Tag Archives: Aécio

QUEM É VIOLENTO

25 maio

brasilia

QUEM É VIOLENTO

Trabalhadores massacrados no Pará.

Manifestantes reprimidos em Brasília.

Servidores brutalizados no Rio.

Dependentes químicos atacados em São Paulo.

As polícias fora de controle, ferindo e matando em nome da “ordem pública”.

Agora o exército contra o povo.

É o Estado de Direita, liderado por um corrupto apanhado em flagrante e apoiado por políticos de aluguel, mídia venal, empresariado escravista e classes médias idiotizadas.

É a ditadura de volta,

brutal como sempre,

cínica como nunca.

Por Gabriel Priolli –

Central de Notícias do Facebook

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Não. Não é que você não tenha bandido de estimação.Por Vinicius Tavares

21 maio

 

eleitores de aécim

Não. Não é que você não tenha bandido de estimação.

Você votou no Aécio sabendo que ele era ladrão.

Afinal de contas, em 2014, já abundavam denúncias contra ele, notadamente em Furnas e no governo de Minas.

O Google e as redes sociais não te permitem esquivar-se desta responsabilidade.
Você fez vista grossa!

Você aplaudiu a ascensão do Cunha à presidência da Câmara apesar da notória e extensa folha corrida dele.
E depois de deflagrado o processo de impeachment, você passou a tratá-lo com o carinhoso epíteto, veja só!, de “malvado favorito.”
Você foi um dos “milhões de Cunhas”.
Você acoberta todos os desmandos e ilegalidades dos milenaristas de Curitiba.

Você foi pra rua, naquele fatídico 17 de abril de 2016, esperar a derrocada de uma presidente legítima, ao cabo de um processo fajuto, esperando comemorar a ascensão do homem que, hoje, soçobra sob o peso de denúncias de corrupção.

Aliás, não demorou muito pra você perceber a m que fez e, “mandando às favas todos os seus escrúpulos de consciência”, tentar jogar o seu lixo no quintal do vizinho.
Claro!
Pra você, na sua falta de coragem pra assumir o que fez, na sua covardia, quem colocou o temer no poder foram os eleitores da Dilma. Você aprendeu esta fala em alguma página do mbl e a repete ad nauseum com a desfaçatez de fazer corar as penteadeiras dos mais sórdidos prostíbulos.
Este mesmo mbl do qual você compartilha postagens apesar de saber das falcatruas que seus membros andam envolvidos.

Não. Você diz que não tem bandido de estimação mas não se trata mais disso.

O que você não tem é caráter.”

 

Vinicius Tavares

 

 

Análise e  tendências sobre o golpe .Por Stanley Burburinho 

23 dez

Resultado de imagem para golpe no Brasil

O que penso. Posso estar enganado: o PSDB encomendou e pagou pelo golpe, mas não levou, se enfraqueceu, c omeçaram as brigas internas (ontem no Senado, Tasso, aliado de Aécio, quase saiu no tapa com Serra, que tem Aécio como desafeto), não tem candidato forte para 2018, predeu a presidência da República que pretendia com o golpe, virou minoria no Senado e na Câmara e ficará estigmatizado para sempre como golpista. O tiro saiu pela culatra. O PSDB e seus aliados, incluindo a Globo, são os grandes perdedores do golpe que pode ter sido tiro no próprio pé dos tucanos. Poderá ser o fim do PSDB que sempre fez tudo para acabar com o PT.
No final do golpe, o PMDB ficou com a presidência da República, com a presidência do Senado e com a presidência da Câmara. O PSDB ficou sem nada e não tem forças para derrotar o PMDB. Os golpistas não contavam com o fator Cunha que domina mais de 2/3 dos 513 deputados e grande parte dos senadores. Qualquer presidente que entrar agora será refém de Cunha e sua turma no Congresso.
A partir de hoje, a Globo pisará em ovos com o PMDB que ela sempre bateu. A Globo sabe que quem concede, renova e cassa concessão de mídias é o Senado e não o presidente da República.

A Globo também sabe que as concessões de todos os veículos de mídia da Globo começam a vencer em 2018 até 2022. Eis um dos motivos do medo da Globo do Lula se reeleger em 2018. O que impede o PMDB do Senado a qualquer momento colocar em votação a cassação da concessão da Globo? Nada. Se o PMDB fizer isso, com certeza, contará com o apoio dos senadores do PT e seus aliados e o PSDB, que será minoria, nada poderá fazer.
O Procurador-Geral, Rodrigo Janot, chefe do MPF, que bateu muito no PMDB e no Cunha, também pisará em ovos, a partir de hoje, quando tratar com o PMDB. O PGR sabe que só o Senado poderá destituí-lo e o PMDB tem maioria e poderá contar com a ajuda do PT e seus aliados. O PSDB não poderá fazer nada para impedir.
O MPF, que bateu muito no PMDB e no Cunha, também pisará em ovos com o PMDB a partir de hoje porque sabe que, a qualquer momento, o PMDB pode resolver exumar a PEC37, projeto de um petista do Maranhão, que retira o poder de investigação dos MPs e deixa somente com as polícias, que foi adquirido durante as manifestações de junho de 2013, com a derrubada da PEC37 que teve enorme apoio da Globo.
Outra coisa: se o deputado Waldir Maranhão renunciar da presidência da Câmara, Cunha já tem o candidato substituto. O PSDB nada poderá fazer.
Qual a chance do PSDB derrotar o PMDB na eleição para o novo presidente da Câmara? Somente se o PSDB pedir ajuda ao PT e seus aliados e formar maioria para derrotar o PMDB na Câmara. E se o PMDB não quiser abrir mão da presidência da Câmara? Terá que pedir ajuda ao PT e seus aliados para formar maioria e derrotar o PSDB. E, por incrível que pareça, o próximo presidente da Câmara poderá não ser do PMDB nem do PSDB, mas poderá ser do PT ou de algum partido aliado do PT
O PMDB ou Cunha poderão, a qualquer momento, colocar em votação o pedido de impeachment de Temer, conforme solicitado pelo Marco Aurélio de Mello do STF. Temer será refém de Cunha e terá que ignorar a Globo e o PSDB. Se isso ocorrer, Temer, além de ser refém de Cunha, teria o PT ou algum aliado do PT, na presidência da Câmara para engavetar todos os projetos dele.
Gilmar Mendes, que desde ontem é o novo presidente do TSE poderá cassar o mandato de Temer? Sim, mas não fará isso. Se fizer isso ainda em 2016, haverá eleição direta e o serrista Gilmar não vai querer ver Aécio, desafeto de Serra, concorrendo aproveitando o recall da eleição presidencial de 2014. Então Gilmar poderá deixar para 2017? Sim, mas também não fará isso porque sabe que depois de 2016, a eleição será indireta e, por ter maioria, o PMDB fará o novo presidente do Brasil indiretamente e são grandes as chances de ser alguém indicado por Cunha. Para evitar que o PDMB faça o novo presidente via eleição indireta, o PSDB precisará da ajuda o PT e seus aliados para formar maioria. Por outro lado, para o PMDB eleger o novo presidente via eleição indireta, precisará da ajuda do PT e seus aliados para formar maioria.
Muita gente estranhou o fato de ontem Gilmar Mendes ter aberto inquérito para investigar Aécio, presidente do PSDB. Claro. Aécio é desafeto de Serra, grande amigo de Gilmar. O PSDB e seus apoiadores sabem que o enfraquecimento do PSDB, em grande parte, é devido à infantilidade de Aécio. Querem se livrar dele porque, ao que tudo indica, a carreira política de Aécio acabou. Ele não consegue votos em MG, seu estado natal, nem no RJ, onde mora. Serra é o candidato da velha mídia e dos EUA porque é entreguista. Já vimos na velha mídia matérias atacando os tucanos Aécio e Alckmin, mas nunca vimos nada atacando o tucano Serra. Vimos Aécio e Alckmin serem vaiados na manifestação da direita na av Paulista, mas Serra não foi vaiado.
Nos próximos 180 dias, até a votação final no Senado, veremos muita gente arrependida com o golpe, sem falar no povo. Não estranhe se na votação final, os golpistas, liderados pelo PSDB e com apoio da velha mídia, desistirem do golpe e votarem a favor de Dilma permanecer no cargo. Se isso não acontecer, quanto mais tempo os golpistas ficarem no poder, até 2018, se queimarão mais ainda e o PSDB e a velha mídia serão culpados pelo povão. Se isso acontecer, o PT retornará fortalecido. Temer já começou a fazer um monte de besteiras. Empresários de SP já disseram que Temer está jogando a eleição de 2018 no colo de Lula.
Com o fim das doações de empresas para campanhas políticas, o PSDB e o PMDB vão passar apertado nas próximas eleições. O PT tem militância que doará. Até hoje eu nunca vi um militante do PMDB. O PSDB tem militantes, mas poucos filiados e que doariam.
O Lewandowski do PSDB disse que o STF poderá analisar o mérito do golpe travestido de impeachment, bastando ser provocado pelo PT. Por que o PT ainda não provocou o STF? Sacou?

*Stanley Burburinho

MACHADO: AÉCIO LEVOU PROPINA DE R$ 1 MILHÃO E COMPROU 50 DEPUTADOS

16 jun

:

 

Em outro trecho da delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, aparece o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais defensores do impeachment; tucano teria recebido R$ 1 milhão em dinheiro em 1998, de um fundo criado por ele junto com Machado e o então presidente do PSDB, senador Teotonio Vilela, a fim de financiar a bancada do PSDB na Câmara e no Senado; plano era “eleger a maior bancada federal possível na Câmara para que pudessem viabilizar a candidatura de Aécio Neves à presidência da Casa no ano 2000”; segundo Machado, “a maior parcela dos cerca de R$ 7 milhões de reais arrecadados à época foi destinada ao então deputado Aécio Neves, que recebeu R$ 1 milhão de reais em dinheiro”; parte do montante foi solicitado à campanha nacional de Fernando Henrique Cardoso, que se reelegeu presidente naquele ano

 

Em mais um trecho bombástico da delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais defensores do impeachment, é acusado de ter recebido R$ 1 milhão ilegal em dinheiro em 1998 e comprado o apoio de 50 deputados para se eleger presidente da Câmara.

Segundo Machado, que na época era líder do PSDB no Senado, o dinheiro saiu de um fundo criado por ele junto com Aécio e o então presidente do PSDB, senador Teotonio Vilela, a fim de financiar a bancada do PSDB na Câmara e no Senado. O plano era “eleger a maior bancada federal possível na Câmara para que pudessem viabilizar a candidatura de Aécio Neves à presidência da Câmara no ano 2000”.

Segundo Sérgio Machado, a divisão resultaria “entre 100 mil e 300 mil a cada candidato” (cerca de 50 deputados) e “a maior parcela dos cerca de R$ 7 milhões de reais arrecadados à época foi destinada ao então deputado Aécio Neves, que recebeu R$ 1 milhão de reais em dinheiro”. O tucano “recebia esses valores através de um amigo de Brasília que o ajudava nessa logística”, informou ainda o delator.

Dos R$ 7 milhões arrecadados, R$ 4 milhões vieram da campanha de Fernando Henrique Cardoso à presidência – que se reelegeu em 1998 – e o restante de empresas. Parte do dinheiro também veio do exterior, de acordo com Machado. O ex-presidente da Transpetro também disse na delação que parte do dinheiro da campanha que viabilizou a eleição de Aécio à presidência da Câmara veio de propina em Furnas.

Leia aqui o trecho da delação que cita Aécio Neves e a compra de 50 deputados, publicado no blog de Fausto Macedo.

Brasil247

“REUNIÃO NA CASA DE LUCIANO HUCK E ANGÉLICA MARCA INÍCIO DA MOBILIZAÇÃO DE ARTISTAS E FAMOSOS À CAMPANHA DE AÉCIO NEVES”.

8 jun

aecio-neves-e-luciano-huck-comemoram-juntos
 

POR Alexandre De Oliveira Perigo- 4 de junho –

Na última sexta-feira muitas personalidades (entre eles o pensador Thiago Lacerda, inúmeros atores da peça “Malhação” de Shakespeare, o dançarino Anderson “Spider” Silva, o publicitário Paulo Coelho, o filósofo Latino, o ex-Deborah Secco, ex-túpido e diretor de comunicação da Natura Falcão, a escritora Black Block Ticiane Pinheiro, o ex-BBB e animador de auditório Roberto Justus, o ex-CCC Lobão, o x-tudo Olavo de Carvalho, o zagueiro futebolístico Reinaldo Azeredo, o empresário Diogo Mainardi, o ex-lutador de sumô Ronaldo Nazário. o ex-engraçado Jô Soares, o cobaia de oftalmologista Luiz Pondé e o ex-frangueiro Rogério Ceni) encontraram-se na residência oficial de inverno do casal Luciano Huck e Angélica para oficializar seu apoio à candidatura de Aécio Neves à presidência da República Democrática do Leblon.
No frugal encontro, amplamente coberto pela grande mídia (com destaque para os âncoras Amaury Júnior e Luciana Gimenez), foram servidos canapés de haddock defumado e champagne de boa safra para descontrair o ambiente.
Na ocasião todos puderam externar sua indignação com o governo do Khmer vermelho búlgaro-lulo-dilmístico. “É extremamente importante essa mobilização popular como forma de mudar tudo que está errado nesse governo”, disparou Thiago Lacerda, um dos líderes do movimento. “Não podemos permitir que essa ditadura comunista acabe com a família brasileira”, emendou Mainardi à beira da piscina. “Não é possível mais suportar os engarrafamentos diários por conta de manifestações vazias de vagabundos”, disparou também a sempre polêmica Ticiane. “E quer saber o que mais? Não vai ter copa!”, emendou euforicamente Ronaldo enquanto engasgava com 3 canapés engolidos quase que simultaneamente.
O bom humor deu o tom da noitada e o grupo ganhou até um nome de batismo de consenso, recebido jocosamente por todos: “Mi-ame, Brazil”.
Na agenda da reunião destacava-se uma lista de demandas a serem apresentadas ao candidato Aécio, que infelizmente não pôde comparecer ao evento por conta de comício-rave já agendado anteriormente. O anfitrião Luciano, vestindo uma camiseta verde e amarela da Ellus com estampa de Che Guevara dizendo “no va tener cuepa”, apresentou a lista, onde mereceu destaque:
– adiamento do golpe comunista para depois do fim do novo calendário maia;
– isenção de impostos para imóveis na zona sul do Rio de Janeiro e São Paulo, para automóveis importados e para compras no exterior, incluindo taxação zero para produtos da Apple;
– aprovação do projeto de lei PL 171, de autoria do próprio Aécio, que exige a calibração internacional de balanças de pesagem de papelotes;
– criação do programa “minha vaga, minha vida”, com a ampliação das vagas de estacionamento em todos os shoppings centers do país;
– regulamentação do trabalho escravo rural e doméstico;
– implementação do programa “asas para todos” com o financiamento estatal a fundo perdido de mais heliportos privados nas principais capitais do país;
– redução da maioridade penal de jovens (não arianos e não abastados) para 3 anos de idade; e
– mudanças profundas nos programas sociais, com extinção de todas as chamadas “bolsas-vagabundos” e adoção de políticas pautadas na filosofia “dar com a vara em vez de dar peixes”.
O movimento prometeu marcar para breve seu próximo encontro, a ser realizado em Miami ou em Aspen, a depender do clima.
O toque final de requinte ficou por conta da foto oficial do encontro, das rosas colombianas, dos bombocados de trufa italiana doce e das lembrancinhas da quinta avenida distribuídas na saída a todos os ilustres convidados, tudo atirado de cima pelo helicóptero contratado junto a um empresário mineiro.

A primeira foto que coloquei para ilustrar o texto de Alexandre De Oliveira Perigo e que está gerando polêmica, eu encontrei neste link e são da Agência Nitro.Por conta desta celeuma eu coloquei outra.

http://juntoscomaecio.wordpress.com/tag/luciano-huck/

TUCANOS DA SIEMENS E ALSTOM – GLOBO ACHA O POVO BOBO

9 ago

Há mais de dez anos, os partidos políticos, à frente o PT, que formam a coalizão para fortalecer a base política e partidária do Governo trabalhista no Congresso Nacional, bem como no que diz respeito ao controle administrativo dos ministérios tem sido acusados e denunciados, sistematicamente, pela mídia burguesa de todo o tipo de corrupção, sendo que incontáveis vezes as acusações se perderam por si próprias, porque, na verdade, não passavam de ilações e maledicências, que tinham a força de um tiro nas águas de um rio ou lago.

Entretanto, tais acusações infundadas e denúncias vazias causaram grandes transtornos e prejuízos profissionais, políticos e pessoais a muitas pessoas, que tiveram suas vidas devassadas e que moralmente sofreram com toda ordem de escárnio, deboche, e humilhação, ao tempo em que a imprensa de mercado se negava a dar o mesmo espaço nas diferentes mídias que tal sistema privado de comunicação controla aos políticos, às autoridades e a muitos dos assessores para poderem ao menos dar explicações ou se defender.

Ministros caíram, a exemplo de Orlando Silva, dos Esportes, e Carlos Lupi, do Trabalho, dentre outros, bem como a chefe da Casa Civil da presidenta Dilma Rousseff, Erenice Guerra, que desde os tempos do presidente trabalhista, Luiz Inácio Lula da Silva, sofria com as acusações de uma imprensa irresponsável, facciosa e indiscutivelmente partidária e ideologicamente de direita, que, indisposta a ouvi-la, a combateu sistematicamente, até que Dilma a afastasse do cargo para que a ministra pudesse se defender no Judiciário e, consequentemente, dar uma resposta à sociedade brasileira quanto às acusações.

Erenice foi acusada, em reportagem da revista Veja, que depois foi repercutida pelos jornais Estadão, Folha de S. Paulo e O Globo, além do Jornal Nacional, de montar, no Palácio do Planalto, uma central de propinas que cobrava de empresários 6% para fazer os projetos tramitar com celeridade. O filho de Erenice, Israel Guerra, era apresentado pela imprensa corporativa como “consultor de negócios”.

Depois de dois anos afastada do Palácio do Planalto, Erenice Guerra teve seu processo arquivado pelo Tribunal Regional Federal. As acusações de a ministra ter cometido tráfico de influência e seu filho ser considerado lobista foram consideradas improcedentes. O juiz da 10ª Vara Federal, Vallisney de Souza Oliveira, afirmou em sua decisão não haver nenhuma prova contra a ex-Chefe da Casa Civil. O advogado criminalista, Mário de Oliveira Filho, disse na época que as provas que foram exibidas na investigação levaram à conclusão de que a ex-ministra não praticou crime nenhum. E enfatizou: “Eram acusações absolutamente infundadas, sem nenhum lastro de prova real e concreta contra ela”.

Caso semelhante e tão grave quanto aos episódios citados aconteceu com o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do PT. O bicheiro, “diretor e pauteiro” de revista, Carlinhos Cachoeira, acumpliciado com a Veja do senhor Robert Civita e do jornalista Policarpo Jr., também conhecido pela alcunha de “Caneta”, tentaram derrubar o mandatário brasiliense, ao incluí-lo em questões sobre corrupção, tráfico de influência e de ter formalizado negócios com o bicheiro parceiro do senador cassado do DEM de Goiás, Demóstenes Torres, além de ter influência no governo do tucano Marconi Perillo, político goiano que depôs na CPMI do Cachoeira e que até hoje é investigado pelo Ministério Público.

Agnelo também depôs na CPMI, abriu o verbo, mostrou provas contundentes de que nunca se envolveu com o Cachoeira, “pauteiro” da Veja, bem como seu governo não participou de quaisquer tratativas, negócios ou acordos com tal personalidade, que ficou presa no presídio da Papuda em Brasília. Após sua emblemática participação na CPMI, Agnelo foi esquecido pela imprensa de negócios privados, que precisava de um bode expiatório, de preferência do PT, para se contrapor à lama, ao lamaçal em que ficaram atolados o governador Perillo, Carlinhos Cachoeira, a Veja e seu diretor, Caneta, além de Demóstenes Torres, até então considerado pela imprensa, de razão lacerdista, o arauto da família, da moral e dos bons costumes e quiçá da posteridade. Pois é… Não deu para concluir o golpe de joão-sem-braço, e o petista Agnelo saiu fortalecido ao tempo que a imprensa golpista teve de engoli-lo.

Esses fatos que aqui narro nesta tribuna do Brasil 247 representam uma porcentagem ínfima em razão do que os donos do sistema midiático privado fazem e realizam para desestabilizar politicamente as instituições republicanas e desqualificar e desmoralizar os mandatários legitimamente e legalmente eleitos pelo povo brasileiro, ainda mais quando a autoridade a ser combatida atua no campo da esquerda.

A imprensa alienígena e de caráter entreguista tergiversa, dissimula e distorce a verdade, os fatos e os acontecimentos. O faz em nome da liberdade de expressão e de imprensa, como forma de enganar os ingênuos, os desavisados, os ignaros, bem como se alia àqueles que se tornam seus cúmplices, pois eles sabem, até mesmo instintivamente, que a imprensa comercial combate os trabalhistas e a esquerda em geral.

Por causa disso compram o “barulho”, os interesses da imprensa burguesa, por serem ideologicamente conservadores, a exemplo da classe média coxinha, que certamente compreende o que faz quando sai às ruas de forma “apolítica” e “apartidária”, quebra e queima tudo o que está à sua frente, porque são contra “tudo o que está aí”, frase assertiva que significa Lula, Dilma, PT, esquerda e trabalhistas.

Além disso, as manifestações desses indivíduos foram consideradas “pacíficas”, palavra-chave usada pelos jornalistas da imprensa de negócios privados para amenizar a violência de quem cometeu violência e crimes, porque simplesmente para a mídia imperialista tais movimentos podem beneficiar os interesses políticos da oposição tucana, e, evidentemente, de seus patrões, proprietários, inclusive, de concessões públicas de meios de comunicação, como rádio e televisão.

A verdade é a seguinte: concessão pública de comunicação sem fiscalização é doação. A Constituição de 1988 regulamenta os meios de comunicação, mas até hoje artigos importantes da Carta Magna sobre esse assunto não foram regulamentados. E deu no que deu: empresários bilionários que não respeitam a ordem constitucional e que, mesmo a disfarçar seus caráteres golpistas por intermédio de opiniões de seus empregados escribas, odeiam a democracia e o estado democrático de direito. As seis famílias que controlam os meios de comunicação privados admiram mesmo o sistema de ditadura, se possível militar, como ocorreu no tempo de 1964 a 1985.

Eis que para o desgosto e preocupação dos barões da imprensa as multinacionais Siemens e Alstom resolvem fazer denúncias, pois enfrentam dificuldades judiciais em seus países de origem — a Alemanha e a França, bem como nos Estados Unidos. As denúncias de formação de cartéis para vencer licitações das obras do metrô de São Paulo atingiram os governadores Mário Covas (falecido), José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB. Os valores envolvidos são gigantescos (R$ 425 milhões) e mexem com o imaginário popular.

Os tucanos negam, como era de se esperar; e o governador Alckmin responde às acusações como se tivesse ensaiado na frente do espelho o que dizer para a grande imprensa, que, durante cerca de dez dias após as denúncias, resolveu dar o ar da graça e veicular alguma coisa sobre mais outro escândalo de políticos do PSDB, mas sempre dando voz ativa aos tucanos para eles darem explicações, bem como se defender, como o faz diariamente o governador Geraldo Alckmin, o ex-governador José Serra, o vereador Andrea Matarazzo, dentre outros que integram ou integraram os governos paulistas controlados pelo PSDB há 20 anos.

Aliás, a Rede Globo, diferentemente da Folha de S. Paulo, que, para a surpresa de muitos leitores tem colocado o dedo na ferida aberta, que atinge os interesses políticos da imprensa de mercado e do PSDB, tem buscado dar evidência negativa ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), autarquia vinculada ao Ministério da Justiça, que investiga a formação de cartel em licitações para a aquisição de equipamentos, construção e manutenção de linhas de metrôs e trens em São Paulo.

Para amenizar e distorcer as evidências noticiosas que pegam os tucanos com as mãos nas botijas, a Globo e jornais, a exemplo do Estadão, citam o Distrito Federal, onde o governador é do PT, para causar confusão ao público, bem como desqualificar as investigações do Cade e da Polícia Federal, ao repercutir e dar credibilidade às acusações de que o Cade se transformou na polícia política do PT, como já afirmaram, “espertamente”, alguns jornalistas da imprensa alienígena e políticos ligados ao PSDB. Um absurdo e maledicência as acusações tucanas, porque o Cade é órgão do estado brasileiro, independente, e que investigou inúmeros casos ligados aos petistas, que estão não poder ao tempo de 11 anos.

Geraldo Alckmin solicitou ao Cade acesso aos processos, o que foi negado pelo órgão, evidentemente. A questão das denúncias da Siemens e da Alstom não se equivale a uma disputa política como quer fazer crer setores conservadores da imprensa privada e os políticos, empresários, secretários de estado e técnicos envolvidos com supostas corrupções e malfeitos conduzidos e efetivados por autoridades do PSDB.

A teoria conspiratória em que o PT é o conspirador é uma farsa, um embuste e que não vai colar, porque até a questão do Distrito Federal já foi “esquecida” pela imprensa dos barões, que correu atrás para tentar esvaziar mais um escândalo tucano, mas percebeu rapidamente que os malfeitos ocorridos no DF são relativos aos governos de Joaquim Roriz, senador que renunciou ao mandato para não ser cassado, e José Roberto Arruda, governador cassado, que ficou preso durante meses. Agnelo Queiroz, do PT, não teve quaisquer envolvimentos com a Alstom e a Siemens, tanto é verdade que as ilações contra ele pararam e seu nome saiu das manchetes.

O Ministério Público de São Paulo está a apurar os envolvidos nesse escândalo de R$ 425 milhões, de acordo com o Cade e o MP. Investiga-se supostos enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro público de autoridades paulistas. Os contratos firmados entre as multinacionais e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô são da ordem de R$ 1,925 bilhão, ou seja, quase R$ 2 bilhões. Se a concorrência não fosse de cartas marcadas, os custos das obras e de manutenção seriam 30% menores, segundo os números repassados pela Siemens e também repercutidos pela “grande” imprensa.

O prejuízo para São Paulo e o contribuinte é de R$ 557 milhões, segundo documentos da empresa alemã. Enquanto isso, São Paulo e a capital oferecem um dos piores serviços de transportes do Brasil, com pouca oferta, sem competição empresarial e com os veículos (trens e metrô) abarrotados de cidadãos paulistas, paulistanos e brasileiros, que são carregados pior do que gado.

Até agora não se ouviu ainda com vigor o bordão “Vem pra rua”! E muito menos se leu ou se ouviu algum “especialista” de prateleira da Globo News, das televisões abertas ou jornalistas, comentaristas, colunistas e blogueiros a apagar o incêndio, que é esse escândalo, com gasolina. E foi, sem sombra de dúvida, que tais jornalistas e “especialistas” fizeram quando da ocupação das ruas pela classe média coxinha oportunista, que saiu às ruas a babar de ódio para contestar “tudo o que está aí”, ou seja, a Dilma, o Lula, o PT e o governo trabalhista.

A verdade é que a quadrilha dos trilhos está a ser desvendada, porque a Siemens e a Alstom delataram autoridades dos sucessivos governos tucanos de São Paulo. Aliás, é salutar lembrar ou não esquecer: essas duas multinacionais também respondem a acusações, denúncias e são alvos de investigações em seus países de origem e nos Estados Unidos. Além disso, O Estadão revelou que o MP sabe que agentes públicos receberam subornos, que foram depositados em três empresas de offshore sediadas no Uruguai.

Contudo, insisto, a televisão aberta e principalmente a Globo tocam no assunto de forma tímida, o que, inegavelmente, não foi a postura jornalística que tiveram, por exemplo, com o PT, o Lula, a Dilma e principalmente com os petistas José Dirceu e José Genoíno nos últimos 11 anos. Não há termos de comparação; e até mesmo aqueles cidadãos que se tornam hidrofóbicos quando escutam ou leem as palavras socialista, trabalhista e petista hão de perceber que a imprensa de mercado tem lado, tem cor, tem ideologia, toma partido e combate a esquerda desde tempos idos,

Agem dessa forma sem ao menos se preocuparem em fazer jornalismo para toda a sociedade. Não se importam em ouvir os lados envolvidos, com o intuito de dar voz ativa a quem é alvo de denúncias, acusações e até mesmo de covardias, sendo que muitas delas previamente calculadas, pois tem o propósito de desconstruir aqueles que os donos do sistema midiático privado consideram os inimigos a serem derrotados ou destruídos.

Hoje, por exemplo, o Jornal Hoje, da TV Globo, cujos âncoras são os jornalistas Evaristo Costa e Sandra Annenberg, não tocou no assunto sobre a delação da Siemens e da Alscom ao Cade, que deixou as autoridades paulistas e tucanas em situação dificílima, pois acusadas de corrupção, que chega ao montante de R$ 425 milhões. É muito dinheiro em um só caso, que isto fique claro. O Jornal Hoje se dedicou a casos escabrosos relativos a crimes de sangue e roubo, a exemplo dos casos do garoto que supostamente matou quatro membros de sua família, sendo que dois são policiais; da menina Isabela Nardoni, morta pelo pai e madrasta, que estão presos há cinco anos; do Amarildo, que sumiu da Rocinha e policiais são acusados e investigados pelo sumiço; além do famoso caso do Trem Pagador, que teve como um de seus protagonistas o ladrão Ronald Biggs, que morou décadas no Brasil e roubou, em 1963, £$ 2,6 milhões.

Como se observa a Globo é um caso perdido de desfaçatez, incongruência, incoerência e péssimo jornalismo. Quer dizer que um escândalo dessa envergadura, que envolve duas multinacionais poderosas e europeias, políticos do PSDB paulista, que estão, indubitavelmente, entre os mais poderosos do País, além de liderarem a oposição aos governos trabalhistas, bem como atuam o poderoso Ministério Público de São Paulo e o Cade, do Ministério da Justiça, não é para a Globo assunto de pauta, relevante para a Nação e importante por causa dos indivíduos citados, dos valores monetários e das instituições envolvidas?

Então, a Globo (patrões, diretores e editores) em seu tradicional vespertino, o Jornal Hoje, “esquece” tal pauta ou faz política, às claras, na maior insensatez possível e, consequentemente, esconde um elefante debaixo da mesa e acha que ninguém vê e percebe o jornalismo partidário e ideológico que essa televisão de concessão pública apresenta para o povo brasileiro? A realidade é que essa empresa privada vive em um mundo surreal, onde ela determina que seus interesses e de seus aliados estão acima dos interesses do Brasil e dos 200 milhões de brasileiros que lutam dia a dia para terem acesso a uma vida de melhor qualidade.

O que é a Globo? Um estado dentro do estado nacional? Como pode uma empresa privada fazer a vez da oposição e mesmo assim as autoridades constituídas não fazem nada a respeito disso? Artigos da Constituição de 1988 até hoje não foram regulamentados e que dispõem sobre o marco regulatório foram “esquecidos” por quem tem a obrigação constitucional de regulamentá-los, como o Governo Federal e a sua bancada no Congresso Nacional. A Siemens e a Alstom querem se livrar de seus processos em diversos países e de inúmeros esqueletos guardados em seus armários. E vários desses esqueletos tem os DNA e as digitais dos tucanos, apesar dos rodeios e subterfúgios das Organizações(?) Globo e da imprensa em geral. A Globo acha o povo bobo. É isso aí.

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DAVIS SENA FILHO
8 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 18:34

Roubalheira Tucana:. CITAÇÃO A SERRA EM EMAIL DA SIEMENS TORNA CPI ‘URGENTE’

9 ago

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Avaliação é do deputado petista Paulo Teixeira (SP), escalado para obter as 171 assinaturas necessárias para instalação de comissão de inquérito na Câmara; ex-governador e presidenciável tucano aparece em correio eletrônico de diretor da multinacional alemã como tendo proposto arrego em licitação de trens urbanos; confidente Andrea Matarazzo e auxiliar José Luís Portela podem ser os primeiros convocados; ninho tucano paulista balança

247 – Sempre chamou a atenção de presentes o fato de o atual vereador Andrea Matarazzo, tucano que foi secretário de Energia de São Paulo e presidente da Cesp (estatal modelo que fatiou em 11 partes para vender ao mercado), assoprar toda a fumaça de seus pulmões, ocupados pelo tragar de um cigarro, bem sobre o rosto de José Serra. Aconteceu assim, exatamente, na campanha municipal de 2004, logo após Serra deixar o cargo de ministro da Saúde com a marca de antitabagista. Ele nunca reclamava de Matarazzo. Começa-se a entender, agora, o porque da tolerância de Serra.

Neste momento, Serra e Matarazzo podem ir parar, juntos, numa mesma Comissão Parlamentar de Inquérito. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) começou nesta quinta-feira 8 a coleta das 171 assinaturas necessárias para a instalação da comissão na Câmara dos Deputados. Aos dois amigos tucanos, caso a CPI seja mesmo instalada, deverá se juntar outro, o ex-secretário de Transportes de Serra, José Luís Portela, o Portelinha.

No e-mail de um diretor da Siemens à sede mundial da empresa, em poder das autoridades brasileiras, Serra e Portela são citados como tendo participado de uma conversa em Amsterdã, na Holanda, com o representante brasileiro da multinacional Nelson Marquetti, na qual se definiu um acerto entre empresas para a venda e instalação de trens metropolitanos para São Paulo. Na época da covenrsa, durante o governo Serra em São Paulo,, a Siemens disputava com a espanhola CAF uma licitação milionária aberta pela CPTM para aquisição de 40 novos trens, e ameaçava questionar na Justiça o resultado da concorrência se não saísse vitoriosa.

A Siemens tinha a segunda melhor proposta da licitação, mas esperava ficar com o contrato se conseguisse desqualificar a rival espanhola, que apresentara a proposta com preço mais baixo. De acordo com a mensagem do executivo da Siemens, Serra avisou que a licitação seria cancelada se a CAF fosse desqualificada, mas disse que ele e Portella “considerariam” outras soluções para evitar que a disputa empresarial provocasse atraso na entrega dos trens. Segundo o e-mail, uma das saídas discutidas seria a CAF dividir a encomenda com a Siemens, subcontratando a empresa alemã para a execução de 30% do contrato, o equivalente a 12 dos 40 trens previstos. Outra possibilidade seria encomendar à Siemens componentes dos trens.
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“Está demonstrada a participação de agentes públicos. Isso mostra a urgência de instalação de uma CPI”, acredita o deputado Teixeira. “Na minha avaliação, está caracterizada fraude a licitação”, afirma o deputado, referindo-se ao acerto, digamos, extra-judicial. “Com o envolvimento no nome do Serra, a suspeita sai da esfera apenas de funcionários da administração pública e vai para a esfera política, o que deve ser alvo de uma investigação dos deputados”, afirmou.

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