Um fundo para o poço em que caiu o jornalismo

3 jan

Por que quem ouve música paga, quem assiste a filmes paga, quem lê livros paga, mas quem procura se informar deveria receber notícias de graça?

Por que novas ideias, como o iTunes, o Netflix ou o Kindle, ajudaram gravadoras, estúdios e editoras a monetizar seus produtos no mundo digital, enquanto o jornalismo continua como nos primórdios da internet?

Por que as empresas jornalísticas não conseguem ser rentáveis na transição do meio papel para o eletrônico?

Muita gente já se debruçou sobre essas questões, mas o fato é que o caminho para a mudança de paradigma segue nebuloso. Este artigo é uma tentativa de ajudar a encontrar soluções, sabendo que apenas o bom debate pode gerar o necessário consenso entre os principais atores da indústria da comunicação.

Naturalmente houve uma avaliação equivocada na origem, mais de 15 anos atrás, quando as pessoas do negócio (de donos de empresas a jornalistas e publicitários) imaginaram que a internet seria apenas uma mudança de plataforma, sem que para isso fosse preciso mexer na estrutura da organização, na narrativa da profissão e na forma de fazer dinheiro na área. Ou, pelo menos, reflexo de certos autoritarismo e autossuficiência da época, imaginou-se que os donos da comunicação controlariam esse processo quando chegasse a hora certa.

No jornalismo, a internet mudou três pontos essenciais: a distribuição, a linguagem e a relação com o leitor. Uma distribuição mundial e instantânea transforma a veiculação da informação num fluxo constante. Notícia agora é rio, enquanto jornais e revistas continuam a aprisioná-la, para servir sua produção no grande lago–diário, semanal ou mensal –, que carrega o título da publicação.

Herança cultural, muitos consumidores preferem o segundo modelo, mas hoje ninguém mais nega que ele esteja bastante ameaçado. Na melhor das hipóteses, o futuro pertencerá a um modelo híbrido, o que obriga as empresas de comunicação que não desejam sucumbir à nova era a promover uma profunda conversão para o digital. Por serem pura falácia e porque os novos costumes se impuseram aos antigos, caíram por terra os argumentos que tentavam levar o leitor a acreditar que o jornalismo digital era de segunda categoria, ao contrário daquele do papel, este, sim, o nobre representante da verdadeira estirpe investigativa e analítica.

Dessa forma, o jornalismo da internet deveria ser superficial, fugaz e fútil. Seria superficial porque a velocidade de publicação impediria a análise correta, a decantação do que se estava apurando, a checagem de informações. Essa era uma falácia que traduzia apenas a memória seletiva do que se imaginava ser uma fase romântica das redações, o saudosismo de algo que nunca existiu.

Território selvagem

Jornalistas sempre cometeram barrigas homéricas, premidos que somos pela notícia que não tem hora, pelo repórter que trava na hora de escrever, pela pressão industrial de entregar tudo o mais rapidamente possível. A capa do Chicago Daily Tribune, de 3 de novembro de 1948, “Dewey defeats Truman”, quando o que ocorreu foi o inverso, como registrado na foto clássica de Truman sorrindo com a manchete que lhe negava a presidência americana, é talvez a prova mais clássica da falsa ideia de que havia mais tempo ou critério para fazer o jornalismo no papel.

A mais dramática prova recente de que a falta de tempo para apurar e editar pode contar a favor do jornalismo digital foi a ocorrência do tsunami de 11 de março de 2011 no Japão. Naquele dia, todos os jornais ocidentais, de Berlim a Los Angeles, amanheceram sem a verdadeira notícia que interessava a todo mundo: o maior desastre natural da história do Japão. Ocorrido pouco depois das duas horas da madrugada do Brasil, o tsunami pegou os jornais de papel num contrapé do fuso horário: quando eles fecharam, não havia registro do desastre, quando chegaram às bancas traziam as notícias que o grande público não mais queria ler.

O tsunami sedimentou de vez o que, dez anos antes, o atentado de 11 de setembro já havia demonstrado: a internet passou a ser o lugar do grande evento. Aquilo que o rádio foi durante a Segunda Guerra Mundial, superado depois pelas revistas ilustradas (Life, nos Estados Unidos; Paris Match, na França; e Manchete, no Brasil) e finalmente pela televisão, passou a ser o lugar natural da internet. Notícia é território selvagem, conquista quem chega primeiro. E, no caso dos grandes eventos, a internet chega antes, ou, ao menos, de forma mais completa, e assim se apodera do território novo.

Revolução incipiente

Os números dos portais jornalísticos do Brasil comprovam que, nos grandes eventos, o aumento da audiência durante o dia de um desses episódios varia de 30% a 100% da média mensal. E o espaço infinito de publicação permite uma cobertura que não pode ser classificada nem como fugaz nem como fútil.

A linguagem é uma revolução ainda incipiente. A grande alternativa que o digital oferece é permitir aos editores apresentar a notícia com o apoio de diversos recursos tecnológicos, sem a limitação dada pela forma do veículo: quem é de rádio grava, quem é de televisão filma, quem é de jornal escreve. Mas na internet tudo isso pode estar junto. Dada a limitação física do espaço no papel, uma reunião de pauta de um jornal costuma ser dividida entre 70% de discussão de conteúdo (o que entra ou não na edição) e 30% de discussão de embocadura. Por motivos diferentes, mas também prensada pela limitação dos cadernos a serem fechados, numa revista essa ordem é quase inversa. Ou seja, discute-se mais o como cobrir, sob qual ângulo, qual pegada, do que exatamente fazer um filtro dos temas da semana a serem cobertos (naturalmente isso se deve à tradição de um título, que tem uma linha bem definida, e à experiência da redação, que conhece os temas favoritos ou críticos da sua publicação).

Numa reunião de pauta de um portal, no entanto, essa equação tem um componente novo. Cerca de 40% do tempo acaba sendo gasto em discussão do conteúdo, e muito mais pelo volume. É certo que existe um espaço infinito de publicação, mas os assuntos de maior relevância estarão limitados pelo espaço físico, ainda que relativamente elástico, da página inicial (home page), principal distribuidor do tráfego de leitores. Outros 20% acabam sendo dedicados à embocadura editorial, uma vez que nos temas polêmicos sempre haverá vozes divergentes nos comentários e a redação terá de abrir espaço para todas elas depois. Mas existe obrigatoriamente uma discussão sobre a forma, isto é, a definição de como cada história será contada: em fotos, infográficos, vídeos, áudios. Ou, ainda, uma mistura de parte ou de todos eles? Essa diferença exclusiva da internet pode consumir até 40% do tempo de uma boa reunião de pauta de um portal.

Fotos que podem ser mexidas, infográficos interativos e vídeos possibilitam agora reportar uma história de uma maneira diferente, mais elaborada e com mais credibilidade. Para ficar apenas no episódio do tsunami no Japão, fotos em que o leitor faz o zoom, aproximando detalhes da tragédia, superaram o antigo impacto que ofereciam as fotos de meia página nos jornais ou de página dupla nas revistas. O recurso do “Antes e Depois”, ao correr do cursor, permitiu ao jornalismo digital revelar, aos olhos do leitor, a extensão dramática da tragédia de uma maneira muito mais eficiente que a publicação das mesmas fotos, lado a lado, no papel.

A inserção dos vídeos, com os gritos desesperados, os barulhos da destruição e as sirenes de alerta transportavam o leitor das matérias digitais para o aeroporto de Sendai, os tetos das casas, os carros que flutuavam na onda gigante. A sucessão de links cruzados dava conta do volume de histórias, desde infográficos sobre o terremoto e o tsunami a mapas das cidades atingidas, com fotos e vídeos, que explicavam tanto a origem da tragédia quanto o destino destruidor da força da maré.

A interatividade, o terceiro ponto, alterou profundamente a relação com o leitor. Ele deixou de ser apenas o consumidor de notícias dos meios de comunicação para se tornar também o usuário, como no “clique e arraste” das fotos de “Antes e Depois”. Também é o comentarista ou entrevistador dos chats ao vivo e a fonte de furos, como aconteceu no caso da fraude do Enem de 2011, publicado primeiro no iG após a confirmação de uma denúncia que chegou pelo “Fale Conosco” da redação em diferentes e-mails enviados por meia dúzia de leitores.

Uma compreensão incompleta dessas mudanças levou boa parte das empresas de comunicação a sua atual crise. Nem todas souberam enxergar as novas profissões do mundo digital (desenvolvedores, programadores, designers de interface, arquitetos de informação, especialistas em SEO – responsáveis por melhorar a posição e a distribuição de um artigo nos mecanismos de busca – e analistas de redes sociais, por exemplo). Poucas conseguiram criar um ambiente adequado para valorização, crescimento e atração desses profissionais. Não seria absurdo dizer que para muitas delas front-end talvez seria entendido como o saguão da entrada do prédio e “usex” poderia ser a marca do líquido usado no porta-sabão do banheiro. Front-end é a equipe, ou desenvolvedor, que faz a ponte entre o que o usuário vê na tela e os programadores que escrevem os códigos do sistema. E usex, ou user experience, é a pessoa, ou a equipe, que procura humanizar, simplificar e tornar mais intuitiva e emocional a navegação, o contato com a máquina. O iPhone é um ótimo exemplo da prioridade dada à experiência do usuário.

A TI das empresas tradicionais de mídia nasceu para atender a automação das redações nos anos 1990 e, em muitas delas, continua no mesmo ponto de dez anos atrás, mesmo que nenhuma companhia vá renovar o parque gráfico ou implantar um novo sistema interno de gestão e edição. Ou ainda que a última inovação em design no papel tenha sido a chegada do programa InDesign, atualmente velho de 10 anos. A área comercial dos sites e portais dos veículos tradicionais fatura menos do que sua audiência permite. Em muitos casos porque resta prisioneira da ideia de que, nos pacotes para os anunciantes do meio papel, os banners e outros espaços digitais podem ser uma espécie de bonificação para seduzir os clientes. Consequência dessa prática, a grande maioria desses sites e portais teria hoje um portfólio mais amplo e criativo se tivesse havido o investimento das empresas no seu braço eletrônico do departamento comercial.

Futuro incerto

Essa certa passividade direcionou os veículos a outro erro na mudança para o digital. Sem atender o leitor com o apelo do engajamento direto, da reciprocidade e da nova narrativa, eles pouco cativam, pouco conquistam e pouco comovem os novos consumidores de notícia. A tradicional descrição de que o jornalismo é uma batalha por corações e mentes perdeu seu lado inventivo e apaixonante e o resultado são redações que veem o trabalho burocrático crescer quase na mesma proporção em que perdem equipes e ânimo.

A insegurança gerada pela revolução digital deveria ter sido encarada como um estímulo. Mas as principais empresas de comunicação do Brasil entre 1999 e 2006, acossadas pelo fantasma da crise sistêmica que as atingiu, optaram pelo conservadorismo. Sob o olhar ora angustiado, ora complacente dos jornalistas, a burocracia vem tentando derrotar a vontade de inovar e a cobrança por resultado imediato está prevalecendo sobre a experimentação que deveria assegurar o futuro do produto. Resultado: demissões anuais – que já passaram a semestrais –, depreciação salarial, perda de talentos, cortes de viagens, reduções de papel, quedas de tiragem e descontos crescentes nas tabelas de anúncios.

O fato é que, com lucros menores (ou muitas vezes prejuízos maiores) e pouca possibilidade de reversão do rumo do negócio, o que entra em crise é um pilar da democracia, o papel dos jornais e revistas como cães de guarda da sociedade. Os mais empolgados com o admirável mundo novo dirão que não existe problema, que outras peças substituirão o papel dos antigos títulos e que existe agora um jornalismo cidadão que pode até ser mais relevante que muitas das grandes histórias descobertas pela velha mídia.

Original e réplica

Sou um entusiasta dos novos recursos, mas acredito que a democracia se fortalecerá se a eles se somarem os padrões de competição, de técnica jornalística, da capacidade de mobilização, das suítes de grandes temas e do respaldo jurídico oferecidos pela cultura empresarial dos bons títulos brasileiros. O voluntarismo da mídia ninja amplia a cobertura dos temas sociais, mas de maneira alguma supre, numa democracia madura, o papel institucional das empresas jornalísticas.

Para que os jornalistas retomem parte do espaço perdido, no entanto, é preciso desfazer a confusão que existe entre produção original própria e replicação. Parece absurdo que haja tanta mistura, para fins de distribuição de verba publicitária, entre ferramentas e veículos, mas, por eficiência dos primeiros e incompreensão dos segundos, essa batalha foi perdida até mesmo na elaboração do ranking de audiência que embasa o repasse da publicidade oficial.

Google e Facebook têm enorme audiência, mas não produzem conteúdo. Se a lista oficial se desse por veículos de comunicação com produção nacional, ou seja, o grau que cada um tem de influir e mudar rumos do establishment, ambos teriam um papel menor num governo popular. Na falta de clareza com que autoridades, legisladores, juízes e políticos costumam enxergar o mundo digital, o Google conseguiu a enorme proeza de ser veículo quando é ferramenta – como na hora de entrar no ranking da publicidade oficial –, e ser ferramenta quando é veículo – quando, por exemplo, se recusa a tirar um vídeo do YouTube por determinação da sentença de um juiz eleitoral.

Não discuto neste ponto a qualidade da sentença, nem o fato de a legislação oficial ter a audiência (mesmo desconectada da produção própria) como regra para repartição da receita do governo. Mas o fato de que jornais e revistas não consigam esse mimetismo entre ser ferramenta e ser veículo indica que eles precisam se equipar de outra forma para a concorrência digital, ao mesmo tempo que mostra um espaço para que o mercado conviva com novas regras. Melhor ainda se, nos moldes do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), elas vierem de uma autorregulamentação. Esse é o debate que precisa acontecer agora.

Neste momento, as redações vivem esse círculo vicioso de queda na publicidade que afeta o trabalho de investigação jornalística, o que ajuda a reduzir a circulação paga (e neste caso, infelizmente, a ordem dos fatores não altera o produto). Como esse cenário reflete a crise de um modelo, o do jornalismo industrial, e não a de uma empresa específica, ninguém vislumbra com segurança quando ele irá se encerrar – os mais apocalípticos dirão “R.I.P. (descanse em paz), velha mídia”, o final virá com a morte total do papel, arrastando às catacumbas títulos centenários, fragmentos marcantes da nossa história.

Quem acredita no valor dessa cultura empresarial como elemento indissociável da força de uma democracia depende agora de uma ruptura, uma solução externa que desarme a armadilha de circulação e anúncios em queda para dar fôlego às empresas jornalísticas. O objetivo imediato é reforçar seu modelo híbrido, partindo de forma acelerada para uma política do digital first, que dependa menos de CPMs e CTRs (custos por mil ou cliques efetivos) vendidos a centavos ou do apelo aos escândalos de celebridades para garantir audiência. Por consequência, as redações recuperariam independência para avançar como porta-vozes da sociedade em relação ao governo e dos consumidores em relação às empresas.

Nesse caso, se essa é uma questão de fundo para a democracia, o natural é que a sociedade a fomente. O Brasil esteve muito próximo de criar um modelo sustentável para o jornalismo digital quando instituiu o provimento, aquela taxa obrigatória para ter acesso a um provedor de banda larga. O provimento foi a principal fonte de financiamento dos grandes portais (UOL, Globo.com, Terra e iG, entre outros) e ainda responde por boa parte da receita dessas empresas. Há dois anos ele perdeu a obrigatoriedade, mas, para sorte das empresas, cancelamentos e revisões de contratos se dão lentamente. Ainda assim, um dia essa fonte secará. Entre outros motivos porque as assinaturas de banda larga móvel e de planos de dados de smartphones, as que mais crescem no momento, dispensam os antigos provedores.

A existência de um fundo que compense a entrega de conteúdo gratuito, portanto, não é apenas similar a esta recente realidade brasileira, como também é compatível com algumas práticas de democracias clássicas, como França e Inglaterra, que cobram um direito de antena para financiar uma parte da produção jornalística desses países.

Novo modelo

No lugar do provimento, contudo, o Brasil poderia ter uma microassinatura compulsória nos seus planos de dados e de banda larga. Levando-se em conta que as pesquisas indicam que a quase totalidade das pessoas leem notícias na internet, a microassinatura seria uma espécie de direito autoral sobre o conteúdo jornalístico.

O Brasil tem hoje cerca de 100 milhões de internautas com mais de 16 anos. Destes, 21 milhões são assinantes de banda larga fixa, 60 milhões possuem conexões em celulares 3G e o restante dos assinantes se distribui entre modens móveis e terminais de dados. Pelo preço mensal de um único exemplar de um jornal, R$ 3, ou o correspondente a um café expresso na padaria da esquina, esse fundo pode ter uma receita superior a R$ 3 bilhões anuais, ou seja, o equivalente ao total do investimento publicitário no meio jornal. É o que os novos atores do digital precisam para sedimentar suas iniciativas. Também é um montante capaz de permitir aos veículos tradicionais sua conversão para a mídia eletrônica, melhorando a competição entre todos e garantindo uma informação de mais qualidade à sociedade.

Trata-se de alavancar o espaço de quem apostou apenas na internet e ainda repor um equilíbrio entre essa fase crítica da decadência do modelo industrial das empresas que produzem conteúdo e a fase de ouro dos leitores (vamos lembrar que os 50 milhões de pessoas da nova classe média praticamente passaram ao largo do papel, informando-se, e muito, diretamente na internet).

Mas ao contrário do direito de antena francês e inglês, que financiam estatais da informação, essas microassinaturas desembocariam num fundo privado, cujas regras de participação podem ser detalhadas pelas empresas no Congresso durante a elaboração de uma lei do conteúdo nacional, ou lei da conversão digital do conteúdo, ou outro nome mais adequado. Acredito que, sob qualquer hipótese, essa divisão deveria levar em conta o volume de produção relevante original, sua influência para a sociedade e as audiências de cada veículo. Isso manteria o estímulo à competição, sustentaria o papel social de vigilância sobre governos e empresas e permitiria o ingresso ou crescimento de novos players.

Da mesma forma como os leitores de cada título tradicional aprovavam a linha editorial e o trabalho da redação ao comprar um exemplar em banca ou fazer uma assinatura do papel, uma distribuição das verbas desse fundo ancorada na produção original e na fatia de audiência seria um reflexo da relevância de cada título no mundo digital. A microassinatura não inviabiliza a cobrança por um serviço premium, nem desobriga mecanismos de busca de oferecer compensações pelo material que servem sem produzir, mas que lhes garante receita publicitária. Sua principal tarefa seria, neste momento, remunerar os produtores de conteúdo original e relevante pelo material que os leitores recebem de graça hoje. E, assim, indiretamente viabilizar o investimento das empresas no jornalismo que veio para ficar: o digital.

***

Luciano Suassuna é jornalista premiado com o Esso e o Jabuti. Foi diretor do portal iG, trabalhou em veículos como Veja, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo e Correio Braziliense e lançou a revista IstoÉ Gente

Fonte:. Observatório da Imprensa.com.br

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