Arquivo | julho, 2014

“PSDB é quadrilha organizada para vender o País. por Palméria Dória

30 jul

 

doria

Jornalista Palmério Dória diz que ex-presidente tem sorte de não sofrer mesmo destino de Carlos Menem e Alberto Fujimori, ex-presidentes que hoje estão presos

“Mensalão é pouco perto da emenda da reeleição”

1) Vamos comparar o mensalão à emenda da reeleição. Houve blindagem da imprensa ao presidente Fernando Henrique Cardoso? O sr. acha que o caso da emenda mereceria tanta repercussão quanto o mensalão?

É exatamente o inverso.O caso do mensalão é café pequeno perto da questão da emenda da reeleição, se pegarmos o volume de gente envolvida, as filas de parlamentares se vendendo, segundo diz Pedro Simon [senador pelo PMDB-RS], por exemplo. 

O mensalão está sendo reavaliado. O próprio Elio Gaspari [jornalista], em sua coluna, disse que, perto da história do propinoduto, o mensalão é café pequeno. Os números começam a aparecer. Sempre digo que os tucanos roubaram em um padrão galáctico.
Só computação quântica pode chegar perto dos valores que houve em São Paulo, na privatização — para comprar a reeleição de FHC, porque não dá para separar as coisas, é como suplemento de jornal, as coisas estão unidas e coesas.

2) Sobre o propinoduto, a imprensa sabia do escândalo do metrô de São Paulo e fingia que não sabia…

Guardou [a imprensa] como o quarto segredo de Fátima…

3) Então, quando a “IstoÉ” publicou o caso, inicialmente a imprensa tentou desacreditar a investigação, sugerindo que era uma coisa política. Depois, os veículos noticiaram, alguns até dando manchete, como se nada tivesse sido publicado antes sobre o caso. A questão do metrô de São Paulo é, de fato, uma grande corrupção?

Não é uma coisa nova. O começo dessa história é com a Tejofran [conglomerado da área de infraestrutura], uma espécie de “guarda-chuva” de Antônio Dias Felipe, sócio de Zuzinha [Mário Covas Neto, filho do ex-governador de São Paulo Mario Covas, morto em 2001] e compadre do ex-governador Mário Covas. A Tejofran “garfava” mil contratos e depois terceirizava. No livro há o caso Siemens, o momento exato em que Renan Calheiros [senador pelo PMDB-AL) sai disparando do governo FHC, dizendo que Zuzinha era “a chuva ácida que iria erodir a biografia de Mário Covas”.

Todo esse escândalo remonta àquela época. Naquele período o jogo foi armado, os contratos todos. Em meu livro há o começo do caso Siemens e foi quando se rasgou a fantasia em torno da figura santificada de Covas. A Tejofran tem contrato de pedágio, passaporte, trem, tudo, enfim, é mesmo um guarda-chuva. Pegam os contratos e depois os distribuem. Acho que a origem do propinoduto está aí. Depois, aparece essa questão da imprensa. Precisou que a “IstoÉ” lançasse mil denúncias terríveis para que as pessoas vessem e reconhecessem. É o que eu digo: os tucanos são imbatíveis no quesito “roubalheira”.

Não estou dizendo que é lícito, porque todo roubo é roubo. Mas quando se compara o apartamento de R$ 20 milhões de Antonio Palocci [ex-ministro do Planejamento no governo Lula] a tudo isso que o PSDB protagonizou vê-se que há outra escala de roubo. No caso do campo de Libra dá para perceber. Não se pode comparar privataria a partilha. No caso de Libra, não estou vendo nenhum ladrão desse padrão planetário — daquele que domina paraíso fiscal, domina offshore etc. —, gângster mesmo. É claro que dá certa tristeza ver em um leilão desses alguém como Edison Lobão [ministro das Minas e Energia], mas sabemos que não é ele quem decide, que há alguém por trás dele. No tempo do PSDB no governo, era uma quadrilha organizada para vender o País. E venderam. No caso da Petrobrás, por exemplo, só não venderam o “mastro”, mas todas as condições para enfraquecer a empresa, para torná-la vulnerável, vem daquela época.

4) Mas e a compra daquela usina nos Estados Unidos por Sergio Gabrielli [ex-presidente da Petrobrás], o sr. não vê problema?

Sim, vejo um problema sério, mas gostaria de me ater ao livro, até porque eu não sou especialista em petróleo. O entrevistado principal do livro na questão de petróleo é Fernando Siqueira, que conta passo a passo como foi a tomada da estatal. FHC, já como ministro da Fazenda de Itamar Franco, cortou 52% do orçamento da Petrobrás, para já dizer a que tinha vindo.

5) Já era a preparação para a privatização?

Quando FHC entrou, a Petrobrás tinha 5 mil fornecedores. Foram desindustrializando e fatiando a empresa para vender. Queriam criar unidades para ir privatizando uma a uma. Foi naquela época também que houve a quebra do monopólio. Siqueira diz mais ainda: que Lula e Dilma Rousseff “amarelaram”, na questão do leilão [do campo de Libra], abriram as pernas mesmo. São forças terríveis, estamos falando de geopolítica, é jogo pesado internacional.

O jornalista Mauro Santayana diz, com todas as letras, que o Brasil, se tem uma riqueza desse tipo, já deveria ter todo um aparato para defendê-la, com Forças Armadas, caças etc. Mas FHC vendeu até a segurança nacional, ao assinar o tratado de não proliferação e, de cara, já beneficiou os americanos, com o Sivam [Sistema de Vigilância da Amazônia] passado à empresa Raytheon, dos EUA. Venderam o espaço aéreo. Toda a fragilidade da Petrobrás hoje advém disso tudo, como diz também Mauro Santayana.

6) Do ponto de vista político, quais são os principais beneficiados com esse negócio de privatização?

Só o fato de não ter americanos na partilha, já é uma coisa fantástica, mas as pessoas reclamam dos chineses. Só que os chineses nunca tentaram nos invadir; os americanos, em 1964, estavam prontos para invadir o País se houvesse reação ao golpe. Tem um ponto interesse, que está na entrevista com o Guilherme Estrela à “Folha de S. Paulo”, quando ele conversou com a Graça Foster, dizendo que em 2015 a Petrobrás estaria preparada para fazer a exploração do pré-sal sozinha. A Dilma chegou a falar que seria um crime privatizar o pré-sal — e veja que não estou confundindo privataria com concessão ou partilha.

Mas pense bem: em 2014 teremos eleição. Já pensou essa riqueza na mão dos tucanos, a festa que seria? Temos de ponderar isso, as urnas estão vindo já e a Dilma pode ganhar ou perder, como todos os outros três candidatos. Nisso estou considerando candidatos Eduar­do Campos (PSB), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB). E quem eles representam? A Marina está andando a tiracolo com André Lara Resende [economista com PhD pela Uni­ver­sidade de Massachusetts (EUA)].

Ela ainda falou que é capaz de fazer “gestos teatrais” — as palavras são dela — para devolver o País ao chamado ajuste, que envolve arrocho salarial, de­semprego e outras questões. Aécio está fazendo aquela mes­ma entrega a domicílio nos Es­tados Unidos. Ele foi a Nova York e fez o mesmo discurso de FHC quando foi eleito, entregando o País aos piratas.
Já Eduardo Campos fala de ajustes fiscais parecendo falar que vai fazer justiça com as próprias mãos.
Nisso aí, a turma de FHC está, na verdade, com as três candidaturas. É um jogo pesadíssimo.
Imagine, então, eles ganhando a eleição. Aí, em 2015 a parada é outra.

Se você se lembra, David Zylbersztajn [primeiro diretor-geral da então recém-criada Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 1998, liderou a quebra do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo no Brasil], vendeu uma parte de Libra por R$ 250 mil, ou coisa assim. Isso não esteve nas mãos dos tucanos, só que eles não sabiam disso.

Aliás, hoje nem teria a Petrobrax, não haveria nada, porque ela é para vender a Petrobrás, e isso eu não vi em nenhum lugar até agora.

Já estaria vendida a Petrobrás inteira, o Banco do Brasil, a Caixa Econô­mica, porque a briga toda de hoje em dia é questão de juros. Todos os candidatos estão vindo com a história de subir os juros no nível do mandato do FHC, porque eles não aguentam essa inclusão.

Eles odeiam o Bolsa Família, como odeiam a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. E eu estou falando do mais perigoso deles, que está voltando com Eduardo Campos, que é Jorge Bornhausen [ex-presidente do DEM, hoje sem partido]. ACM [Antonio Carlos Magalhães, ex-governador, senador pela Bahia e uma das maiores lideranças da direita no País, morto em 2007] não é nada perto dele.

7 ) Mas eu falava sobre as pessoas beneficiadas pela privatização. Quando houve a privatização da telefonia, Carlos Jereissati, que é irmão de Tasso Jereissati [PSDB, ex-governador do Ceará] foi o maior beneficiado. Ou seja, teve também grupos políticos beneficiados, não?

Sem a menor dúvida. Agora, naquele caso houveram os grampos telefônicos. De 54 fitas, foram transcritas 2 ou 3. O esquema ali era de assalto, mas a imprensa sempre tratou essas questões como um desvio, como um caso policial, nunca enfrentaram esse assunto como gangue. O governo do Fernando Henrique Cardoso nunca foi tratado como um enorme esquema de formação de quadrilha. Eram vistos como casos isolados, como um “desvio de conduta”.
Essa esquema só houve nesse período na história do Brasil. É possível que o Fernando I [Fernando Collor de Mello, presidente de 1990 a 1992, quando sofreu impeachment] talvez tivesse vontade ou pudesse armar uma coisa parecida, mas não deu tempo. Mas o Fernando II [FHC] conseguiu armar um esquema de roubo. A organização criminosa aconteceu para lesar e vender o País durante o período FHC.

O Carlos Jereissati é o Anastasio Somoza [Anastasio Somoza Debayle, ditador que presidiu a Nicarágua de 1967 a 1979, seguindo uma dinastia de ditadores de sua família desde 1936] do Ceará. Sua família tem um Estado. O Ceará é uma holding dos Jereissati, mas isso nunca sai na imprensa, exceto por Sebastião Nery, que, inclusive, usou esse termo “holding”. São sujeitos que dão pistas para se fazer matérias impressionantes sobre organizações criminosas, mas a imprensa não faz isso.

Você já viu em algum lugar uma investigação séria sobre a Rádio Arco-Íris, de Aécio Neves? Sobre os aviões em que ele circula pelo Brasil? Sobre o poder que ele exerce sobre a imprensa mineira, que não publica nada? Sobre a irmã dele, que é, de fato, quem manda? Nunca houve matérias completas sobre isso.

8) Euler de França Belém — A principal resposta do PSDB quanto às privatizações é que, por exemplo, a qualidade dos serviços de telefonia melhorou. Como o sr. vê essa justificativa?

Você inclusive falou sobre isso ao escrever sobre o livro, sobre os R$ 21 bilhões investidos na Telebrás às vésperas do leilão. Como você vai vender uma coisa quando se investe um valor exorbitante desses e dá de presente para o comprador? Hoje em dia isso é falso, porque nós pagamos uma das maiores tarifas telefônicas do mundo. Isso é uma lenda, uma lorota.
A revolução do sistema de telefonia teria de qualquer jeito, foi uma estupidez político-estratégica, em sentido mais amplo, o Brasil não ganhou nada com isso, a revolução aconteceria de qualquer maneira. Foi um roubo incomensurável, inquestionavelmente uma roubalheira.
Quando você fala de privatização, esse livro não trata de privatização, mas, sim, de privataria, que é outra coisa.

O leilão da Petrobrás, por exemplo, foi feito em cima de pressões terríveis. Essas são jogadas internacionais, não dá para pegar em apenas um detalhe, como no caso da telefonia. O livro mostra as perversidades. Para fazê-lo, nós fomos às periferias de São Paulo para conviver com o povo, para ver qual a tarifa de luz, para descobrir como alguém com salário mínimo paga R$ 500 de luz.
Há pessoas querendo se suicidar por causa das dívidas pendentes. É só entrar na periferia para ver isso. A telefonia é a mesma coisa. Ampliou-se o papo furado, a maioria das pessoas usa os pré-pagos e ainda pagam tarifas espantosas para esses grupos. Enfim, a roubalheira continua, eu não sei como se estrutura isso, talvez seja tarefa para um outro livro.

Um dos capítulos do livro mais esclarecedores sobre as desmontagens de bancos com caixa, foi quando fizemos uma “entrevista mediúnica” com Aloysio Biondi. Tentamos trocar em miúdos o que foi essa roubalheira. Esse capítulo deixa claro que não dá para comparar o que aconteceu naquela época, de quase 10 anos de tucanato, ao que acontece agora. E não estou sendo benevolente com o que está acontecendo agora.

9) Cezar Santos — Mas fica parecendo isso: que o sr. sataniza muito um período para “angelizar” o outro — no caso, o período atual, sendo que as evidências estão aí. Por mais que a gente tenha de desconfiar de uma mídia que passa mensagens interessadas, a corrupção desse governo é muito evidente. Ou não?

Eu vejo, sim, o que acontece. Mas eu não estou tratando disso no livro, tanto que o título inicial pensado seria “Honoráveis Bandidos 2” — nem usaríamos o termo “privataria” na capa, isso foi uma decisão tomada na sequência. Se nós queremos pegar uma época, temos de nos situar em tal época. Como já disse, acho que Lula já foi “contemplado” com muitos livros, enquanto não havia nenhum do período FHC.

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LULA: BRASIL É PAÍS QUE DÁ MAIS LUCRO AO SANTANDER

29 jul

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Em discurso na 14º plenária da Central Única dos Trabalhadores, o ex-presidente Lula disse que “não tem lugar no mundo onde o Santander esteja ganhando mais dinheiro que no Brasil”; segundo ele, a responsável pelo informe que prevê um cenário econômico negativo para o país caso a presidente Dilma seja reeleita “não entende porra nenhuma de Brasil” e cobrou sua demissão a Emilio Botin, presidente do grupo; para o petista, o governo federal não “vai jogar fora a confiança” que o país conquistou nos últimos anos

247O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu nesta segunda-feira (28) o informe produzido pelo Banco Santander que prevê um cenário econômico negativo para o país caso a presidente Dilma Rousseff seja reeleita.

Segundo ele, “não tem lugar no mundo onde o Santander esteja ganhando mais dinheiro que no Brasil”. “Aqui no Brasil o Santander ganha mais que em Nova York, Londres, Pequim, Paris, Madri e Barcelona”, disse durante a cerimônia de abertura da 14 Plenária Estatutária da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Para Lula, a responsável pelo texto enviado a clientes da instituição “não entende porra nenhuma de Brasil” e questionou ainda o fato de ter chegado a um cargo de chefia.

“Botin, é o seguinte querido. Eu tenho consciência de que não foi você que falou, mas essa moça tua que falou não entende porra nenhuma de Brasil e não entende nada de governo Dilma. Manter uma mulher dessa em um cargo de chefia? Pode mandar embora”, disse o ex-presidente.

Para o petista, o governo federal não “vai jogar fora a confiança” que o país conquistou nos últimos anos. Ele também lembrou que o mesmo temor de danos à economia apareceu durante sua campanha à Presidência e que o mesmo Botin foi ao seu comitê para dizer que o mercado, na verdade, “não tinha nenhuma preocupação.” “As pessoas diziam que os banqueiros não iam fazer investimentos, que o mercado ia correr. E ele fez um discurso dizendo que o mercado não tinha nenhuma preocupação e ia continuar investindo no Brasil porque sabia da nossa responsabilidade”, concluiu Lula.

Ele afirmou que há investidores que falam mal do governo federal para terem lucro e “inventam mentiras contra outras pessoas”.

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/148259/Lula-Brasil-%C3%A9-pa%C3%ADs-que-d%C3%A1-mais-lucro-ao-Santander.htm

DILMA AFIADA USA ESTILO ‘BATEU, LEVOU’ EM CAMPANHA

29 jul

:

247 – A presidente Dilma Rousseff deixou no cabide o figurino de candidata vestido em 2010, quando venceu a disputa usando um modelito do melhor estilo ‘paz e amor’. Protegida pelo então presidente Lula, ela não precisou entrar em bolas divididas com o adversário José Serra e flanou sobre o eleitorado enquanto seu padrinho político se encarregava de comprar suas brigas.

Agora é diferente, já se viu na longa entrevista à mídia tradicional concedida ontem pela presidente. Diante de uma certa pressão nas perguntas, o que se viu foi uma Dilma segura, objetiva e nada disposta a aceitar calada as críticas feitas ao seu governo. Ela igualmente não se incomodou em deixar, com frases curtas e palavras fortes, suas posições sobre temas do momento.

Essa Dilma que parece à vontade no chamado estilo ‘bateu, levou’ surge nitidamente em suas posições a respeito dos ataques desferidos, diariamente, à gestão da política econômica:

– O pessimismo da fase pré-Copa passou para a política econômica, afirma a presidente, ganhando com a frase a manchete desta terça-feira 29 do jornal Folha de S. Paulo. A se considerar o tom das últimas notícias destacadas no mesmo espaço pela publicação da família Frias, Dilma conseguiu o melhor momento para o seu governo, ali, em semanas.

A presidente também não ficou nem por um minuto quieta diante da gafe cometida pelo banco espanhol Santander no Brasil, com o relatório para clientes de alta renda com a associação nominal da presidente ao fracasso econômico futuro.

– Bancos interferirem na política é inadmissível, rebateu uma Dilma, como se diz, curta e grossa.

A ênfase de Dilma vai sendo apurada, no tocante a efeitos eleitorais, em pesquisas feitas por sua equipe de campanha. O que se sabe, inicialmente, é que pouca gente vai estranhar uma candidata que avança pela linha do ‘fala o que pensa’, uma vez que Dilma nunca foi dada, no governo, a floreios sobre suas posições. Em outras palavras, a Dilma ‘bate, levou’ combina mais com o momento atual da presidente, cercada por ataques nas frentes econômica e política, do que a Dilma ‘paz e amor’.

No governo, o momento da presidente tem levado, também, à tomada de posições claras e objetivas. Depois de se fortalecer com a reunião dos Brics, realizada no Brasil, e a aproximação com a Unasul, Dilma posicionou o Brasil na linha de frente à oposição à Israel, na faixa de Gaza:

– O que há da parte de Israel não é um genocídio, e sim um massacre, atalhou a presidente diante de uma das perguntas que lhe foram dirigidas ontem. Dilma não se intimidou com a postura crítica à decisão brasileira de censurar o governo de Benjamin Netanyahu pelo “uso desproporcional” da força na faixa de Gaza.

A Dilma afiada, com respostas na ponta da língua, sem medo de devolver perguntas difíceis com respostas desconcertantes pela clareza, é que está entrando em campo para a disputa pela reeleição. Osso duro.

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/148302/Dilma-afiada-usa-estilo-%E2%80%98bateu-levou%E2%80%99-em-campanha.htm

Campanha do Santander contra Dilma demonstra pouco caso com regras da democracia

29 jul

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O senador Wellington Dias (PT-PI) acha que o Congresso precisa investigar o Santander depois que o banco foi flagrado em campanha contra o governo Dilma. Para o senador, que fez a vida profissional como funcionário da Caixa Econômica Federal, não custa lembrar:   

 “Um banco é uma concessão pública e não pode valer-se dessa situação para atuar numa eleição,” lembra Wellington.

 A gravidade da questão reside aí.

 A legislação eleitoral brasileira não impede que uma instituição financeira – ou qualquer outra empresa privada – retire uma parte de seus lucros para fazer uma contribuição a determinado partido político. Eu acho errado e condenável pois ajuda a criar eleitores que valem 1 voto e outros que valem 1 bilhão de reais. Mas a lei permite – e é por isso que a regra de financiamento de campanha precisa ser modificada.

 Mas a orientação a seus gerentes voltados a clientela de renda mais alta tem outra natureza. Implica em usar o negócio – que deve obedecer a regras específicas do Banco Central – para pedir votos. E isso não é aceitável, explica o senador.

Da mesma forma que ninguém desautorizado pode sair por aí emprestando dinheiro sem correr o risco de ser acusado de agiotagem, nem comprar ou vender dólares sem ser chamado de doleiro, um banco não pode transformar-se num comitê eleitoral. Como qualquer outra empresa privada, tem sua função social a cumprir.

A lembrança de que, em 2002, tivemos a campanha do Lulômetro, estimulado por executivos do Goldman Sachs, um dos grandes bancos de investimento do mundo, não diminui gravidade do que ocorre em 2014. Apenas confirma um mesmo fenômeno.

Há instituições que colocam-se acima de qualquer dever com o futuro do país, o bem estar dos cidadãos e obrigações com o país que os acolhe.

É falta de respeito.

Pouco caso com o regime democrático.

 É um comportamento ainda mais impressionante quando se recorda que que os clientes brasileiros oferecem, ao Santander, uma bolada de 20% ou mais dos lucros que a instituição obtém em suas operações no mundo inteiro. É mais do que o dobro daquilo que o banco obtem no mercado da Espanha, seu país de origem. Pelo menos uma vez os lucros assegurados pela filial brasileira chegaram a 28% do total do banco.

O Santander deu um salto no Brasil – tornando-se um dos principais bancos europeus – depois que participou da privatização do Banespa, o maior entre os bancos estaduais.

Foi pela compra dessa carteira de clientes, que lhe dava acesso a folha de salários dos funcionários púbicos do Estado mais rico da federação,  que o Santander conseguiu um lugar entre as cinco maiores do país. A operação, que desfalcava São Paulo de um lastro respeitável para investimentos futuros, enfrentou a oposição do governador Mário Covas, e não custou pouco.

O Santander pagou R$ 7 bilhões pelo Banespa e essa quantia foi usada como argumento favorável a operação. O que pouco se divulgou é que o Santander teve direito a abater quase 3 bilhões a título de ágio contábil. Embora esse desconto fosse previsto por uma lei de 1997, o fato do deságio ser concedido a um grupo estrangeiro chamou a atenção de quem acompanhou a privatização de perto, encontrando grande resistência, por exemplo, quando o caso chegou a Receita. 

 A seu favor, o Santander poderia dizer em 2014 que o comunicado lamentável apenas deixou claro, em voz alta e letras de forma, aquilo que outras instituições fazem em voz faixa e sem assinar recibo.

A verdade é que os bancos privados tem praticado uma política sinuosa depois que, em função da crise de 2008, o governo Lula decidiu abrir os cofres dos bancos estatais para garantir o crédito e impedir o desmonte da economia.

A primeira reacão dos bancos privados  foi abandonar o mercado de credito por anos seguidos, permitindo que os  estatais ganhassem terreno um ano após o outro – para chegar a 47% do mercado, um número recorde, em 2012.

Pressionado, o governo federal iniciou uma política de retirada do mercado, para abrir espaço para  o retorno das instituições privadas. Mas isso não aconteceu. A marcha-a-ré dos estatais coincidiu com a alta nos juros, que permitiu ao sistema retornar ao conhecido universo rentista, de quem acumula fortunas bilionárias sem fazer força – pois o Tesouro paga a conta.

O crédito publico recuou e o privado não apareceu, situação que ajuda a entender – ao menos em parte – os números decepcionantes do crescimento recente. Os bancos seguem  cobrando juros altíssimos, sem relação sequer com aumentos da Celic, sem serem incomoados pela concorrência dos bancos públicos. 

Prevê-se, a partir de setembro, uma retomada do crédito nos bancos públicos. Será seguido, como se sabe, por um coralzinho contra a presença do estado na economia. E ninguém vai lembrar que um banco que já esteve ligado ao desenvolvimento de São Paulo agora é usado para fazer campanha presidencial junto a seus clientes. 

Paulo Moreira Leite

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Diretor da Sucursal da ISTOÉ em Brasília, é autor de “A Outra História do Mensalão”. Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA e na Época. Também escreveu “A Mulher que Era o General da Casa”.

http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/375078_BANCO+IMPERIAL

O FRACASSO HISTÓRICO DOS EUA NA UCRÂNIA

29 jul
 
Mapa atualizado dos protestos pro-Rússia na Ucrânia 


EUA na Ucrânia: Fracasso geopolítico de proporções históricas

Por John Robles [jornalista norte-americano, nascido em Porto Rico], no “Voice of Rússia”, sob o título “Ukraine: A US geopolitical failure of historic proportions”. Artigo traduzido pelo “pessoal da Vila Vudu” e postado no “Redecastorphoto”

“A situação na Ucrânia continua a desdobrar-se por vias obviamente jamais planejadas pelos arquitetos do golpe (CIA, neoconservadores à moda Victoria Nuland, Geoffrey Pyatt, Michael McFaul, Barack Obama, George Soros e os acólitos de Zbigniew Brzezinski) que comandam o establishment da política externa dos EUA. 

Mais uma vez, o governo dos EUA, servindo-se da agência USAID [United States Agency for International Development / Agência dos EUA para Desenvolvimento Internacional], da CIA e do Departamento de Estado, consumiu bilhões do dinheiro dos contribuintes norte-americanos para derrubar ilegalmente mais um governo, na mais recente tentativa de gerar mais alguns bilhões de dólares para os empresários patrões e expandir a dominação norte-americana. E, mais uma vez, os EUA estão na rota do fracasso.

A mais recente aventura geopolítica dos EUA, na Ucrânia, está fracassando pela mesma razão pela qual suas outras aventuras fracassaram em Cuba, Venezuela, Vietnã, Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria, Rússia, Irã e por todos os cantos: porque as elites em Washington, isoladas no seu mundo da fantasia, ignoram absolutamente tudo sobre os países que deliram que conseguirão dominar.

Como o ícone neoconservador Paul Wolfowitz disse ao general Wesley Clark, dos EUA, pouco depois do 11/9, o Pentágono e a OTAN estão no business de destruir países, o que provaram ser capazes de fazer muito bem desde a Iugoslávia, há 15 anos. Sim, os EUA provaram que podem desestabilizar países, invadir, ocupar e bombardear até fazer sumir da face da terra, e, isso, sob os mais absolutamente falsos pretextos, e fazer “mudança de regime” quase a seu bel prazer. O que os idiotas em Washington não sabem fazer é mudanças que perdurem; que convençam os “mudados” de que foram “mudados” para melhor; conquistar o coração das pessoas; estabelecer hegemonia real duradoura; nem obter da intervenção, para os próprios mudadores, vantagens significativas. Já nem se fala aqui de ter ou de preservar posição moral, nem de os EUA serem capazes de fazer “mudança de regime” que promova sociedade pacífica, produtiva, próspera e saudável. 

Por mais que suas “mudanças de regime” forçadas pelo lado de fora sejam ilegais nos termos da lei internacional, nada disso jamais impediu a ação dos “excepcionais” EUA.

 
Protestos pró-Rússia espalham-se pela Ucrânia 

Sim, vocês leram bem: realmente escrevi que os EUA estão fracassando na Ucrânia. 

O golpe não “pega”; e os eventos em breve tomarão tal rumo que acabará por convencer os cidadãos norte-americanos, de vez, que devem meter no hospício, em celas de paredes acolchoadas, os seus tais “jogadores de xadrez” geopolítico. Isso, antes de que matem mais gente em todo o mundo e afundem ainda mais fundo outras gerações de norte-americanos contribuintes, arrastados para a miséria. 

Digo o que digo, não porque queira ajudar os criminosos em Washington, alertá-los para que fujam a tempo ou dar-lhes ideias. Sei que os arrogantes arquitetosglobalistas e geopolíticos norte-americanos só ouvem e leem eles mesmos, nas suas câmaras de eco privadas. Detesto sinceramente ter de dizer, mas, sim: eu bem que avisei! Sim, sim, queridos leitores: eu os avisei de que assim seria.

 
Manifestação pró-Russia em Lugansk (6/4/2014) 

Desestabilização, disseminação da violência, fim do Estado de Direito, guerra civil e anarquia 

A continuada intromissão pela CIA e seus agentes e co-conspiradores na Ucrânia só levará a mais danos e mais sofrimentos para o povo da Ucrânia. Se está sendo feito para essa finalidade, então os EUA estão sendo temporariamente bem-sucedidos. Se aos EUA o que realmente interessa é guerra generalizada na Ucrânia, e se continuarem a impor aos ucranianos a agenda dos EUA, é bem possível que consigam, o que injetará bilhões de dólares no complexo industrial militar e arrancará sangue e lágrimas dos contribuintes norte-americanos e dos cidadãos da Ucrânia, mas não se pode ter tudo ao mesmo tempo e é preciso começar pela desestabilização.

A desestabilização, levada a efeito com táticas já ultrapassadas de revolução colorida desenhadas nos anos 1990s, foi, em boa parte, bem-sucedida. Resultou, sim, em ”mudança de regime“. 

Mas foi, provavelmente, a mais amadorística e mal conduzida de todas as ações ilegais da CIA, do Estado e de seus agentezinhos sicofantas. Claro que custou bilhões e todas as melhores cabeças da “mudança de regime” dos EUA estavam a bordo, mas isso não altera o fato de que aquela pseudoelitezinha ambiciosa odiadora de russos, pressupostos grandes “masters” de xadrez geopolítico, feitas as contas, nada sabem, absolutamente, sobre o povo com os quais estão lidando.

O primeiro fracasso dos EUA na Ucrânia foi terem escolhido neonazistas para dar o golpe e pôr no poder seus próprios fantoches. Que idiota, na CIA ou na Casa Branca, teve tal ideia? 

Lá estavam, num país devastado pela IIª Guerra Mundial, os nazistas originais e, ainda piores, colaboradores de nazistas liderados por Stepan Bandera, que os nazistas originais da SS consideravam brutais demais. E alguém no universo alternativo de George Soros realmente achou que esses animais poderiam liderar um "levante popular” na Ucrânia?! Inacreditável falta de visão. 

Claro que, como os fanáticos psicopatas bebedores de sangue que se ocultam por trás da religião do Islã que os EUA usam por todo o Oriente Médio, os fanáticos descerebrados do Setor Direita (Pravy Sektor) foram a única 5ª Coluna que os EUA encontraram para fazer o serviço (mais) sujo na Ucrânia. Como a Frente Al-Nusra e o chamado “Exército Sírio Livre”, o Setor Direita e Dmitro Yarosh são só os açougueiros alugados para o “serviço” mais sujo, de usar facão de esquartejamento, onde se requereria bisturi, razão pela qual foram contratados, com dinheiro dos contribuintes norte-americanos, para nada fazer, além de arrancar sangue inocente. O pessoal de gente como John McCain, que selecionou esses lunáticos sanguinários, obviamente têm uma queda pelo mais violento dos violentos e não estão preocupados com as mãos e bolsos na direção dos quais corre o dinheiro dos contribuintes norte-americanos. Serve qualquer coisa – nazistas, Al-Qaeda e paramilitares fanáticos de qualquer tipo, não importa, desde que o serviço seja feito.

Como já disse, não estou querendo ajudar os EUA. Mas ter escolhido como agente seu um terrorista e assassino procurado, como Dmitro Yarosh, e seus nazistasbanderistas, foi erro. Vejamos por quê.

Agora, fantoches dos EUA liquidarão o “Setor Direita" 

 
Oleksandr Turchynov 

Oleksandr Turchynov, o presidente-fantoche ilegítimo que os EUA puseram na presidência da Ucrânia, traidor da Ucrânia e do povo ucraniano, que foi comprado e pago por Washington, e viabilizado pelas forças do Setor Direita e seu golpe, anunciou hoje (8’4’2014) que atacará e derrubará todos os neonazistas que o puseram no poder. Só para lembrar, a Ucrânia não tem lei alguma, em Constituição alguma, que dê base legal ao tal “presidente” Turchynov. A Ucrânia tem presidente eleito e chama-se Yanukovich, mas essa é outra história.

Todos sabemos que o Setor Direita construiu o golpe. Todos sabemos que todo o Parlamento e o novo “governo” da Ucrânia foram “eleitos” só pelos EUA e pelo Setor Direita e seus associados e nenhum desses pode, de modo algum, ser considerado legítimo (incluídos os EUA), para decidir que manda na Ucrânia.

Esse fato acompanha a mais recente “declaração” de Turchynov, mais uma piada ridícula da farsa que foi a tomada de poder por EUA-OTAN-União Europeia na Ucrânia:

Alguns cidadãos tentaram encenar uma provocação próxima ao Parlamento, sabendo ou não o que faziam, e agradeço aos deputados presentes no Parlamento, que conseguiram fazer abortar a provocação".

Aí, Turchynov falava da tentativa, pelos nazistas do Setor Direita, semana passada, de invadir o prédio do Parlamento, em protesto contra a morte de um de seus co-conspiradores. Os deputados aos quais o “presidente” tanto agradeceu, como todos lembramos, tiveram de escapar por uma saída de emergência para salvar a vida.

Turchynov deve ter contratado, para escrever seus discursos sem sentido, a mesma empresa de “Relações Públicas & Marketing Político” que escreve os discursos de Barack (“Venderemos gás [que os EUA não têm] à Europa”) Obama, porque o modo como a verdade é espancada e distorcida nos dois discursos é tão completa e patente, que se custa a acreditar, até, que os dois, mesmo que não as tenham escrito, tenham tido coragem de pronunciado tais palavras.

Segundo matérias de televisão, Turchynov declarou que agora atacará violentamente o Setor Direita, mostrando o que venho dizendo desde o início: que o Setor Direita não passou de ferramenta, que agora está sendo descartada.

 
Setor Direita (Pravy Sektor) enfrenta a polícia em 24/3/2014 

Setor Direita procura novos recrutas 

Segundo vídeos reproduzidos pela televisão, do líder neonazista Yarosh, o grupo nazista está em busca de novos recrutas. Em sua fala, Yarosh disse que o Setor Direita está “pegando” qualquer um. Claro que “qualquer um” que não seja russo, nem judeu, nem negro.

Yarosh, fascista radical, é candidato à presidência 

 
Dmitry Yarosh (Setor Direita)
Chefe do Pravy Sektor
 

Apesar do muito que repete que está desempregado e sem renda a declarar e que, portanto, não pagou impostos (dinheiro da CIA, claro, ninguém declara ao fisco) Yarosh, o terrorista nazista arranjou lá os US$ 225.000 necessários para registrar-se candidato à presidência. Pagou, pode concorrer. 

É o primeiro psicopata neonazista radical procurado por várias polícias em todo mundo, a concorrer a eleições presidenciais. 

Serviço secreto russo (FSB) captura terroristas do Setor Direita na Rússia

Serviço Russo Federal de Segurança informa que capturou 4 grupos de terroristas neonazistas do Setor Direita que operavam na Rússia. 25 cidadãos ucranianos foram presos e logo expostos pela TV. Confessaram que planejavam ataques terroristas e ataques de provocação por toda a Rússia.

Setor Direita indignado por não obter ajuda financeira dos russos 

A farsa em que os nazistas do Setor Direita apoiados pelos EUA e os criminosos de Kiev estão convertendo a Ucrânia subiu para outro nível, quando o ministro (ilegítimo) de Energia da Ucrânia, Yury Prodan, indicado pela junta da praça Maidan “declarou” que a Rússia teria de pagar ao governo ilegítimo da junta… os 15 bilhões de dólares prometidos ao presidente Yanukovich (o mesmo que teve de buscar refúgio na Rússia, depois que o Setor Direita de Prodan ameaçou matá-lo).

Setor Direita vende serviços 

Segundo um site ucraniano, o Setor Direita está vendendo serviços. Quem estiver precisando de gangue de bandidos de aluguel, não importa para que serviços, já sabe onde encontrá-los. Os serviços podem ser pagos em dinheiro (preços módicos) ou em armas.

Nazistas de Greystone (Blackwater/XE) e do Setor Direita: ativados 

Kiev enviou mercenários norte-americanos e bandidos armados do Setor Direita para o leste da Ucrânia, para enfrentar os crescentes protestos da população civil contra a junta em Kiev. O Ministério de Relações Exteriores da Rússia comentou a questão. Aparentemente, o Setor Direita não estava conseguindo número suficiente de forças, e a CIA foi obrigada a mandar para lá seu próprio pessoal. Esses quadros de “combatentes pró terrorismo” têm a missão de continuar a guerra clandestina de provocação e de intimidação contra a população civil pró-Rússia.

 

Ucrânia – mercenários Greystone Xe/CIA 

Só o fato de haver 300 mercenários dos EUA/CIA armados e ativos em território ucraniano já é, só ele, ato de guerra. Se se puserem a atacar civis russos, cometerão crime de guerra, ao qual a Rússia será forçada a responder. A Rússia, é claro, não deixará que seus cidadãos sejam assassinados por mercenários norte-americanos e nazistas. Não cabe nem dúvida de que já há operações em andamento na Rússia para liquidar essa ameaça.

Os EUA não podem introduzir forças militares na Ucrânia; então, fez como conseguiu. Está pagando mercenários e contratando elementos limítrofes e radicais absolutamente doidos. A Rússia, até aqui, tem se mostrado extremamente contida nos protestos, mas, claro, sabe que já foi alvo de ato de guerra e de um ataque que visa a manipular a vontade política da população civil, pelo medo e pelo terror. É exemplo perfeito do que é o terrorismo e de em que se converteram os EUA: já passaram da fase de apoiar terroristas, para a fase de patrocinar terroristas.

EUA surpreendidos pelos eventos no leste da Ucrânia

Para os hipócritas em Washington, os neonazistas assassinarem 85 policiais em Kiev foi coisa normal: não provocou uma linha de ‘indignação’. Para os planejadores do golpe nazista em Kiev, problema, mesmo, são os comícios pró-Rússia nas cidades do leste da Ucrânia.

República Popular Independente de Donetsk

Donetsk declarou-se independente da Ucrânia – criou a República Popular de Donetsk – e convocou um referendo para oficializar sua integração à Federação Russa. Donetsk também solicitou a ajuda de soldados russos com atribuições para fazer a paz na cidade.

República Popular da Carcóvia 

Ativistas em Carcóvia proclamaram a República Popular da Carcóvia, e também se organizam para um referendo que oficialize a incorporação da nova República à Federação Russa. Bandidos armados do Setor Direita foram caçados e expulsos de Carcóvia. 

Lugansk quer ser República Federada

Lugansk está organizando seu plebiscito para devolver ao idioma russo o status de língua oficial e voltar a ser independente da Ucrânia; os cidadãos pedem a expulsão da junta e dos fascistas de Kiev, e prisão para os banderistas.

Odessa exige o fim da junta de Kiev e o fim da repressão contra a população 

Odessa também se levantou contra os fantoches dos EUA, que governam Kiev.

 
MRE da Rússia acusa mercenários da GreystoneXe (Blackwater) de atuar na Ucrânia 

Conclusão:

Os planejadores norte-americanos, em sua campanha irracional contra a Rússia, estão começando a irromper por linhas muito perigosas. Continuam a meter-se numa área do mundo na qual não são nem desejados nem bem-vindos. Continuam a ameaçar a segurança russa e a ameaçar a vida e o bem-estar de cidadãos russos e ucranianos. O continuado apoio que os EUA dão à junta e aos grupos de fascistas armados na Ucrânia é ameaça direta aos russos, aos ucranianos e a todos os povos eslavos.

O povo da Ucrânia (não os fantoches norte-americanos e os neonazistas) não quer por lá nem a União Europeia nem os EUA. A maioria vê os russos como irmãos e não há meio de EUA-OTAN-UE serem bem-sucedidos no esforço para dividir o mundo eslavo e ocupar a Ucrânia, berço da grande Russia. A Rússia e a Ucrânia derrotaram os nazistas uma vez e não há meio pelo qual, em 2014, os EUA aliados a nazistas consigam impor-se na Ucrânia. Até agora, a Rússia tem deixado acontecer, paciente e tolerantemente, já vários ataques contra sua soberania, perpetrados por Washington. Não é sinal de fraqueza. E, quando a paciência acabar, depois dessa infindável sucessão de agressões e violência provocada por EUA-OTAN-UE, a reação dos russos será impossível de conter.

Por isso, precisamente, a melhor providência hoje é meter em camisas de força e encerrá-los em celas estofadas, para que não detonem também a própria cabeça, todos os jogadores norte-americanos desse “xadrez geopolítico”.

Cada passo de cada um deles na Ucrânia é conhecido, documentado, conhecido. A tal operação “secreta”, pela CIA, de invasão da Ucrânia, já nada tem de secreta. Todo mundo sabe, todo mundo viu. Pois nem por isso a CIA parou. Continua, irracionalmente, sinal claro de que, em Washington, as luzes do alpendre acendem à noite e apagam pela manhã, mas, de fato, a casa está deserta.

Os mesmos neocons que destruíram Detroit tentam destruir a Ucrânia 

UMA LISTA, para os que apreciam listas:

Esses são os países (há também cidades, como Detroit, por exemplo, também destruída pelo mesmo grupo; e um estado dos EUA, de onde foram expulsos e onde foram assassinados povos originários do território norte-americano) nos quais os EUA organizaram golpes de estado, apoiaram campanhas contra governos eleitos, derrubaram governos, invadiram, anexaram, apoiaram oposição terrorista ou executaram líderes e governantes democráticos. A ordem é alfabética:

Afeganistão
Albânia
Alemanha
Angola
Arábia Saudita
Argentina
Bolívia
Bósnia
Brasil
Cambodia
Chile
China
Colômbia
Colorado
Congo
Cuba
Detroit
Dominicana, República
Egito
El Salvador
Filipinas
Grécia
Grenada
Guam
Guatemala
Haiti
Hawaii
Honduras
Iêmen
Indonésia
Irã
Iraque
Iugoslávia
Korea
Kuwait
Laos
Líbano
Libéria
Líbia
Macedônia
México
Nicarágua
Omã
Paquistão
Panamá
Porto Rico
Rússia
Samoa
Síria
Somália
Dakota do Sul
Sudão
Turquia
Uruguai
URSS
Venezuela
Vietnã
Ilhas Virgens e
Zaire (Congo).

 
Brasil – Vernon Walters (E), o real comandante do Golpe de 1964, conversa
com o MILICANALHA Castello Branco pouco antes do traiçoeiro “putsch”
aplicado contra o Brasil e o povo brasileiro
 

O que fizeram e continuam a fazer contra os norte-americanos nativos também poderia se somar a essa lista, com genocídio dos povos autóctones. Além da fundação de um racismo “norte-americano” e do “excepcionalismo” endêmico que acompanham exatamente as pegadas do genocídio dos povos nativos.

É mais que hora de o mundo acordar e começar a sancionar, isso sim, os verdadeiros criminosos.“

FONTE: escrito por John Robles [jornalista norte-americano, nato em Porto Rico], no "Voice of Rússia”, sob o título “Ukraine: A US geopolitical failure of historic proportions”. Artigo traduzido pelo “pessoal da Vila Vudu” e postado por Castor Filho em seu blog no “Redecastorphoto” (http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/04/eua-na-ucrania-fracasso-geopolitico-de.html).

ISRAEL tem submarinos com armas ATOMICAS.

27 jul

ISRAEL já tem submarinos com armas ATÔMICAS.

Após divulgação da notícia, a oposição alemã exigiu explicações do governo de Berlim, que nega saber sobre as ogivas atômicas nos equipamentos vendidos aos israelenses. Condições para os negócios também não estariam sendo cumpridas por ISRAEL. ISRAEL está equipando com armas nucleares os submarinos produzidos na Alemanha e em parte financiados por este país. Segundo a revista Der Spiegel, que divulga a informação em sua edição de junho, a Marinha israelense já dispõe de três submarinos fabricados na Alemanha e outros três deverão ser entregues até 2017.

“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê,  “entenda“  Mateus 24:15

Edição e imagensThoth3126@gmail.com

http://www.dw.de/dw/article/0,,15996907,00.html

ISRAEL equipa com armas nucleares submarinos feitos e vendidos pela ALEMANHA, declarou revista alemã Der Spiegel. 

A Operação SANSÃO: Implantação por ISRAEL de mísseis nucleares em Submarinos Classe Dolphin vendidos pela Alemanha. A capacidade de atacar com armas atômicas qualquer grande cidade da Europa. Com certeza uma Parceria Berlim-Tel Aviv vai deixar ainda mais conturbado o tabuleiro do xadrez político do fanatismo religioso/racial (“a raça ELEITA”) exacerbado do Oriente Médio… E os iranianos e demais povos muçulmanos, assim como todos os países da Europa que não apoiarem as pretensões de ISRAEL, que todos coloquem às suas barbas de molho.

Após divulgação da notícia, a oposição alemã exigiu explicações do governo de Berlim, que nega saber sobre as ogivas atômicas nos equipamentos vendidos aos israelenses. Condições para os negócios também não estariam sendo cumpridas por ISRAEL. ISRAEL está equipando com armas nucleares os submarinos produzidos na Alemanha e em parte financiados por este país. Segundo a revista Der Spiegel, que divulgou essa informação em sua edição de junho (04/06/2012), a Marinha israelense já dispõe de três submarinos fabricados na Alemanha e outros três deverão ser entregues até 2017.

ISRAEL esta equipando com armas nucleares submarinos feitos e vendidos pela Alemanha, diz revista alemã Der Spiegel. 

Produzidos em Kiel pela Howaldtswerke, do grupo ThyssenKrupp, os submarinos possibilitam que Israel “reforce o seu arsenal atômico flutuante”, escreve a revista, baseada em consultas a ex-ministros, militares e fontes de inteligência da Alemanha, de ISRAEL e dos Estados Unidos. Ao ser questionado sobre o negócio, o governo alemão defendeu as exportações dos equipamentos. “Com a entrega dos submarinos, o governo alemão dá seguimento à política de gestões anteriores. A entrega foi feita sem armamentos. O governo da Alemanha não participa de qualquer especulação a respeito de um posterior armamento”, afirmou o porta-voz Steffen Seibert.

A posse de armas atômicas nunca foi confirmada nem desmentida oficialmente pelo governo israelense. Em seu relatório anual de 2012 sobre armamento e desarmamento, o Instituto de Pesquisa da Paz, em Estocolmo, revela que ISRAEL tem mais de 80 ogivas nucleares.

A Oposição alemã quer explicações

A notícia logo gerou reações políticas em Berlim. O líder do Partido Verde, Jürgen Trittin, acusa o governo federal da chanceler Angela Merkel de não verificar as próprias condições impostas para o negócio. Uma delas seria a de “condicionar a entrega dos submarinos do tipo Dolphin a mudanças na política de assentamentos de ISRAEL, possibilitar a construção de redes de coleta de esgoto na Faixa de Gaza para os palestinos e a devolução de dinheiro às autoridades palestinas”.

O raio de ação e a capacidade de ataque no Oriente Médio dos novos submarinos com armamento atômico adquiridos por ISRAEL. 

ISRAEL, no entanto, só teria cumprido a terceira condição, disse Trittin ao jornal Die Welt. Para o político, se mesmo assim os equipamentos continuarem sendo entregues, o governo vai demonstrar “que suas próprias condições impostas não são importantes”. Também os social-democratas, de oposição, exigem explicações. “Até agora as entregas foram justificadas, entre outros motivos, pelo fato de os submarinos serem sistemas convencionais de intimidação”, afirmou Rolf Mützenich, do SPD. “Agora é preciso esclarecer se as informações procedem e se os submarinos podem ser equipados com armas atômicas”.

Já o porta-voz de política externa da coalizão que forma o governo de Angela Merkel, Philipp Missfelder, cita a situação de ameaças por ISRAEL. “A existência de adversários agressivos na região fazem necessário que nossos amigos precisem ser protegidos. Por isso a Alemanha ajuda com razão, pois ISRAEL é parte de nossa comunidade de valores e nós queremos proteger a única democracia pluralista no Oriente Médio”, afirmou Missfelder à revista. 

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HIPOCRISIA: Inspetores da Brigada Anti Proliferação NUCLEAR: “Já é o bastante,VANUNU (*). Voce não percebe que nós estamos ocupados? – AQUILO? (referência aos mísseis/ bombas ATÔMICAS de Israel) São SUPER salsichas kosher …”

Para mais informações sobre arsenal nuclear de Israel: 

  1. http://thoth3126.com.br/e-sobre-as-bombas-atomicas-de-israel-hipocrisia-global/

Tema sensível

As relações entre a Alemanha e ISRAEL são um tema historicamente sensível desde o fim da Segunda Guerra Mundial. A produção de armas destinadas aos israelenses teria começado em 1957, fazendo com que os alemães atuassem indiretamente na defesa do país judeu. ”Os alemães podem ficar orgulhosos por terem assegurado por tantos anos a existência do Estado de ISRAEL”, afirmou o ministro israelense de Defesa, Ehud Barak, à revista alemã. 

No mês passado, durante uma visita a Israel, o presidente alemão, Joachim Gauck, quebrou a tradição das visitas diplomáticas e criticou o governo israelense. Ele apelou para que ISRAEL retome o processo de paz com os palestinos. Gauck enfatizou o compromisso da Alemanha com o país, mas sugeriu que uma solidariedade irrestrita pode se mostrar problemática.

Em abril deste ano, o ganhador do prêmio Nobel de Literatura Günter Grass foi considerado “persona non grata” em ISRAEL por conta da publicação de um poema, no qual o escritor alemão acusa os israelenses de ameaçar a paz mundial com seu poder nuclear. Com o episódio, Grass foi proibido de entrar em ISRAEL. 

MSB/dpa/afp/rtr – Revisão: Roselaine Wandscheer 

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(*)Mordechai VANUNU:   Em 1986, o Técnico Nuclear, entregou ao Sunday Times de Londres, fotografias que havia tirano do Centro de Pesquisa Nuclear do Negev, próximo à cidade de Dimona. Depois de publicada a história de Vanunu, agentes do Mossad sequestraram-no em Roma, onde passava férias, e o levaram de volta a Israel. Cumpriu pena de 18 anos de prisão, 11 dos quais em confinamento (solitária). 

Vanunu nasceu em Marrakech, Marrocos, em uma família judia; seu pai era um rabino. Em 1963, aos nove anos, emigrou para Israel com seu pais e onze irmãos, amparado pela Lei do retorno. Vanunu completou seus três anos de serviço militar na unidade de sapa nas Forças de Defesa de Israel, como sargento. Depois de encerrado o serviço militar, Vanunu se tornou um estudante de filosofia na Universidade Ben-Gurion do Negev, onde passou a criticar as políticas governamentais de Israel, formando um grupo chamado “Campus”, junto a outros quatro estudantes judeus e cinco estudantes árabes. Vanunu admirava Evron Pollakov, um de seus professores, esquerdista, que se negara a prestar o serviço militar e fora preso por isso. Vanunu também integrava um grupo chamado “Movimento para o Avanço da Paz”. Ele nunca se graduou.

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Centro de Pesquisas Nucleares de Negev, localizado no deserto de Negev, ao sul de DIMONA

Entre 1976 e 1985, Vanunu foi empregado como sub-técnico no Centro de Pesquisas Nucleares de Negev, localizado no deserto de Negev, ao sul de DIMONA (Foto anterior). Agências de inteligência internacionais estimam que Israel desenvolveu armas nucleares já na década de 1960, embora o país mantivesse durante tal período uma política ambígua, nem afirmando ou negando a existência de armas atômicas.

Foi durante seu período de serviço nas instalações nucleares de Negev que um dos grupos de esquerda do qual Vanunu participara protestou contra o ataque israelense ao reator nuclear iraquiano de Osiraq. O Jerusalem Post publicou matéria afirmando que Vanunu era ativo em tais protestos.

“E não sejais cúmplice com as OBRAS INFRUTUOSAS das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em OCULTO até dizê-lo é torpe. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo CONDENADAS pela luz, porque A LUZ TUDO MANIFESTAEfésios 5:11-13

Mais informação sobre Israel em:

  1. http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares/
  2. http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares-parte-ii-final/
  3. http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/
  4. http://thoth3126.com.br/grande-israel/
  5. http://thoth3126.com.br/israel-cientista-judeu-alega-que-sua-raca-nao-e-semita-e-sim-proveniente-da-khazaria/
  6. http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/
  7. http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo-parte-ii/
  8. http://thoth3126.com.br/os-anjos-caidos-the-watchers-os-vigilantes/
  9. http://thoth3126.com.br/os-tentaculos-dos-rothschild/

Posted by  on 27/07/2014

 

www.thoth3126.com.br

Grandes mudanças à vista :. Alemanha pede para entrar no BRICS

27 jul

Alemanha pede para entrar no BRICS e vai sair da União Europeia – OTAN totalmente controlada por Illuminati, Sionistas, Bilderberg, etc… (grandes mudanças na forja…)

Um novo relatório preparado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (Ministry Of Foreign Affairs-MoFA) da Rússia que circulou no Kremlin hoje afirma que o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha (Federal Foreign Office-FFO) contatou Moscou  nesta semana solicitando sua adesão acelerada e em curto prazo à comunidade econômica chamada por BRICS, na medida em que a Alemanha planeja deixar a União Europeia (UE), um movimento que se efetivado pode “significar a ruína“ para o regime que controla os EUA e Obama e o seu “sonho do império” analisaram especialistas russos“.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com

Alemanha pede para entrar no BRICS imediatamente e vai sair da União Europeia-OTAN totalmente controlada por Illuminati, Sionistas, Bilderberg, etc… (grandes mudanças na forja…)

Fonte: http://www.whatdoesitmean.com

Rússia, Moscou, 23 de julho de 2014

BRICS é a sigla para uma associação de cinco grandes economias nacionais emergentes: o Brasil, Rússia, a Índia, China e África do Sul a partir de 2013, os cinco países do Brics representam hoje quase 3 bilhões de habitantes e consumidores, com um PIB nominal combinado de US$ 16,039 trilhões de dólares e reservas internacionais combinadas estimadas em US$ 4 trilhões.   A partir de 2014, as cinco nações do BRICS passaram a representar cerca de 18 por cento de toda a economia mundial.

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Se opondo aos BRICS existe um sistema financeiro global organizado pelo Ocidente e dominado pelos controladores dos EUA que escraviza e obriga as nações a conduzir seus negócios internacionais utilizando o combalido dólar, a moeda corrente dos EUA, tornando suas economias fragilizadas de acordo com os ventos da política (de controle e criação de crises) trabalhada em Washington, DC, em Londres e pelos grandes bancos em Wall Strett de New York.

Os países do Ocidente cederam muita influência e poder para instituições como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional de má vontade, e para os países membros do BRICS, o sistema financeiro internacional de hoje está fora de contato com a mudança dos tempos, e mal adaptado para suportar os altos e baixos de máquina de manipulação e controle de pseudos titãs econômicos (EUA e Inglaterra)

De acordo com este relatório, a Alemanha tornou-se “alarmada” esta semana depois que o regime que controla o gabinete de Obama ordenou a UE a  que “ignorasse e não comentasse” as provas fornecidas pela Rússia relativas ao fatídico vôo MH17 da Malaysia Airlines abatido com um míssil sobre a Ucrânia na semana passada, provando que foi uma “ação deliberada” ordenada por funcionários do governo fantoche de Kiev com o envolvimento da CIA, para jogar a culpa na Rússia e criar uma nova e grave crise entre ocidente/oriente.

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Fontes de inteligência alemães, este relatório continua, confirmaram a avaliação do seu homólogo dos EUA de que a Rússia não teve nenhum envolvimento com a derrubada da aeronave e ainda confirmaram que o caso do regime de Obama usando vídeos do YouTube e tweets para culpar a Rússia está  sendo “desvendado como uma piada” sob o aumento da percepção de que a evidência obtida pelas mídias sociais é duvidosa e essencialmente tudo que existe apenas como evidência.

Mais contundentes sobre as acusações do regime que controla o marionete Obama contra a Rússia relativas à derrubada de voo MH-17, este relatório diz, foram as confirmações de inteligência alemã de que estes mesmos vídeos e tweets do YouTube que procuram provar o envolvimento russo comprovadamente foram “manipulados“ e, em vez disso, provaram que na realidade as forças militares ucranianas eram os culpados pela derrubada do avião.

Importante de se notar, é que a Alemanha, já tendo ciência do confronto entre o regime de Obama e a Rússia, havia secretamente planejado se juntar ao bloco econômico das nações dos países do BRICS em 2011, quando seu Bundesbank (o Banco Central da Alemanha) exigiu uma repatriação completa de toda sua reserva de ouro em lingotes no valor de US$ 141 bilhões de dólares de ouro da Alemanha depositados na Reserva Federal dos EUA, em New York, onde ele deveria estar armazenado.

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Em 24 de Junho de 2014, este relatório continua, a Alemanha foi forçada a desistir de seu plano para repatriar seu ouro dos EUA após ser informada pelo regime que controla os EUA e o gabinete de Obama que a Alemanha só iria pegar o seu ouro de volta dali a MAIS sete anos, demostrando claramente que o nefasto cartel bancário dos EUA desapareceu com o precioso metal que tinha sido confiado a salvaguardar em seus cofres (mais um enorme roubo descarado).

Na luta contra os controladores dos EUA e do governo de Obama, no entanto, diz este relatório, a Alemanha reteve marcos sem efetuar conversão em Euros em torno de US 13 bilhões, em sua antiga moeda o Deutsche Marks, e desde 2011 tiveram suas prensas trabalhando horas extras imprimindo mais.

Fazer a mudança da Alemanha para integrar os BRICS e se afastando para bem longe do regime (Illuminati, Sionistas, Bilderberg, Monarquias, etc) que controla os EUA, o governo de Obama e países da Europa, se tornou  ainda mais urgente, o relatório adverte, pois a Alemanha teme que os EUA estão planejando um ataque ao Bundesbank (Banco Central da Alemanha) semelhante ao feito sobre o maior banco da França, o BNP Paribas, que foi punido com uma multa “legal” pelos EUA em US$ 9 bilhões depois que a França se recusou a cancelar embarque para a Rússia do navio de guerra Mistral. Esse fato prontamente levou o presidente do Banque de France (French National Bank ) Christian Noyer para advertir que “os dias do dólar dos EUA como moeda de reserva internacional estão contados“.

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Concordando com Noyer, este relatório diz, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que afirmou na semana passada no início da sexta Reunião de Cúpula dos países BRICS, realizada na aprazível cidade nordestina de Fortaleza, que as cinco grandes economias emergentes dos países BRICS” estão se movendo em direção a uma nova arquitetura financeira global“; uma estrutura econômica do tipo que a Alemanha precisa desesperadamente por causa do “efeito bumerangue” causado pelassanções que o (des)governo dos EUA e Obama decretam que devam ser impostas sobre a Rússia, pois que tais fatos estão começando a destruir a economia da Alemanha e demais países da Europa.

Igualmente crítica é a situação de espionagem efetuada pelos EUA no país e descoberta pelo governo da Alemanha, que é mais um motivo de afastamentos desse país e aproximação para juntar-se aos BRICS, diz este relatório, pois a CIA tinha uma rede de espionagem que foi descoberta espionando oficiais alemães de topo causando que a Alemanha ordenasse que o chefe da CIA em Berlim fosse expulso em mais um incidente diplomático grave nas relações entre os dois países.

tiosamespiatodos

A Alemanha esta tão alarmada contra o regime de espionagem das agências norte americanas sobre eles, disseram especialistas em inteligência russos neste relatório, que os seus altos funcionários do governo federal e estadual são agora obrigados a guardar-desligar os seus smartphones e computadores tablet quando as discussões sensíveis ocorrem, e as vendas de máquinas de escrever agora estão resurgindo na Alemanha também como fruto do medo de que a espionagem da CIA / NSA estão forçando até mesmo o mais comum das pessoas para manter seus dados, contatos e rotinas diárias a salvo da bisbilhotagem dos agentes norte americanos.

No entanto, em uma recente pesquisa de opinião realizada, se descobriu que a maioria do povo norte americano não está prestando a menor atenção para a propaganda de guerra saindo de Washington … Mais uma ignorância deliberada que com certeza vai custar caro, mais cedo do que mais tarde para todo o (ignorante da manipulação) povo dos EUA.

brics (2)

Em 23 de julho, 2014 © UE e dos EUA todos os direitos reservados. Permissão para usar este relatório em sua totalidade é concedida sob a condição de que está ligado de volta para sua fonte original na WhatDoesItMean.Com. Freebase conteúdo licenciado sob CC-BY e GFDL.

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Dizem que existem três tipos de pessoas no mundo:

  1. Aquelas que fazem as coisas acontecerem;
  2. Aquelas que observam as coisas acontecerem e
  3. Aquelas que ficam se perguntando o que aconteceu????
A vasta maioria da humanidade encontra-se nas duas últimas categorias. A maioria tem “olhos para ver”, mas não enxerga o que está acontecendo. A maioria tem “ouvidos para ouvir”, mas não compreende o que está acontecendo: “LOCAL, NACIONAL ou INTERNACIONALMENTE.”  

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Saiba MUITO mais acessando:

  1. http://thoth3126.com.br/voo-mh17-derrubado-para-gerar-crise-com-a-russia/
  2. http://thoth3126.com.br/os-anjos-caidos-the-watchers-os-vigilantes/
  3. http://thoth3126.com.br/grande-midia-7-pecados-que-eles-nao-querem-que-voce-saiba/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
  5. http://thoth3126.com.br/reptilianos-mais-informacoes/
  6. http://thoth3126.com.br/illuminati-revelacoes-de-um-membro-no-topo-da-elite-explosivo/
  7. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
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