Pensando, pensando…dá até pra entender o ódio a Chávez, a Fidel, a Lula …

2 fev

By Maisa Paranhos

Gabriel Garcia Marquez chamou Fidel de “o bom ditador”…sacaneando com a imprensa…
Plagiando “Gabo”, estendamos esse carinhoso apelido aos bons governantes de Nossa América.
Assim temos como bons “ditadores”: Fidel, Raul, Ortega, Evo, Hugo, Cristina, Dilma , Lula, Lugo, Mujica, Rafael…Todos governantes e ex-governantes de uma América Latina voltada para suas questões sem deixar de se solidarizar com os povos do mundo inteiro.
O PIG aposta mesmo na imbecilidade e bestialização humanas. Trabalham por isso…
Conseguiram do Nosso Supremo, torná-lo um Tribunal de Exceção, aguçando vaidades com holofotes…Incidem suas estratégias no que o ser humano tem de frágil, permeável, e cambiante…
As meias verdades são o recheio de seus pseudos discursos embebidos de “respeito” à moral e à justiça….
Oh, que coisa mais asquerosa o discurso da vítima proferido pelo carrasco!
Que coisa mais repugnante a justiça e a ética na boca de quem as ofende!
Que tristeza ver que ainda existem seguidores dessas farsas!
Pois é desta forma, e não de outra, que o discurso contra a política e os políticos vem sendo , em doses homeopáticas e pacientemente, aplicado.
A política é o bem máximo da vida em sociedade. É a expressão do bem querer do indivíduo sobre o grupo e vice-versa. 
Parece-me, e não apenas a mim, estratégico da direita brasileira e latino-americana, a intenção em desacreditar, em desqualificar a política e os políticos. Utilizando-se de um discurso mais moralista do que ético, ela , a direita, faz de tudo para convencer os “desiludidos” de que não existe diferença entre esquerda e direita. Pois não existindo direita e esquerda., achata-se diferenças…e bem sabemos aonde vai dar o processo de massificação: naquilo tão bem escrito por Inonesco, no “Rinoceronte”, o frenesi estéril consequente ao fascismo; a morte do sujeito e da sociedade transformada em massa sem forma…
O apoliticismo é danoso. Subtrai do sujeito a sua capacidade de envolver-se com o grupo social. e portanto, de soluções coletivas…
Daí ficar mais fácil engolir, deglutir, digerir o que nos quer impor a mídia-vendida-antinacional-antipopular: a morte da Política.
A morte da política significa a impossibilidade e inviabilização da vida social, só restando a barbárie. 
Preferível correr atrás de nossa inatingível Utopia…

Maisa Paranhos-historiadora

Direto de Salvador

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