ARNALDO JABOR: UMA VEZ PATIFE, SEMPRE PATIFE

6 jun

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Jornalista usa agora de sua tão peculiar patifaria para atacar militantes de esquerda e defender Fernando Henrique Cardoso

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Arnaldo Jabor é roteirista, jornalista, produtor de cinema e TV, dramaturgo e patife. Isso mesmo, patife. E essa é a sua principal função: espalhar patifaria. Em outro momento já havia afirmado seu viés reacionário chic. Em janeiro desse ano ele defendeu viver o Brasil sob os comandos dos irmãos Castro, mas em nada toca sobre as relações de seu colega de “trabalho” William Waack e os Estados Unidos. Agora ele usa da sua tão peculiar patifaria para atacar militantes de esquerda e defender Fernando Henrique Cardoso (FHC) (leia mais).

Segunda Jabor, militantes de esquerda são “militantes imaginários”. Que não fazem nada além de “torcer” pela esquerda e a volta de Lula, “o mais nefasto homem do país”. Com uma estética que muita gente midiatizada confunde com conteúdo, Jabor se torna cover de Carlos Lacerda. O lacerdismo voltou e essa criatura à base de carbono é um de seus ideólogos.

Talvez para Arnaldo Jabor não tecer uma única crítica a José Serra, ou a qualquer tucano graúdo, seja sinal de imparcialidade e compromisso com o povo. Coisa que ele em seu mais recente – e patife – artigo afirmou que a esquerda não tem. A imparcialidade da voz do ranço da classe média brasileira é assessora do tucano candidato a tudo que vier pela frente.

Isso mesmo, Suzana Villas Boas, esposa de Arnaldo Jabor, é assessora de José Serra. Quanta isenção! Será que José Serra é preocupado com o “bem do povo” que ele cita em seu recente artigo?

O patife ainda afirma que é a esquerda que impede que se pense no Brasil. Ora, a ditadura civil-militar foi articulada, orquestrada e mantida pelos setores pelos quais ele hoje brada sua patifaria. E profetiza: Deus vai castigá-los. Além de tudo, se intitula preposto do Criador. Patifaria e arrogância andam de mãos dadas.

Jabor é uma das expressões do reacionarismo brasileiro, não é à toa que ele é palestrante na catarse coletiva da direita chamada Instituto Millenium. Um revive do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) que auxiliava o golpe de 1964 alimentando a direita brasileira da balela de golpe comunista iminente no Brasil e com dólares de Washington.

O pior disso tudo é que tem gente que o acha cult, mas não consegue perceber que muitas vezes é atacado por ele. Nisso há concordância, tem muita gente que não pensa nesse país. E a maioria são aqueles que consomem seus artigos e críticas na televisão. A patifaria também tem seus adeptos.

Cadu  Amaral

Cadu Amaral-Brasil247

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