15 jul

Jornal norte-americano “The New York Times”, um dos mais importantes do mundo, não poupou elogios à Copa do Mundo no Brasil em editorial sobre o evento; “A torcida foi colorida, barulhenta e comportada e os jogos variaram de entretenimento a absolutamente brilhante, tudo devorado pelo público recorde na televisão e nas mídias sociais”, diz o texto; apesar dos elogios, o jornal lembrou que nem tudo foi agradável ao Brasil: “Exceto, claro, a chocante derrota na semifinal por 7 a 1”; jornal critica o presidente da Fifa, Joseph Blatter; “Nos últimos anos, a Fifa tem sido associada direta ou indiretamente a todos os tipos de má gestão financeira, corrupção, peculato e viciação de resultados”, disse

Brasil 247 – O jornal norte-americano “The New York Times”, um dos mais importantes do mundo, não poupou elogios à Copa do Mundo no Brasil, em editorial publicado na edição da segunda-feira (14).

“O Brasil pode se orgulhar da Copa do Mundo”, afirma o texto logo em sua primeira frase. “A torcida foi colorida, barulhenta e comportada e os jogos variaram de entretenimento a absolutamente brilhante, tudo devorado pelo público recorde na televisão e nas mídias sociais”, completou.

Apesar dos elogios, o jornal lembrou que nem tudo foi agradável ao país anfitrião: “Exceto, claro, a chocante derrota do Brasil na semifinal por 7 a 1”, disse.

Já a Fifa foi criticada no texto, que fez ressalvas ao presidente da entidade máxima do futebol, Joseph Blatter.

“Nos últimos anos, [a Fifa] tem sido associada direta ou indiretamente a todos os tipos de má gestão financeira, corrupção, peculato e viciação de resultados”, disse. “Sepp Blatter, 78 anos, presidente suíço da Fifa desde 1998, não é acusado de corrupção. Mas desde que se tornou presidente, praticamente metade dos membros do comitê executivo foram acusados de violações, e ele tem sido relutante em investigar as alegações de negócios escusos”, completou.

Neste link é possível ler o texto na íntegra, em inglês.

Cleaning Up After the World Cup

Brazil can be proud of the World Cup it held — except, of course, the shocking breakdown of its national team in the 7-1 semifinal loss to Germany. The crowds were colorful, loud and behaved, and the play ranged from entertaining to utterly brilliant, all devoured by record-breaking audiences on television and social media.

There were the dodgy calls, blatant flops and Luis Suárez’s bizarre bite, but the perfect last-minute score by Mario Götze, which gave the Cup to Germany, is the more accurate icon of the four-and-a-half-week tournament. In all, the World Cup demonstrated why football, a.k.a. soccer, is the most global and popular of sports. And why it is time for FIFA to measure up to the sport it governs.

These days, a permanent stench seems to hang over FIFA, the organization that has governed world soccer since 1904 and, in recent years, has been linked directly or indirectly to all sorts of financial mismanagement, bribery, embezzlement and match-fixing. In the latest scandal, a company with close ties to FIFA is under investigation by Brazilian authorities for a huge ticket scalping operation, and a director of the company has been arrested.

Before the World Cup began, an investigation of match fixing by Europol, the European Union’s police agency, found suspicious results in 680 international matches between 2008 and 2011. Serious questions have also been raised about the bidding for the 2018 and 2022 World Cups, which went to Russia and Qatar. Sepp Blatter, the 78-year-old Swiss president of FIFA since 1998, is not accused of corruption. But since he has been president, nearly half of FIFA’s executive committee members have been accused of ethics violations, and he has been loath to investigate allegations of shady dealings. Should he be chosen for a fifth term, he and other FIFA executives need to dedicate themselves to reforms that could address the toll corruption is taking on the sport.

As for actions on the field, the tournament revealed two glaring flaws. When Germany’s Christoph Kramer took a nasty blow to the head in the last game, he was left to play for another 15 minutes before he fell again and was led off, looking dazed. Clearly, it is time for soccer to adopt safety measures to spot concussions. Then there’s the refereeing. There were too many dubious calls to continue putting off giving coaches the right to challenge bad calls through replays, a practice that has become routine in American football, tennis and other sports.

Soccer is a hugely important force in the world today. Its stewards should do everything in their power to keep it clean, safe and fair.

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