor Geral da PF o delegado aposentado Paulo Lacerda, que era seu assessor no senado há nove anos.

Mesmo Garisto sendo amigo de Thomaz Bastos e este conhecê-lo como pessoa e profissionalmente como policial federal, resolveu nomear Paulo Lacerda. Assim Thomaz Bastos se livrou da ira e revolta dos delegados atucanados, agradou Romeu Tuma e colheu o apoio de um senador para a base parlamentar do novo governo Lula.

Romeu Tuma saiu do PFL e foi para o PTB influenciando a ida de todo o partido para a base aliada, inclusive a ida do presidente Roberto Jefferson que seria no futuro o pivô do Caso Mensalão.

Lula, José Dirceu e outros que já haviam falado sobre a nomeação na PF, limaram politicamente Garisto sem qualquer pudor ou arrependimento.

No início do governo Lula os delegados atucanados ainda estavam apavorados pelo que haviam feito com o agora presidente, mas esse temor logo seria transformado em alegria total.

Um funcionário dos Correios foi flagrado por uma câmera encomendada por uma pessoa altamente tucana de Goiânia. Nela o tal funcionário aparecia pagando propina para um assessor do ministro José Dirceu da Casa Civil chamado Valdomiro Diniz. Este foi o primeiro grande escândalo do governo Lula.

Imediata e incrivelmente os delegados atucanados foram indicados para quase todos os cargos importantes da PF e essas nomeações contavam com a assinatura do MJ, Márcio Thomaz Bastos e do próprio presidente Lula, a FENAPEF não entendeu a traição, mas a alegria, a arrogância e a certeza da impunidade voltavam para a mente de alguns delegados atucanados.

Na esteira do flagrante de corrupção em cima do assessor da Casa Civil da presidência da República vieram outros escândalos que acabaram fazendo dezenas de petistas históricos abandonarem o partido.

Claro que depois desse escândalo do Caso Waldomiro, que aos poucos foi levando tudo e todos ao famigerado Caso do MENSALÃO, isso obrigou o presidente LULA a fazer quase que diariamente GESTOS POSITIVOS PARA A PF (delegados), tudo que estava sendo investigado dependia de uma assinatura de um delegado da PF.

Todas as vezes em que o governo federal cria a consciência política e administrativa de que a Polícia Federal precisa mudar totalmente a estrutura da carreira policial, mudando as atribuições dos delegados e inserindo aos agentes, escrivães e papiloscopistas (EPAs) cargos de comando no sentido de transformar a Polícia Federal brasileira em algo parecido com o FBI americano e as melhores polícias do mundo, onde não existe o cargo ultrapassado de delegado de polícia, se o governante de plantão não tiver uma vida social ou profissional ilibada poderá estar em maus lençóis e acabar emparedado.

O ministro gaúcho Tarso Genro quando assumiu o ministério da justiça prometeu publicamente em um Congresso da FENAPEF em Fortaleza-Ceará, que faria e aprovaria a Lei Orgânica da Polícia Federal, de qualquer maneira, contra tudo e todos que não quisessem a modernidade da PF nos moldes do FBI, onde agentes, escrivães e papiloscopistas, formados nas mais variadas cátedras acadêmicas, também podem assumir as chefias existentes no órgão, inclusive a direção geral do órgão. Disse ainda que só iria nomear os cargos baseado unicamente na MERITOCRACIA.

Tarso Genro acabou tendo que aceitar o assédio dos delegados da PF e não cumpriu nenhuma das suas promessas iniciais. Nem fez a lei orgânica e nem nomeou baseado na meritocracia. Mais um ministro da justiça. Tarso Genro esperneou, gritou, mas deixou a PF pior do que encontrou.

No último dia dezenove de novembro aconteceu um encontro da FENAPEF com o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, na pauta única o assunto era a REESTRUTURAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL, estava presente o atual diretor geral da PF, delegado Leandro Daiello. Os dois falaram que não tem mais jeito de comandar a PF do jeito que está a cizânia quase mortal entre delegados e escrivães, papiloscopistas e agentes da polícia federal.

 O ministro deu até o dia trinta de novembro para que a FENAPEF e a associação dos delegados enviassem as propostas de Reestruturação da PF e ele, como ministro da justiça do Brasil iria decidir o que é melhor para a nação, para o povo, para a PF e para os servidores em geral.

Disse que não iria se preocupar em agradar essa ou aquela função. Somente essa observação do MJ deixou os delegados altamente preocupados, já que não querem modernidade e eficiência, só estão preocupados com eles mesmos.

Depois de uma semana, claro que por coincidência, acontece em São Paulo a Operação Porto Seguro, onde buscas no escritório paulista da Presidência da República foram efetuadas e vários assessores foram presos, sendo o alvo principal a assessora Rosemary que foi assessora de Lula r mais de 15 anos e hoje é assessora da presidente Dilma, por indicação de Lula. Rosemary e mais algumas pessoas foram flagradas em conversas telefônicas legais  e nelas revelam os passos e a corrupção de uma verdadeira organização criminosa .

Até ai, só devemos aplaudir a ação da PF que acabou com uma ORCRIM instalada dentro do escritório de São Paulo da PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, isso não é pouca coisa e logo apareceram as perguntas:> O ministro da justiça sabia ou não sabia? Outra matéria mostrou que Dilma procurou o MJ para saber detalhes da operação da PF no seu escritório em SP. Ministros e políticos do PT e da base aliada davam entrevistas  defendendo o Lula e a Dilma antes mesmo de saberem o que existia de errado, todos estavam atônitos com a ação da PF, mas ninguém teve a coragem de dizer que a operação era errada ou certa.

Tudo ia muito bem, até que apareceu a manchete:

“DELEGADO DA PF diz que tem 122 fitas com diálogos entre Lula e Rosemary”.

Com essa manchete o tsunami de indagações começou: O que existe nessas gravações? Elas comprometem o Lula de que forma? As fitas só tem o Lula ou tem a Dilma também, já que Rosemary atualmente não era mais assessora de Lula , mas sim da Dilma? Vai ter CPI da Rosemary? Tem na fita aquela história dos dois bilhões de reais para uma obra portuária com interesses do famigerado senador Gilberto Miranda?

Enfim a história de fitas fantasmas se repetia no Brasil.

Existem ou não existem fitas que possam incriminar Lula, Dilma ou outros membros do PT e da base aliada ao governo?

Em audiência pública o delegado Troncon, superintendente da PF em SP, responsável pela Operação Porto Seguro, delegado Daiello, diretor da PF e o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo gritaram à exaustão que não existem fitas, mas quem acredita?

Coincidência ou não, depois de uma semana nos deparamos com essa matéria do jornal O Estado de São Paulo, onde o delegado Cláudio Tusco, porta voz da associação dos delegados EXIGE UM GESTO POSITIVO PARA A PF por parte da presidenta Dilma. Tusco cobrou ainda a presidenta por ter demorado muito na nomeação dos delegados chefes, reclamou diretamente da contenção de despesas e cortes das diárias, colocando a culpa na presidenta pela paralisação quase total das operações da PF (parece que só algumas). Isso é uma ousadia perante a maior mandatária da nação ou é um ato de quem sabe o que está falando e porque está falando?

O delegado Tusco só esqueceu-se de dizer para a presidenta Dilma e para o mundo, já que o fez através da imprensa, que a diminuição das operações da PF não se deu por falta de verbas ou diárias, mas sim pela guerra fratricida existente hoje dentro do órgão entre os delegados e os demais cargos.

 O comunicador Tusco se esqueceu de dizer também que os delegados praticamente perderam o comando da PF, já que estão apelando para processos disciplinares para fazerem valer as suas vontades equivocadas e as vezes até ilegais.Isso vai ocorrer em breve em todo o Brasil, uma vez que a revolta interna está pendurada em um fio de água.

Qual o propósito dessa matéria dos delegados de polícia publicada no estadão?

Um dos repórteres é o Fausto Macedo que conheço tem 28 anos, que cobre diariamente a ADPF na esperança sagaz de haver algum vazamento seletivo de fatos importantes. Estaria o repórter fazendo papel de correio para angariar a simpatia dos delegados? Como saber?

O que fica muito claro, até pela história recente do nosso país é que as histórias acabam se repetindo, não todas, mas algumas quase sempre.

Essa república dos delegados só vai acabar no dia em que um (a) presidente (a) assumir o cargo e não se deixar ser flagrado (a) em atos imorais ou ilegais. Só dessa maneira o governante maior do país poderá fazer a tão sonhada transformação da Polícia Federal brasileira em um autêntico FBI de estado e não de governantes ou de interesses corporativos.

Presidenta Dilma, o maior GESTO POSITIVO que Vossa Excelência poderia demonstrar para a nação brasileira sem medo de ser feliz e pró ativa, seria acabar com as causas que transformaram a Polícia Federal do Brasil em uma Torre de Babel Explosiva, por incompetência exclusiva dos delegados de polícia federal.

Acredito que a presidenta Dilma não irá se curvar diante de qualquer tipo de emparedamento, pressões ou insinuações, a não ser que tenha fitas fantasmas com diálogos secretos dela também, mas isso quem sabe?

Francisco Carlos Garisto

Francisco Carlos Garisto (@FCGaristo) é advogado, jornalista, policial federal e consultor em Segurança Pública. Foi presidente da Fenapef

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