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Aproveite a Casa Branca, senhor! Nós cuidamos do resto!

19 nov

Resultado de imagem para Trump e a CIA

CIA para Trump :

Enjoy the White House, sir! We take care of the rest!

“Primeiro dia de Trump no Salão Oval, após ser eleito Presidente.
Primeira reunião com a CIA, o Pentágono e o FBI:

Trump: Precisamos destruir o Estado Islâmico imediatamente. Sem atrasos.
CIA: Não podemos, senhor Presidente. Nós os criamos junto com a Turquia, Arábia Saudita, o Qatar e outros.

Trump: Os Democratas os criaram.
CIA: Nós criamos o Estado Islâmico, senhor Presidente. O senhor precisa deles ou então perderia investimentos do lobby de gás natural.

Trump: Pare de dar dinheiro para o Paquistão. Deixem a Índia lidar com eles.
CIA: Não podemos fazer isso.
Trump: Por que?
CIA: A Índia vai separar o Baluquistão do Paquistão.
Trump: Não me importa.
CIA: A India vai ter paz na região da Caxemira. Vão parar de comprar nossas armas. Vão se tornar um superpoder. Precisamos dar dinheiro para o Paquistão para manter a Índia lutando na Caxemira.

Trump: Mas vocês precisam destruir o Talibã.
CIA: Senhor Presidente, não podemos. Nós criamos o Talibã para ficarmos de olho na Rússia durante a década de 80. Agora eles estão alimentando o conflito no Paquistão e os mantendo longe de suas armas nucleares.

Trump: Temos que destruir os regimes que apoiam o terror no Oriente Médio. Vamos começar pela Arábia Saudita.
Pentágono: Senhor Presidente, não podemos fazer isso. Nós criamos estes regimes porque queríamos o petróleo deles. Não podemos ter uma democracia lá, senão as pessoas vão tomar aquele petróleo – e não podemos deixar que o povo lá tome posse do petróleo.

Trump: Então, vamos invadir o Irã.
Pentágono: Também não podemos fazer isto, senhor Presidente.
Trump: Por que não?
CIA: Estamos conversando com eles, senhor.
Trump: O que? Por que?
CIA: Queremos nossos drones de volta. Se nós atacarmos o Irã, a Rússia vai nos dizimar, como fizeram com nossos amigos do Estado Islâmico na Síria. Além disso, precisamos do Irã para ficar de olho em Israel.

Trump: Então vamos invadir o Iraque novamente.
CIA: Senhor, nossos amigos do Estado Islâmico já estão ocupando 1/3 do Iraque.
Trump: E por que não o Iraque inteiro?
CIA: Precisamos do governo xiita do Iraque para ficar de olho no Estado Islâmico.

Trump: Vou banir muçulmanos de entrarem nos EUA.
FBI: Não podemos fazer isto.
Trump: Por que não?
FBI: Porque daí a nossa própria população vai ficar destemida.

Trump: Vou deportar todos os imigrantes ilegais para o sul da fronteira.
Polícia da Fronteira: O senhor não pode fazer isto.
Trump: Por que não?
Polícia da Fronteira: Se eles forem embora, quem vai construir o muro?

Trump: Vou banir os vistos de trabalho.
Departamento de Segurança Interna: O senhor não pode fazer isto.
Trump: Por que?
Chefe de Gabinete da Casa Branca: Se o senhor fizer isto, teremos que realocar as operações da Casa Branca para Bangalore, que fica na Índia.

Trump (suando de raiva): Então que diabos eu faço como Presidente???
CIA: Aproveite a Casa Branca, senhor! Nós cuidamos do resto!”

Por   Jose Augusto Valente Via Myriam Andréa

DILMA ROUSSEFF, PRESIDENTA DO BRASIL, PAÍS MEMBRO DO GRUPO BRICS, É O PRÓXIMO ALVO DE WASHINGTON

3 mar

O artigo BRICS’ Brazil President Next Washington Target foi nos EUA em novembro. Mas a sua atualidade faz a gente reproduzir ele aqui no Blog.
DILMA ROUSSEFF, PRESIDENTA DO BRASIL, PAÍS MEMBRO DO GRUPO BRICS, É O PRÓXIMO ALVO DE WASHINGTON

Publicado no “NEO – New Eastern Outlook”. Escrito por F. William Engdahl, norte-americano, engenheiro (Princeton) e pós-graduado em economia comparativa (Estocolmo). Transcrito no “Patria Latina” com tradução de Renato Guimarães para a “Vila Vudu” e republicado do Blog Democracia e Política

BRICS’ Brazil President Next Washington Target
“O porquê do terceiro turno…
Para ganhar o segundo turno das eleições contra o candidato apoiado pelos Estados Unidos, Aécio Neves, em 26 outubro de 2014, a presidenta recém-reeleita do Brasil, Dilma Rousseff, sobreviveu a uma campanha maciça de desinformação do Departamento de Estado estadunidense. Não obstante, já está claro que Washington abriu uma nova ofensiva contra um dos líderes chave dos BRICS, o grupo não alinhado de economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Com a campanha de guerra financeira total dos Estados Unidos para enfraquecer a Rússia de Putin e uma série de desestabilizações visando a China, inclusive, mais recentemente, a “Revolução dos Guarda-Chuvas” financiada pelos Estados Unidos em Hong Kong, livrar-se da presidente “socialmente propensa” do Brasil é uma prioridade máxima para deter o polo emergente que se opõe ao bloco da Nova (des)Ordem Mundial de Washington.

A razão por que Washington quer se livrar de Rousseff é clara. Como presidente, ela é uma das cinco cabeças do BRICS que assinaram a formação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS, com capital inicial autorizado de 100 bilhões de dólares e um fundo de reserva de outros 100 bilhões de dólares. Ela também apoia uma nova Moeda de Reserva Internacional para complementar e eventualmente substituir o dólar. No Brasil, ela é apoiada por milhões de brasileiros mais pobres, que foram tirados da pobreza por seus vários programas, especialmente o Bolsa Família, um programa de subsídio econômico para mães e famílias da baixa renda. O Bolsa Família tirou uma população estimada de 36 milhões de famílias da pobreza através das políticas econômicas de Rousseff e de seu partido, algo que incita verdadeiras apoplexias em Wall Street e em Washington.
Líderes dos países BRICS

Apoiado pelos Estados Unidos, seu rival na campanha, Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), serve aos interesses dos magnatas e de seus aliados de Washington.

O principal assessor econômico de Neves, que se tornaria Ministro da Fazenda no caso de uma presidência de Neves, era Armínio Fraga Neto, [cidadão norte-americano e brasileiro] amigo íntimo e ex-sócio de Soros e seu fundo hedge “Quantum”. O principal conselheiro de Neves, e provavelmente seu Ministro das Relações Exteriores, tivesse ele ganhado as eleições, era Rubens Antônio Barbosa, ex-embaixador em Washington e hoje Diretor da ASG em São Paulo.

A ASG é o grupo de consultores de Madeleine Albright, ex-Secretária de Estado norte-americana durante o bombardeio da Iugoslávia em 1999. Albright, dirigente do principal grupo de reflexão dos Estados Unidos, o “Conselho sobre Relações Exteriores”, também é presidente da primeira ONG da “Revolução Colorida” financiada pelo governo dos Estados Unidos, o “Instituto Democrático Nacional” (NDI). Não é de surpreender que Barbosa tenha conclamado, numa campanha recente, o fortalecimento das relações Brasil-Estados Unidos e a degradação dos fortes laços Brasil-China, desenvolvidos por Rousseff na esteira das revelações sobre a espionagem norte-americana da Agência de Segurança Nacional (NSA) contra Rousseff e o seu governo.

Surgimento de escândalo de corrupção

Durante a áspera campanha eleitoral entre Rousseff e Neves, a oposição de Neves começou a espalhar rumores de que Rousseff, que até então jamais fora ligada à corrupção tão comum na política brasileira, estaria implicada num escândalo envolvendo a gigante estatal do petróleo, a Petrobras. Em setembro, um ex-diretor da Petrobras alegou que membros do governo Rousseff tinham recebido comissões em contratos assinados com a gigante do petróleo, comissões essas que depois teriam sido empregadas para comprar apoio congressional. Rousseff foi membro do conselho de diretores da companhia até 2010.

Agora, em 2 de novembro de 2014, apenas alguns dias depois da vitória arduamente conquistada por Rousseff, a maior firma de auditoria financeira dos Estados Unidos, a “Price Waterhouse Coopers” se recusou a assinar os demonstrativos financeiros do terceiro trimestre da Petrobras. A PWC exigiu uma investigação mais ampla do escândalo envolvendo a companhia petrolífera dirigida pelo Estado.


Dilma Rousseff

A Price Waterhouse Coopers é uma das firmas de auditoria, consultoria tributária e societária e de negócios mais eivadas de escândalos nos Estados Unidos. Ela foi implicada em 14 anos de encobrimento de uma fraude no grupo de seguros AIG, o qual estava no coração da crise financeira norte-americana de 2008. E a Câmara dos Lordes britânica criticou a PWC por não chamar atenção para os riscos do modelo de negócios adotado pelo banco “Northern Rock”, causador de um desastre de grandes proporções na crise imobiliária de 2008 na Grã-Bretanha, cliente que teve que ser resgatado pelo governo do Reino Unido.

Intensificam-se os ataques contra Rousseff, disso podemos ter certeza.

A estratégia global de Rousseff

Não foi apenas a aliança de Rousseff com os países dos BRICS que fez dela um alvo principal da política de desestabilização de Washington. Sob seu mandato, o Brasil está agindo com rapidez para baldar a vulnerabilidade à vigilância eletrônica norte-americana da NSA.

Dias após a sua reeleição, a companhia estatal Telebras anunciou planos para a construção de um cabo submarino de telecomunicações por fibra ótica com Portugal através do Atlântico. O planejado cabo da Telebras se estenderá por 5.600 quilômetros, da cidade brasileira de Fortaleza até Portugal. Ele representa uma ruptura maior no âmbito das comunicações transatlânticas sob domínio da tecnologia norte-americana. Notadamente, o presidente da Telebras, Francisco Ziober Filho, disse numa entrevista que o projeto do cabo será desenvolvido e construído sem a participação de nenhuma companhia estadunidense.

As revelações de Snowden sobre a NSA em 2013 elucidaram, entre outras coisas, os vínculos íntimos existentes entre empresas estratégicas chave de tecnologia da informática, como a “Cisco Systems”, a “Microsoft” e outras, e a comunidade norte-americana de inteligência. Ele declarou que:

“A questão da integridade e vulnerabilidade de dados é sempre uma preocupação para todas as companhias de telecomunicações”.

O Brasil reagiu aos vazamentos da NSA periciando todos os equipamentos de fabricação estrangeira em seu uso, a fim de obstar vulnerabilidades de segurança e acelerar a evolução do país rumo à autossuficiência tecnológica, segundo o dirigente da Telebras.

Até agora, virtualmente todo tráfego transatlântico de TI encaminhado via costa leste dos Estados Unidos para a Europa e a África representou uma vantagem importante para espionagem de Washington.


Espionagem! O Expresso está 100 por cento sob nosso controle.

Se verdadeiro ou ainda incerto, o fato é que sob Rousseff e seu partido o Brasil está trabalhando para fazer o que ela considera ser o melhor para interesse nacional do Brasil.

A geopolítica do petróleo também é chave

O Brasil também está se livrando do domínio anglo-americano sobre sua exploração de petróleo e de gás. No final de 2007, a Petrobras descobriu o que considerou ser uma nova e enorme bacia de petróleo de alta qualidade na plataforma continental no mar territorial brasileiro da Bacia de Santos. Desde então, a Petrobras perfurou 11 poços de petróleo nessa bacia, todos bem-sucedidos. Somente em Tupi e em Iara, a Petrobras estima que haja entre 8 a 12 bilhões de barris de óleo recuperável, o que pode quase dobrar as reservas brasileiras atuais de petróleo. No total, a plataforma continental do Brasil pode conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo, transformando o país numa potência de petróleo e gás de primeira grandeza, algo que a Exxon e a Chevron, as gigantes do petróleo norte-americano, se esforçaram arduamente para controlar.

Em 2009, segundo cabogramas diplomáticos norte-americanos vazados e publicados pelo Wikileaks, a Exxon e a Chevron foram assinaladas pelo consulado estadunidense no Rio de Janeiro por estarem tentando, em vão, alterar a lei proposta pelo mentor e predecessor de Rousseff em seu Partido dos Trabalhadores, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, ou Lula, como ele é chamado.[Foi revelado pelo Wikileaks que José Serra, o então candidato do PSDB que competia contra Dilma pela presidência, prometera confidencialmente à Chevron que, se eleito, afastaria a Petrobras do pré-sal para dar espaço às petroleiras estadunidenses].

Essa lei de 2009 tornava a estatal Petrobras operadora-chefe de todos os blocos no mar territorial. Washington e as gigantes estadunidenses do petróleo ficaram furiosos ao perderem controles-chave sobre a descoberta da potencialmente maior jazida individual de petróleo em décadas.


Dilma Rousseff e Joe Biden

Para tornar as coisas piores aos olhos de Washington, Lula não apenas afastou a Exxon Mobil e a Chevron de suas posições de controle em favor da estatal Petrobras, como também abriu a exploração do petróleo brasileiro aos chineses. Em dezembro de 2010, num dos seus últimos atos como presidente, ele supervisionou a assinatura de um acordo entre a companhia energética hispano-brasileira Repsol e a estatal chinesa Sinopec. A Sinopec formou uma joint venture, a Repsol Sinopec Brasil, investindo mais de 7,1 bilhões de dólares na Repsol Brasil. Já em 2005, Lula havia aprovado a formação da Sinopec International Petroleum Service of Brazil Ltd, como parte de uma nova aliança estratégica entre a China e o Brasil, precursora da atual organização do BRICS.

Washington não gostou

Em 2012, uma perfuração conjunta, da Repsol Sinopec Brazil, Norway’s Stateoil e Petrobras, fez uma descoberta de importância maior em Pão de Açúcar, a terceira no bloco BM-C-33, o qual inclui Seat e Gávea, esta última uma das 10 maiores descobertas do mundo em 2011. As maiores [empresas] do petróleo estadunidenses e britânicas absolutamente sequer estavam presentes.

Com o aprofundamento das relações entre o governo Rousseff e a China, bem como com a Rússia e com outros parceiros do BRICS, em maio de 2013, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, veio ao Brasil com sua agenda focada no desenvolvimento de gás e petróleo. Ele se encontrou com a presidenta Dilma Rousseff, que havia sucedido ao seu mentor Lula em 2011. Biden também se encontrou com as principais companhias energéticas no Brasil, inclusive a Petrobrás.

Embora pouca coisa tenha sido dita publicamente, Rousseff se recusou a reverter a lei do petróleo de 2009 de maneira a adequá-la aos interesses de Biden e de Washington. Dias depois da visita de Biden, surgiram as revelações de Snowden sobre a NSA, de que os Estados Unidos também estavam espionando Rousseff e os funcionários de alto escalão da Petrobras. Ela ficou furiosa e, naquele mês de setembro, denunciou a administração Obama diante da Assembleia Geral da ONU por violação da lei internacional. Em protesto, ela cancelou uma visita programada a Washington. Depois disso, as relações Estados Unidos-Brasil sofreram grave resfriamento.


Dilma e Lula

Antes da visita de Biden em maio de 2013, Dilma Rousseff tinha uma taxa de popularidade de 70 por cento. Menos de duas semanas depois da visita de Biden ao Brasil, protestos em escala nacional convocados por um grupo bem organizado chamado “Movimento Passe Livre”, relativos a um aumento nominal de 10 por cento nas passagens de ônibus, levaram o país virtualmente a uma paralisação e se tornaram muito violentos. Os protestos ostentavam a marca de uma típica “Revolução Colorida”, ou desestabilização via Twitter, que parece seguir Biden por onde quer que ele se apresente. Em semanas, a popularidade de Rousseff caiu para 30 por cento.”

FONTE: publicado no “NEO – New Eastern Outlook”. Escrito por F. William Engdahl, norte-americano, engenheiro e jurisprudente (Princeton, EUA-1966), pós-graduado em economia comparativa (Estocolmo, Suécia-1969). Artigo transcrito no “Patria Latina” com tradução de Renato Guimarães para a “Vila Vudu” (http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e&cod=14736).[Título e trechos entre colchetes acrescentados por este blog ‘democracia&política’].

Vamos criar outra grande tragédia pra culpar os russos e tentar equilibrar o jogo..

20 jul

Primeiro Putin dá asilo a Snowden…

Depois impede o ataque dos USA a Síria….

Mais adiante impede que o golpe na Ucrânia atinja seu principal objetivo, que era tomar a base naval no Mar Negro, situada na Crimeia…

Na sequência fecha acordos históricos com a China, colocando Dollar em segundo plano…

Não satisfeito perdoa a dívida de Cuba de quase 40 bilhões de dólares…

E vem pro Brasil implementar organismo financeiro dos BRICS que promete abalar a hegemonia do Banco Mundial e FMI…

E se reúne com os líderes do Mercosul….

Em meio a tudo isso, os ucranianos do leste impõe pesadas derrotas aos fascistas de Kiev…

Resumo da ópera bufa estadunidense:

“Vamos criar outra grande tragédia pra culpar os russos e tentar equilibrar o jogo…”

já fizeram isso antes, e vão continuar fazendo…

Por Dario Achkar. via Iza Haim.

e por Sandra Brandini Via  Mara Rocha  

ADEUS, BRETTON WOODS, OS BRICS CHEGARAM por Leopoldo Vieira

16 jul


14 DE JULHO DE 2014 ÀS 16:30
Hoje começa a cúpula que tornará BRICS um bloco econômico de fato porque serão oficialmente sócios no Novo Banco de Desenvolvimento-NDB e no Arranjo Contingente de Reservas-CRA. É o pior pesadelo do mundo para a direitona brava
Para Marcos, que insurgiu armas indígenas de poesia e som desde a selva Lacandona, em 1994, quando mentiam às nossas crianças dizendo que a História havia acabado.

Quando, nos anos 90, Caetano Veloso denunciou que alguma coisa estava fora da nova ordem mundial, o planeta ainda tentava acreditar nas promessas de democracia, paz e prosperidade que adviriam do fim da Guerra Fria. Só que o cano da pistola que as crianças mordiam, o asfalto, a ponte, o viaduto ganindo para a lua, o monte de lixo baiano, só piorariam.

A maior tragédia geopolítica do século XXI não seria a queda em si das URSS, nas palavras de Vladimir Putin, mas as consequências dela: um mundo unipolar, cujo Consenso (de Washington) de quem passara a mandar era democracias de fachada, privatização do poder público, desregulação do comércio, fim do Estado-Nação e apropriação das riquezas dos povos por meia dúzia de rentistas que enriqueceriam sem produzir.

O que aconteceu todos sabem: o mundo foi implodido.

Como jovem, enfrentei o neoliberalismo nas ruas e na organização de uma geração que, passados dez anos da tragédia da eleição de FHC em 1994, pode celebrar uma real nova ordem mundial nascente, o que parecia absolutamente impensável naquele quadrante da História.

A #CopadasCopas latino-americana foi parte disso, sucedendo a Copa da África, não menos histórica. Símbolos da capacidade de gestão do que se chamava de Terceiro Mundo. Conceito este que, nos anos 90, foi atucanado para o eufemismo “emergente”, usado pelos neoliberais para escamotear o verdadeiro rumo para o qual conduziam a humanidade.

Trumann fez o mesmo em histórico discurso onde dividiu o mundo em desenvolvidos e subdesenvolvidos, ocasião em que foi erguido o sistema de Bretton Woods, com FMI e Banco Mundial na “vanguarda do atraso”.

Ironia dos acontecimentos, quando as pessoas em ação fizeram o globo girar e provaram que Fukuyama era apenas um farsante, o conceito de emergentes virou contra os feiticeiros, passou a ser real quando a resistência ganhou eleições nos parâmetros daquelas democracias idealizadas por Jimmy Carter, arrombadas pelas lutas sociais em seu processo de transição. E como? Redescobrindo o que era proibido, tido e vendido como pré-histórico: a mão visível do Estado.

Um a um, os sonhos dos especuladores se converteram em terríveis pesadelos.

A abertura econômica chinesa fez o “rato” caçar o “gato”. O bloco instalado no Cone Sul para integrar a produção de multinacionais despertou a Pátria Grande de Bolívar, sob a liderança do então Gigante Adormecido pela pobreza, despertado por Lula com sua “fábrica” de empregos. A democracia russa, fachada para o desenvolvimento de máfias privateiras associadas aos EUA e Europa, foi o canal por onde passou a retomada do orgulho da Mãe Rússia . A democracia racial (mas desde que neoliberal) sul-africana constituiu uma fórmula imbatível para a fusão da soberania nacional e popular: a conversão dos trabalhadores em maioria política através da condição de maioria étnica. O pacifismo indiano, disseminado como um espantalho contra os setores mais exaltados dos movimentos sociais, produziu uma potência econômica e nuclear soberana e altiva.

Por terem se tornado o anti-neoliberalismo em estado bruto e, portanto, passado a apresentar um crescimento econômico cada vez mais robusto, ampliando o peso deste grupo de países na economia global (25% dela), o inglês Jim O’neill os batizou de BRICS (vale a autoria, mesmo com o S vindo depois). Para ele, entretanto, nada além de um acrônimo contrastando com um EUA e uma Europa contaminados pelo seu próprio veneno.

Lá, seja sob liderança da social-democracia ou da própria direita liberal, de Democratas ou Republicanos, o neoliberalismo também foi implementado, fazendo o tradicional centro mundial percorrer um caminho que os deixou à beira do terceiro mundismo. E chegaram à decadência pelas mãos do velho sistema de Bretton Woods, com as receitas e o tacão de FMI e Banco Mundial, por sua vez governados pela tecnocracia gerencial do sistema financeiro e suas agências de investimentos e riscos, que tentam (ainda) governar as nações desde as Bolsas de Valores e por meio de sua mais letal arma, a bomba de um trilhão de dólares que destruía países em questão de segundos.

Mas não era só para O’Neill que os BRICS não passavam de um amontoado de letras.

A imprensa brasileira e latino-americana, de modo geral, tratava o acrônimo quase como uma piada. A relação com os outros países dos BRICS foi constantemente questionada, embora, economicamente e tecnologicamente seja uma oportunidade incrível, até porque entre iguais. Novamente em campo o tal complexo de vira-lata, que tem alergia a tudo que possa significar soberania política, independência econômica e justiça social. Em 28/03 do ano passado, um editorial do Estadão se chamou “Mais encenação dos BRICS”, afirmando que se tratava de uma fantasia iniciada por Lula e continuada por Dilma e que só o Brasil tomava a frente na briga pela reforma do FMI.

Ainda bem que a vida é dura para esta turma, pois exatamente hoje começa a cúpula que tornará BRICS um bloco econômico de fato porque serão oficialmente sócios no Novo Banco de Desenvolvimento-NDB (aporte inicial de US$ 10 bi) e no Arranjo Contingente de Reservas-CRA (aporte de 150 bi, quase 2/3 do montante disponível no FMI). É o pior pesadelo do mundo para a direitona brava. Todavia, ao contrário de FMI e BIRD, o crédito das novas instituições não será vinculado à privatização, demissão de funcionários, corte de pensões, arrocho de salários, desemprego, juros altos e, sim, ao investimento social, em infraestrutura e ciência e tecnologia. Será o anti-Bretton Woods, expressando perfeitamente os caminhos postos para o mundo hoje.

Nunca, nos marcos do capitalismo, desde 1945, houve sequer uma tentativa consistente de se criar um sistema paralelo ao carcomido criado sob inspiração de Keynes (e deturpado pelos inimigos dele, epígonos da Escola de Chicago). Juntos, os BRICS não se contiveram no mimimi sempre ignorado quanto a reformar Bretton Woods e, com estas novas forças, haverá chance real é de transformar as próprias Nações Unidas. A Rússia já fala em apoiar o Brasil para a cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Neste sentido, a cúpula é mais do que oportuna, uma vez que ocorre bem no momento em que a Argentina é acuada pela justiça estadunidense. Esta, ao arrepio do direito internacional, tenta impor a legislação americana à soberania dos argentinos em negociarem o pagamento de suas dívidas – a tal disputa contra os Fundos Abutres – num gesto desesperado – porém com perspectiva generalizante – do sistema financeiro internacional ante a sua perda crescente de poder político sob a batuta do G-7.

Agora, a intenção ganhou concretude. População, economia, poder militar, território, desenvolvimento tecnológico, conexão intrínseca com o processo de integração da América Latina, África e Eurásia se consolidam em uma institucionalidade alternativa e, como é uma sociedade, pode, formalmente, se ampliar. Aliás, a Argentina foi convidada especial para a reunião justamente para isso.

Este inédito fato, pode-se dizer, sem embargo, funda a Nova Ordem Mundial. Uma ordem plena de, como também dissera Caetano na canção citada no prelúdio deste artigo, não esperar pelo dia em que todos os homens concordem, mas sabedora de diversas harmonias possíveis sem juízo final.

Meet the Americans Who Put Together the Coup in Kiev By Steve Weissman, Reader Supported News

19 abr

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f the US State Department’s Victoria Nuland had not said “Fuck the EU,” few outsiders at the time would have heard of Ambassador Geoffrey Pyatt, the man on the other end of her famously bugged telephone call. But now Washington’s man in Kiev is gaining fame as the face of the CIA-style “destabilization campaign” that brought down Ukraine’s monumentally corrupt but legitimately elected President Viktor Yanukovych.

“Geoffrey Pyatt is one of these State Department high officials who does what he’s told and fancies himself as a kind of a CIA operator,” laughs Ray McGovern, who worked for 27 years as an intelligence analyst for the agency. “It used to be the CIA doing these things,” he tells Democracy Now. “I know that for a fact.” Now it’s the State Department, with its coat-and-tie diplomats, twitter and facebook accounts, and a trick bag of goodies to build support for American policy.

A retired apparatchik, the now repentant McGovern was debating Yale historian Timothy Snyder, a self-described left-winger and the author of two recent essays in The New York Review of Books – “The Haze of Propaganda” and “Fascism, Russia, and Ukraine.” Both men speak Russian, but they come from different planets.

On Planet McGovern – or my personal take on it – realpolitik rules. The State Department controls the prime funding sources for non-military intervention, including the controversial National Endowment for Democracy (NED), which Washington created to fund covert and clandestine action after Ramparts magazine and others exposed how the CIA channeled money through private foundations, including the Ford Foundation. State also controls the far-better-funded Agency for International Development (USAID), along with a growing network of front groups, cut-outs, and private contractors. State coordinates with like-minded governments and their parallel institutions, mostly in Canada and Western Europe. State’s “democracy bureaucracy” oversees nominally private but largely government funded groups like Freedom House. And through Assistant Secretary of State for European and Eurasian Affairs Victoria Nuland, State had Geoff Pyatt coordinate the coup in Kiev.

The CIA, NSA, and Pentagon likely provided their specialized services, while some of the private contractors exhibited shadowy skill sets. But if McGovern knows the score, as he should, diplomats ran the campaign to destabilize Ukraine and did the hands-on dirty work.

Harder for some people to grasp, Ambassador Pyatt and his team did not create the foreign policy, which was – and is – only minimally about overthrowing Ukraine’s duly elected government to “promote democracy.” Ever since Bill Clinton sat in the Oval Office, Washington and its European allies have worked openly and covertly to extend NATO to the Russian border and Black Sea Fleet, provoking a badly wounded Russian bear. They have also worked to bring Ukraine and its Eastern European neighbors into the neoliberal economy of the West, isolating the Russians rather than trying to bring them into the fold. Except for sporadic resets, anti-Russian has become the new anti-Soviet, and “strategic containment” has been the wonky word for encircling Russia with our military and economic power.

Nor did neoconservatives create the policy, no matter how many progressive pundits blame them for it. NED provides cushy jobs for old social democrats born again as neocons. Pyatt’s boss, Victoria Nuland, is the wife and fellow-traveler of historian Robert Kagan, one of the movement’s leading lights. And neocons are currently beating the war drums against Russia, as much to scupper any agreements on Syria and Iran as to encourage more Pentagon contracts for their friends and financial backers. But, encircling Russia has never been just a neocon thing. The policy has bi-partisan and trans-Atlantic support, including the backing of America’s old-school nationalists, Cold War liberals, Hillary hawks, and much of Obama’s national security team.

No matter that the policy doesn’t pass the giggle test. Extending NATO and Western economic institutions into all of a very divided Ukraine had less chance of working than did hopes in 2008 of bringingGeorgia into NATO, which could have given the gung-ho Georgian president Mikheil Saakashvilli the treaty right to drag us all into World War III. To me, that seemed like giving a ten-year-old the keys to the family Humvee.

Western provocations in Ukraine proved more immediately counterproductive. They gave Vladimir Putin the perfect opportunity for a pro-Russian putsch in Crimea, which he had certainly thought of before, but never as a priority. The provocations encouraged him to stand up as a true Russian nationalist, which will only make him more difficult to deal with. And they gave him cover to get away with that age-old tool of tyrants, a quickie plebiscite with an unnecessary return to Joseph Stalin’s old dictum once popular in my homestate of Florida: “It’s not the votes that count, but who counts the votes.”

Small “d” democrats should shun such pretense. Still, most journalists and pollsters on the scene report that – with the exception of the historic Tatar community – the majority of Crimeans want to join the Russian Federation, where they seem likely to stay.

Tensions will also grow as the US-picked interim prime minister Arseniy Yatsenyuk – our man “Yats” – joins with the IMF to impose a Greek, Spanish, or Italian style austerity. Hard-pressed Ukranians will undoubtedly fight back, especially in the predominantly Russian-speaking east. According to Der Spiegel, a whopping three quarters of the people there do not support the coup or government. What a tar patch! A domestic conflict that could split Ukraine in two will inevitably become even further embroiled in the geo-strategic struggle between Russia and the West.

On Planet Snyder, as in most Western media, these realistic considerations make absolutely no difference. Ideology rules, masked as idealism. Fine sounding abstractions fill the air. Ukrainians are making their own history. They are acting with great courage. They are seeking the rule of law and their rightful place in “European Civilization.” They are defending “sovereignty” and “territorial integrity.” Russians remain vicious. Big bad Vlad is the new Hitler. He is seeking his own Eurasian empire (as opposed to NATO’s), which could soon include parts of Moldova, Belarus, and Kazakhstan that the West needs like a “lok in kop,” a hole in the head. And those watching in the West must abandon what Snyder calls “our slightly self-obsessed notions of how we control or don’t control everything.”

“It was a classic popular revolution,” proclaims the professor. An undeniably popular uprising against “an unmistakably reactionary regime.”

Writing in The Nation, Professor Stephen Cohen shreds Snyder’s argument. My concern is more pointed. Popular uprisings deserve our support or opposition depending on who comes to control them and to what ends. As McGovern puts it, “The question is: Who took them over? Who spurred them? Who provoked them for their own particular strategic interests?”

Detailed evidence provides the answers. For all the courage of the Ukrainian minority who took to the barricades, US Ambassador Geoffrey Pyatt and his team spurred the protests in Kiev and exercised extensive – though never complete – control over them. Tactically, Pyatt and his fellow diplomats showed unexpected skill. Strategically, they should have stayed home.

Revolution on Demand

Arriving in the Ukrainian capital on August 3, Pyatt almost immediately authorized a grant for an online television outlet called Hromadske.TV, which would prove essential to building the Euromaidan street demonstrations against Yanukovych. The grant was only $43,737, with an additional $4,796 by November 13. Just enough to buy the modest equipment the project needed.

Many of Hromadske’s journalists had worked in the past with American benefactors. Editor-in-chief Roman Skrypin was a frequent contributor to Washington’s Radio Free Europe / Radio Liberty and the US-funded Ukrayinska Pravda. In 2004, he had helped create Channel 5 television, which played a major role in the Orange Revolution that the US and its European allies masterminded in 2004.

Skrypin had already gotten $10,560 from George Soros’s International Renaissance Foundation (IRF), which came as a recommendation to Pyatt. Sometime between December and the following April, IRF would give Hromadske another $19,183.

Hromadske’s biggest funding in that period came from the Embassy of the Netherlands, which gave a generous $95,168. As a departing US envoy to the Hague said in a secret cable that Wikileaks later made public, “Dutch pragmatism and our similar world-views make the Netherlands fertile ground for initiatives others in Europe might be reluctant, at least initially, to embrace.”

For Pyatt, the payoff came on November 21, when President Yanukovych pulled back from an Association Agreement with the European Union. Within hours Hromadske.TV went online and one of its journalists set the spark that brought Yanukovych down.

“Enter a lonely, courageous Ukrainian rebel, a leading investigative journalist,” writes Snyder. “A dark-skinned journalist who gets racially profiled by the regime. And a Muslim. And an Afghan. This is Mustafa Nayem, the man who started the revolution. Using social media, he called students and other young people to rally on the main square of Kiev in support of a European choice for Ukraine.”

All credit to Nayem for his undeniable courage. But bad, bad history. Snyder fails to mention that Pyatt, Soros, and the Dutch had put Web TV at the uprising’s disposal. Without their joint funding of Hromadske and its streaming video from the Euromaidan, the revolution might never have been televised and Yanukovych might have crushed the entire effort before it gained traction.

For better or for worse, popular uprisings have changed history long before radio, television, or the Internet. The new technologies only speed up the game. Pyatt and his team understood that and masterfully turned soft power and the exercise of free speech, press, and assembly into a televised revolution on demand, complete with an instant overdub in English. Soros then funded a Ukrainian Crisis Media Center “to inform the international community about events in Ukraine,” and I’m still trying to track down who paid for Euromaidan PR, the website of the Official Public Relations Secretariat for the Headquarters of the National Resistance.

Orange Revolution II

Preparing the uprising started long before Pyatt arrived in country, and much of it revolved around a talented and multi-lingual Ukrainian named Oleh Rybachuk, who had played several key roles in the Orange Revolution of 2004. Strangely enough, he recently drew attention when Pando, Silicon Valley’s online news site, attacked journalist Glenn Greenwald and the investor behind his new First Look Media, eBay founder Pierre Omidyar. Trading brickbats over journalistic integrity, both Pando and Greenwald missed the gist of the bigger story.

In 2004, Rybachuk headed the staff and political campaign of the US-backed presidential candidate Victor Yushchenko. As the generally pro-American Kyiv Post tells it, the shadowy Rybachuk was Yushchenko’s “alter ego” and “the conduit” to the State Security Service, which “was supplying the Yushchenko team with useful information about Yanukovych’s actions.” Rybachuk went on to serve under Yushchenko and Tymoshenko as deputy prime minister in charge of integrating Ukraine into NATO and the European Union. In line with US policy, he also pushed for privatization of Ukraine’s remaining state-owned industries.

Despite US and Western European backing, the government proved disastrous, enabling its old rival Yanukovych to win the presidency in the 2010 election. Western monitors generally found the election “free and fair,” but no matter. The Americans had already sowed the seeds either to win Yanukovych over or to throw him over, whichever way Washington and its allies decided to go. As early as October 2008, USAID funded one of its many private contractors – a non-profit called Pact Inc. – to run the “Ukraine National Initiatives to Enhance Reforms” (UNITER). Active in Africa and Central Asia, Pact had worked in Ukraine since 2005 in campaigns against HIV/AIDS. Its new five-year project traded in bureaucratic buzzwords like civil society, democracy, and good governance, which on the public record State and USAID were spending many millions of dollars a year to promote in Ukraine.

Pact would build the base for either reform or regime change. Only this time the spin-masters would frame their efforts as independent of Ukraine’s politicians and political parties, whom most Ukrainians correctly saw as hopelessly corrupt. The new hope was “to partner with civil society, young people, and international organizations” – as Canada’s prestigious Financial Post later paraphrased no less an authority than Secretary of State Hillary Clinton.

By 2009, Pact had rebranded the pliable Rybachuk as “a civil society activist,” complete with his own NGO, Center UA (variously spelled Centre UA, Tsenter UA, or United Actions Center UA). Pact then helped Rybachuk use his new base to bring together as many as 60 local and national NGOs with activists and leaders of public opinion. This was New Citizen, a non-political “civic platform” that became a major political player. At the time, Pact and Soros’s IRF were working in a joint effort to provide small grants to some 80 local NGOs. This continued the following year with additional money from the East Europe Foundation.

“Ukraine has been united by common disillusionment,” Rybachuk explained to the Kyiv Post. “The country needs a more responsible citizenry to make the political elite more responsible.”

Who could argue? Certainly not Rybachuk’s Western backers. New Citizen consistently framed its democracy agenda as part of a greater integration within NATO, Europe, and the trans-Atlantic world. Rybachuk himself would head the “Civil Expert Council” associated with the EU-Ukraine Cooperation Committee.

Continuing to advise on “strategic planning,” in May 2010 Pact encouraged New Citizen “to take Access to Public Information as the focus of their work for the next year.” The coalition campaigned for a new Freedom of Information law, which passed. Pact then showed New Citizen how to use the law to boost itself as a major player, organize and train new activists, and work more closely with compliant journalists, all of which would seriously weaken the just-elected Yanukovych government. Part of their destabilization included otherwise praiseworthy efforts, none more so than the movement to “Stop Censorship.”

“Censorship is re-emerging, and the opposition is not getting covered as much,” Rybachuk told theKyiv Post in May 2010. He was now “a media expert” as well as civic activist. “There are some similarities to what Vladimir Putin did in Russia when he started his seizure of power by first muzzling criticism in the media.”

One of Rybachuk’s main allies in “Stop Censorship” was the journalist Sergii Leshchenko, who had long worked with Mustafa Nayem at Ukrayinska Pravda, the online newsletter that NED publicly took credit for supporting. NED gave Leshchenko its Reagan Fascell Democracy Fellowship, while New Citizen spread his brilliant exposés of Yanukovych’s shameless corruption, focusing primarily on his luxurious mansion atMezhyhirya. Rybachuk’s Center UA also produced a documentary film featuring Mustafa Nayem daring to ask Yanukovych about Mezhyhirya at a press conference. Nothing turned Ukrainians – or the world – more against Yanukovych than the concerted exposure of his massive corruption. This was realpolitik at its most sophisticated, since the US and its allies funded few, if any, similar campaigns against the many Ukrainian kleptocrats who favored Western policy.

Under the watchful eye of Pact, Rybachuk’s New Citizen developed a project to identify the promises of Ukrainian politicians and monitor their implementation. They called it a “Powermeter” (Vladometer), an idea they took from the American website “Obamameter.” Funding came from the US Embassy, through its Media Development Fund, which falls under the State Department’s Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor. Other money came from the Internews Network, which receives its funding from the State Department, USAID, the United States Institute of Peace (USIP) and a wide variety of other government agencies, international organizations, and private donors. Still other money came from Soros’s IRF.

New Citizen and its constituent organizations then brought together 150 NGOs from over 35 cities, along with activists and journalists like Sergii Leschchenko, to create yet another campaign in 2011. They called it the Chesno Movement, from the Ukrainian word for “honestly. ” Its logo was a garlic bulb, a traditional disinfectant widely believed to ward off evil. The movement’s purpose was “to monitor the political integrity of the parliamentary candidates running in the 2012 elections.”

This was a mammoth project with the most sophisticated sociology. As expected, the Chesno monitoring found few honest politicians. But it succeeded in raising the issue of public integrity to new heights in a country of traditionally low standards and in building political interest in new areas of the country and among the young. The legislative elections themselves proved grim, with President Yanukovych’s Party of the Regions taking control of parliament.

What then of all New Citizen’s activism, monitoring, campaigning, movement-building, and support for selective investigative journalism? Where was all this heading? Rybachuk answered the question in May 2012, several months before the election.

“The Orange Revolution was a miracle, a massive peaceful protest that worked,” he told Canada’sFinancial Post. “We want to do that again and we think we will.”

He Who Pays the Piper

Rybachuk had good reason for his revolutionary optimism. His Western donors were upping the ante. Pact Inc. commissioned a financial audit for the Chesno campaign, covering from October 2011 to December 2012. It showed that donors gave Rybachuk’s Center UA and six associated groups some $800,000 for Chesno. PACT, which regularly got its money from USAID, contributed the lion’s share, $632,813, though part of that came from the Omidyar Network, a foundation set up by Pierre and his wife.

In a March 12th press release, the network tried to explain its contributions to Rybachuk’s Center UA, New Citizen, and the Chesno Movement. These included a two-year grant of $335,000, announced in September 2011, and another $769,000, committed in July 2013. Some of the money went to expand Rybachuk’s technology platforms, as New Citizen explained.

“New Citizen provides Ukrainians with an online platform to cooperatively advocate for social change. On the site, users can collectively lobby state officials to release of public information, participate in video-advocacy campaigns, and contribute to a diverse set of community initiatives,” they wrote. “As a hub of social justice advocates in Kiev, the organization hopes to define the nation’s ‘New Citizen’ through digital media.”

Omidyar’s recent press release listed several other donors, including the USAID-funded Pact, the Swiss and British embassies, the Swedish International Development Cooperation Agency, the National Endowment for Democracy, and Soros’s International Renaissance Foundation. The Chesno Movement also received money from the Canadian International Development Agency (CIDA).

Figures for fiscal year 2013 are more difficult to track. Washington’s foreignassistance.gov shows USAID paying PACT in Ukraine over $7 million under the general category of “Democracy, Human Rights, and Governance.” The data does not indicate what part of this went to Center UA, New Citizen, or any of their projects.

What should we make of all this funding? Some of it looks like private philanthropy, as back in the days when the CIA channeled its money through foundations. Was the Soros and Omidyar money truly private or government money camouflaged to look private? That has to remain an open question. But, with Rybachuk’s campaigns, it makes little difference. USAID and other government funding dominated. The US Embassy, through Pact, coordinated most of what Rybachuk did. And, to my knowledge, neither Soros nor Omidyar ever broke from the State Department’s central direction.

Strategic Containment, OK?

When Ambassador Pyatt arrived in Kiev, he inherited Pact and its Rybachuk network well on its way to a second Orange Revolution, but only if they thought they needed it to win integration into Europe. That was always the big issue for the State Department and the Ukrainian movement they built, far more telling than censorship, corruption, democracy, or good governance. As late as November 14, Rybachuk saw no reason to take to the streets, fully expecting Yanukovych to sign the Association Agreement with the European Union at a November 28-29 summit in Vilnius. On November 21, Yanukovych pulled back, which Rybachuk saw as a betrayal of government promises. That is what “brought people to the streets,” he told Kyiv Post. “It needed to come to this.”

Euromaidan would become a “massive watchdog,” putting pressure on the government to sign the association and free trade deal with the EU, he said. “We’ll be watching what the Ukrainian government does, and making sure it does what it has to do.”

That is where the State Department’s second Orange Revolution started. In my next article, I’ll show where it went from there and why.

 


A veteran of the Berkeley Free Speech Movement and the New Left monthly Ramparts, Steve Weissman lived for many years in London, working as a magazine writer and television producer. He now lives and works in France, where he is researching a new book, “Big Money and the Corporate State: How Global Banks, Corporations, and Speculators Rule and How to Nonviolently Break Their Hold.”

Reader Supported News is the Publication of Origin for this work. Permission to republish is freely granted with credit and a link back to Reader Supported News.

http://readersupportednews.org/opinion2/277-75/22758-meet-the-americans-who-put-together-the-coup-in-kiev

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Tradução para o português by “Uncle G.”

Conheça os americanos que reuniu o golpe em Kiev

Por Steve Weissman, Leitor Apoiado Notícias

25 março 14

 

f do Departamento de Estado dos EUA Victoria Nuland não disse “Foda-se a UE,” poucas pessoas de fora no momento teria ouvido do embaixador Geoffrey Pyatt, o homem do outro lado de sua famosa telefonema grampeado. Mas agora o homem de Washington em Kiev está ganhando fama como a face da CIA em estilo “campanha de desestabilização” que derrubou o presidente monumentalmente corrupto mas legitimamente eleito Viktor Yanukovych da Ucrânia.

“Geoffrey Pyatt é um desses altos funcionários do Departamento de Estado que faz o que ele disse e se imagina como uma espécie de um operador da CIA”, ri Ray McGovern , que trabalhou por 27 anos como analista de inteligência para a agência. “Ela costumava ser a CIA fazer essas coisas”, ele diz Democracy Now. “Eu sei que é um fato.” Agora é o Departamento de Estado, com os seus diplomatas casaco e gravata, Twitter e Facebook contas, e um saco de guloseimas truque para construir o apoio para a política norte-americana.

Um apparatchik aposentado, o McGovern agora arrependido estava debatendo Yale historiador Timothy Snyder, que se descreve como esquerdista e autor de dois ensaios recentes em The New York Review of Books – ” A neblina da Propaganda “e” fascismo, Rússia e Ucrânia “. Ambos os homens falam russo, mas eles vêm de planetas diferentes.

No Planeta McGovern – ou a minha opinião pessoal sobre ele – Regras realpolitik. O Departamento de Estado controla as fontes de financiamento principais para a intervenção não militar, incluindo o controversoNational Endowment for Democracy (NED), que Washington criado para financiar a ação secreta e clandestina após revista Ramparts e outras pessoas expostas como a CIA canalizou o dinheiro através de fundações privadas, inclusive a Fundação Ford. Estado controla também a Agência-melhor-financiado longe para o Desenvolvimento Internacional (USAID), juntamente com uma crescente rede de grupos de frente, cut-outs, e empresas privadas. Estado coordena com os governos da mesma opinião e as suas instituições paralelas, principalmente no Canadá e na Europa Ocidental. “Estado burocracia democracia “supervisiona grupos nominalmente privados, mas em grande parte financiados pelo governo, como a Freedom House. E através de Secretário de Estado Adjunto dos Assuntos Europeus e da Eurásia Victoria Nuland, Estado teve coordenar Geoff Pyatt o golpe em Kiev.

A CIA, NSA, eo Pentágono provavelmente desde que os seus serviços especializados, enquanto alguns dos empreiteiros privados exibiu habilidades sombrias. Mas se McGovern sabe o resultado, como deveria, os diplomatas correu a campanha para desestabilizar a Ucrânia e fez o trabalho hands-on sujo.

Mais difícil para algumas pessoas a entender, o embaixador Pyatt e sua equipe não criou a política externa, que era – e é – “. Promover a democracia” apenas minimamente sobre derrubar o governo eleito da Ucrânia Desde que Bill Clinton estava sentado no Salão Oval, Washington e seus aliados europeus têm trabalhado de forma aberta e secretamente para estender NATO para a fronteira russa e da Frota do Mar Negro, provocando um urso russo gravemente ferido. Eles também têm trabalhado para trazer a Ucrânia e os seus vizinhos do Leste Europeu na economia neoliberal do Ocidente, isolando os russos ao invés de tentar trazê-los para o rebanho. Exceto para resets esporádicos, anti-russo tornou-se o novo anti-soviética e “contenção estratégica” tem sido a palavra vacilante para cercar a Rússia com nosso poder militar e econômico.

Nem neoconservadores criar a política, não importa quantos especialistas progressiva culpá-los por isso. NED oferece empregos cómodos para os social-democratas de idade nascidos de novo como neocons.O chefe de Pyatt, Victoria Nuland, é a esposa e companheiro de viagem do historiador Robert Kagan, um dos expoentes do movimento. E neocons estão batendo os tambores de guerra contra a Rússia, tanto para inviabilizar qualquer acordo sobre a Síria eo Irã a incentivar mais contratos do Pentágono para os seus amigos e financiadores. Mas, cercando a Rússia nunca foi apenas uma coisa neocon. A política tem apoio bipartidário e trans-Atlântico, incluindo o apoio dos nacionalistas da velha escola dos Estados Unidos, os liberais da Guerra Fria, falcões Hillary, e grande parte da equipe de segurança nacional de Obama.

Não importa o que a política não passa no teste risadinha. Estendendo a NATO e as instituições econômicas ocidentais em tudo de uma Ucrânia muito divididos tinham menos chance de trabalhar do que em 2008, as esperanças de trazer a Geórgia na NATO , o que poderia ter dado o presidente entusiasta da Geórgia, Mikheil Saakashvili o direito tratado a todos nos arrastar para Mundial War III. Para mim, isso parecia dar um prazo de dez anos, as chaves para o Humvee família.

Provocações ocidentais na Ucrânia revelou-se mais imediatamente contraproducente. Deram Vladimir Putin a oportunidade perfeita para um golpe pró-russa na Criméia, que ele certamente tinha pensado antes, mas nunca como uma prioridade. As provocações encorajou-o a levantar-se como um verdadeiro nacionalista russo, que só vai torná-lo mais difícil de lidar. E deram-lhe cobrir de fugir com essa ferramenta milenar de tiranos, um plebiscito rapidinha com um retorno desnecessário de Joseph Stalin velho ditado que já foi popular na minha homestate da Flórida: “Não são os votos que contam, mas quem conta os votos . “

Pequenos “d” democratas devem evitar tal pretensão. Ainda assim, a maioria dos jornalistas e pesquisadores sobre o relatório cena que – com exceção da comunidade histórica tártaro – a maioria dos Crimeans querem aderir à Federação Russa, onde eles parecem propensos a permanecer.

As tensões também irá crescer à medida que o ministro pegou US-interino principal Arseniy Yatsenyuk – o nosso homem “Yats” – se junta com o FMI para impor uma, espanhol ou italiano austeridade estilo grego. Ukranians duramente pressionado, sem dúvida, lutar para trás, especialmente no leste de língua russa predominantemente. Segundo a Der Spiegel , um colossal três quartos das pessoas lá não apoiar o golpe ou o governo. O que um patch de alcatrão! Um conflito interno que poderia dividir a Ucrânia em dois inevitavelmente se tornará ainda mais envolvido na luta geo-estratégica entre a Rússia eo Ocidente.

No Planeta Snyder, como na maioria dos meios de comunicação ocidentais, estas considerações realistas fazer absolutamente nenhuma diferença. Regras Ideologia, mascarado como idealismo. Abstrações Belas som encher o ar. Ucranianos estão fazendo sua própria história. Eles estão agindo com muita coragem.Eles estão buscando o Estado de direito e seu lugar na “civilização europeia”. Eles estão defendendo a “soberania” e “integridade territorial”. Russos permanecem vicioso. Big bad Vlad é o novo Hitler. Ele está buscando seu próprio império eurasiático (em oposição à OTAN), que em breve poderá incluir partes da Moldávia, Belarus, Cazaquistão e que o Ocidente precisa como um ” lok em Kop “, um buraco na cabeça. E aqueles que nos vêem no Ocidente deve abandonar o que Snyder chama de “nossas noções um pouco de auto-obcecado de como podemos controlar ou não controlar tudo.”

“Foi uma revolução popular clássico”, proclama o professor. Um levante popular contra inegavelmente “um regime inequivocamente reacionário.”

Escrevendo em The Nation, Professor Stephen Cohen destrói o argumento de Snyder . Minha preocupação é mais pontiagudo. Levantes populares merecem o nosso apoio ou oposição, dependendo de quem vem para controlá-los e para que fins. Como McGovern coloca, “A pergunta é: Quem os tomou conta Quem os estimulou Quem os provocada por seus próprios interesses estratégicos particulares??”

Evidência detalhada fornece as respostas. Por toda a coragem da minoria ucraniano que levou para as barricadas, o embaixador dos EUA Geoffrey Pyatt e sua equipe estimulou os protestos em Kiev e exerceu amplo – embora nunca completa – controle sobre eles. Taticamente, Pyatt e seus colegas diplomatas mostrou habilidade inesperada. Estrategicamente, eles devem ter ficado em casa.

Revolution on Demand

Chegando na capital ucraniana em 3 de agosto, Pyatt quase que imediatamente autorizou uma subvenção para uma rede de televisão on-line chamado Hromadske.TV, que iria provar essencial para a construção das manifestações de rua contra Euromaidan Yanukovych. A concessão foi apenas 43.737 dólares , com um adicional de $ 4.796 por 13 de novembro. Apenas o suficiente para comprar o equipamento modesto do projeto necessário.

Muitos dos jornalistas do Hromadske tinha trabalhado no passado com os benfeitores americanos.Editor-in-chief Skrypin romano era um colaborador freqüente de Washington Radio Free Europe / Radio Liberty e financiado pelos EUA Ukrayinska Pravda . Em 2004, ele ajudou a criar o Canal 5 de televisão, que desempenhou um papel importante na Revolução Laranja que os EUA e seus aliados europeus idealizou em 2004.

Skrypin já tinha conseguido $ 10.560 a partir de Fundação George Soros Internacional Renascença (IRF), que veio como uma recomendação para Pyatt. Em algum momento entre dezembro e abril do ano seguinte, IRF daria Hromadske outro 19183 dólares .

Maior financiamento do Hromadske nesse período veio da Embaixada dos Países Baixos, o que deu um generoso $ 95.168 . Como um enviado dos EUA para a partida Hague, disse em um telegrama secretoque o Wikileaks depois tornado público, “pragmatismo holandês e nossas visões de mundo semelhantes tornar o terreno fértil para iniciativas Holanda outros na Europa pode estar relutante, pelo menos inicialmente, a abraçar.”

Para Pyatt, a recompensa veio em 21 de novembro, quando o presidente Yanukovych se afastou de um Acordo de Associação com a União Europeia. Poucas horas depois Hromadske.TV fui em linha e um de seus jornalistas definir a faísca que trouxe Yanukovych para baixo.

“Enter, um rebelde ucraniano corajoso solitário, um jornalista investigativo que conduz”, escreve Snyder. “Um jornalista de pele escura que fica racialmente perfilado pelo regime. E um muçulmano. E um afegão. Esta é Mustafa Nayem, o homem que começou a revolução. Usando a mídia social, ele chamou os alunos e outros jovens para reunir na principal praça de Kiev, em apoio de uma opção europeia para a Ucrânia “.

Todo o crédito para Nayem por sua inegável coragem. Mas mau, mau história. Snyder não menciona que Pyatt, Soros, e os holandeses tinham posto TV Web à disposição do levante. Sem o seu financiamento conjunto de Hromadske e seu streaming de vídeo a partir do Euromaidan, a revolução poderia nunca ter sido televisionado e Yanukovych poderia ter esmagado todo o esforço antes que ele ganhou força.

Para melhor ou para pior, revoltas populares mudaram a história muito antes de rádio, televisão, ou na Internet. As novas tecnologias só acelerar o jogo. Pyatt e sua equipe entendeu que magistralmente e virou soft power eo exercício da liberdade de expressão, de imprensa e de reunião em uma revolução na televisão sob demanda, com um overdub instante em Inglês. Soros então financiou uma crise ucraniana Media Center“para informar a comunidade internacional sobre os acontecimentos na Ucrânia”, e eu ainda estou tentando rastrear quem pagou por Euromaidan PR, o site da Secretaria de Relações Públicas do oficial para o quartel-general da Resistência Nacional .

Revolução Laranja II

Preparando o levante começou muito antes Pyatt chegou a país, e muito do que girava em torno de um talentoso e multi-lingual ucraniano chamado Oleh Rybachuk, que havia tocado várias funções-chave na Revolução Laranja de 2004. Estranhamente, ele recentemente chamou a atenção quando Pando , site de notícias do Vale do Silício, o jornalista atacou Glenn Greenwald eo investidor por trás de sua nova First Look Mídia , fundador do eBay, Pierre Omidyar,. Pedradas de negociação mais de integridade jornalística, tanto Pando e Greenwald perdeu a essência da história maior.

Em 2004, chefiou a equipe Rybachuk e campanha política do candidato presidencial apoiado pelos EUA Victor Yushchenko. Como o geralmente pró-americano Kyiv Mensagem diz ele, o Rybachuk sombrio foi Yushchenko de “alter ego” e “o canal” para o Serviço de Segurança do Estado, que “estava fornecendo a equipe Yushchenko com informações úteis sobre as ações de Yanukovych.” Rybachuk passou a servir sob Yushchenko e Tymoshenko como primeiro-ministro-adjunto encarregado da integração da Ucrânia na NATO e da União Europeia. Em linha com a política dos EUA, ele também empurrou para a privatização de restantes indústrias estatais da Ucrânia.

Apesar dos EUA e da Europa Ocidental apoio, o governo revelou-se desastrosa, permitindo que o seu antigo rival Yanukovych para ganhar a presidência na eleição de 2010. Monitores ocidentais geralmente encontrada a eleição “livre e justa”, mas não importa. Os norte-americanos já havia semeado as sementes quer ganhar Yanukovych cima ou para jogá-lo mais, do jeito que Washington e seus aliados decidiram ir. Já em outubro de 2008, a USAID financiou uma das suas muitas empresas privadas – sem fins lucrativos chamado Pacto Inc. – para executar os “Iniciativas Nacionais Ucrânia para melhorar Reformas” (unificador).Ativo na África e na Ásia Central, Pacto havia trabalhado na Ucrânia desde 2005, em campanhas contra o HIV / AIDS. Seu projeto novo de cinco anos negociadas em buzzwords burocráticas, como a sociedade civil, democracia e boa governação, que no registro público do Estado e da USAID foram gastos muitos milhões de dólares por ano para promover, na Ucrânia.

Pacto iria construir a base para qualquer reforma ou mudança de regime. Só que desta vez os spin-mestres iria enquadrar seus esforços, independente de políticos da Ucrânia e dos partidos políticos, aos quais a maioria dos ucranianos viram corretamente como irremediavelmente corruptos. A nova esperança era “a parceria com a sociedade civil, os jovens e as organizações internacionais” – como prestigioso Financial Post do Canadá depois parafraseou nada menos do que uma autoridade a secretária de Estado Hillary Clinton.

Até 2009, o Pacto tinha remarcado a Rybachuk flexível como ” um ativista da sociedade civil “, completo com sua própria ONG, Centro UA (variadamente escrito Centre UA, Tsenter UA, ou Ações United Center UA). Pacto depois ajudou Rybachuk usar sua nova base de reunir cerca de 60 ONGs locais e nacionais com os ativistas e líderes de opinião pública. Este foi Cidadão novo , uma “plataforma cívica” não-político que se tornou um importante ator político. Na época, o Pacto e IRF de Soros estavam trabalhando em um esforço conjunto para fornecer pequenas doações para cerca de 80 ONGs locais. Isto continuou no ano seguinte com o dinheiro adicional da Fundação Europa de Leste .

“A Ucrânia tem sido unidos pela desilusão comum”, explicou à Rybachuk Kyiv Mensagem . “O país precisa de uma cidadania mais responsável para fazer a elite política mais responsável.”

Quem poderia argumentar? Certamente não aliados ocidentais do Rybachuk. Cidadão novo consistentemente enquadrada sua agenda a democracia como parte de uma maior integração no âmbito da NATO, da Europa e do mundo trans-Atlântico. Se Rybachuk iria dirigir o ” Conselho de Especialistas Civil“associado Comité de Cooperação UE-Ucrânia.

Continuando a aconselhar sobre ” planejamento estratégico “, maio 2010 Pacto encorajados Cidadão novo” para levar o acesso à informação pública como foco de seu trabalho para o próximo ano. ” A coalizão fez campanha para uma nova lei de Liberdade de Informação, que passou. Pacto então mostrou Cidadão novo como usar a lei para impulsionar-se como um grande jogador, organizar e treinar novos ativistas, e trabalhar mais estreitamente com os jornalistas complacentes, os quais seria enfraquecer seriamente o governo Yanukovych recém-eleito. Parte de sua desestabilização incluiu esforços louváveis ​​de outra forma, ninguém mais do que o movimento de “Stop Censorship”.

“A censura é re-emergente, ea oposição não está sendo coberto tanto”, disse o Rybachuk Kyiv Publicar em maio 2010. Ele era agora “um especialista em mídia”, bem como ativista cívico. “Há algumas semelhanças com o que Vladimir Putin fez na Rússia, quando ele começou a sua tomada do poder pela primeira amordaçar críticas nos meios de comunicação “.

Um dos principais aliados de Rybachuk em “Stop Censorship” foi o jornalista Sergii Leshchenko, que por muito tempo trabalhou com Mustafa Nayem em Ukrayinska Pravda, o jornal on-line que NED assumiu publicamente o crédito para apoio. NED deu Leshchenko sua Reagan Fascell Democracia Fellowship, enquanto Cidadão novo estendeu as denúncias de corrupção descarada brilhantes Yanukovych, concentrando-se principalmente em sua luxuosa mansão em Mezhyhirya . Rybachuk do Centro UA também produziu um documentário com Mustafa Nayem ousar perguntar Yanukovych sobre Mezhyhirya numa conferência de imprensa. Nada virou ucranianos – ou do mundo – mais contra Yanukovych do que a exposição concertada de sua enorme corrupção. Este foi realpolitik, na sua mais sofisticada, já que os EUA e seus aliados financiado poucos, se houver, campanhas semelhantes contra os muitos cleptocratas ucranianos que favoreceu a política ocidental.

Sob o olhar atento do Pacto, Nova Cidadão Rybachuk desenvolveu um projeto para identificar as promessas de políticos ucranianos e monitorar sua implementação. Chamavam-lhe um ” Powermeter “(Vladometer), uma ideia que teve a partir do site americano” Obamameter “. O financiamento veio daEmbaixada dos EUA , através do seu Fundo de Desenvolvimento dos Media, que está sob Bureau de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho do Departamento de Estado. Outros dinheiro veio da Rede Internews , que recebe financiamento do Departamento de Estado, USAID, do United States Institute of Peace (USIP) e uma grande variedade de outras agências do governo, organizações internacionais e doadores privados. Ainda outro dinheiro veio do IRF de Soros.

Cidadão novo e suas organizações constituintes, em seguida, reuniu 150 ONGs de mais de 35 cidades, junto com ativistas e jornalistas como Sergii Leschchenko , para criar mais uma campanha em 2011. Chamavam-lhe o Movimento Chesno, da palavra ucraniana para “honestamente”. Sua logotipo era um bulbo do alho , um desinfetante tradicional acredita-se afastar o mal. O objetivo do movimento era “para monitorar a integridade política dos candidatos parlamentares em execução nas eleições de 2012.”

Este foi um projeto gigantesco com a sociologia mais sofisticado . Como esperado, o monitoramento Chesno encontrado poucos políticos honestos. Mas conseguiu levantar a questão da integridade pública a novas alturas em um país de normas tradicionalmente baixa e na construção de interesse político em novas regiões do país e entre os jovens. As próprias eleições legislativas provou sombrio, com o Partido das Regiões, assumindo o controle do parlamento do presidente Yanukovych.

O que, em seguida, do activismo de tudo Cidadão novo, monitoramento, campanhas, construção de movimento e suporte para o jornalismo investigativo seletivo? Onde estava todo esse título? Rybachuk respondeu a pergunta em Abril 2012, vários meses antes da eleição.

“A Revolução Laranja foi um milagre, um protesto pacífico em massa que funcionou”, disse ele do Canadá Financial Mensagem . “Nós queremos fazer isso de novo e achamos que vamos.”

Quem paga o gaiteiro

Rybachuk tinha uma boa razão para seu otimismo revolucionário. Seus doadores ocidentais foram aumentando as apostas. Pacto Inc. encomendou uma auditoria financeira para a campanha Chesno, cobrindo desde Outubro de 2011 a Dezembro de 2012. Ele mostrou que os doadores deram de Rybachuk Centro UA e seis grupos associados cerca de US $ 800.000 para Chesno. PACT, que tem regularmente o seu dinheiro da USAID, contribuiu com a parte do leão, $ 632.813, embora parte do que veio da Omidyar Network, uma fundação criada por Pierre e sua esposa.

Em 12 de março de imprensa , a rede tentou explicar suas contribuições para o Rybachuk Centro UA, Cidadão novo, eo Movimento Chesno. Estes incluíram uma doação de 335 mil dólares, anunciou em setembro de 2011, e outro $ 769,000, comprometida em julho de 2013 de dois anos. Parte do dinheiro foi para expandir plataformas tecnológicas de Rybachuk , como New Citizen explicou .

“Novo Cidadão oferece ucranianos com uma plataforma on-line para defender de forma cooperativa para a mudança social. No site, os usuários podem pressionar coletivamente funcionários do Estado a liberação de informações públicas, participar em campanhas de vídeo-defesa, e contribuir para um conjunto diversificado de iniciativas comunitárias”, eles escreveram. “Como um centro de defensores da justiça social, em Kiev, a organização espera a definição da nação ‘Novo Cidadão” através de meios digitais. “

Recente comunicado de imprensa da Omidyar listados vários outros doadores, incluindo o Pacto financiado pela USAID, as embaixadas da Suíça e do Reino Unido, a Agência de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional da Suécia, a National Endowment for Democracy, e Fundação Internacional Renascimento de Soros. O Movimento Chesno também recebeu dinheiro da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional (CIDA).

Figuras para o ano fiscal de 2013 são mais difíceis de controlar. Washington foreignassistance.govmostra USAID pagar PACT na Ucrânia mais de $ 7 milhões de acordo com a categoria geral de “Democracia, Direitos Humanos e Governança”. Os dados não indicam que parte desta foi a Centro UA, Cidadão novo, ou qualquer um dos seus projetos.

O que devemos fazer de tudo este financiamento? Alguns dos que se parece com a filantropia privada, de volta nos dias em que a CIA canalizados seu dinheiro através de fundações. Foi o dinheiro Soros e Omidyar dinheiro verdadeiramente privada ou do governo camuflou a olhar particular? Isso tem que continuar a ser uma questão em aberto. Mas, com as campanhas de Rybachuk, faz pouca diferença. Outro financiamento governamental USAID e dominado. A Embaixada dos EUA, através do Pacto, coordenado mais do que Rybachuk fez. E, que eu saiba, nem Soros nem Omidyar nunca rompeu com direção central do Departamento de Estado.

Contenção Estratégico, OK?

Quando o embaixador Pyatt chegou em Kiev, ele herdou Pacto e sua rede Rybachuk bem no seu caminho para uma segunda Revolução Laranja, mas somente se eles achavam que precisava para ganhar integração na Europa. Esse sempre foi o grande problema para o Departamento de Estado e do movimento ucraniano eles construíram, muito mais revelador do que a censura, a corrupção, a democracia, ou da boa governação. Ainda em 14 de novembro de Rybachuk viu nenhuma razão para ir para as ruas, esperando Yanukovych a assinar o Acordo de Associação com a União Europeia na cimeira 28-29 novembro em Vilnius. Em 21 de novembro, Yanukovych puxado para trás, o que Rybachuk viu como uma traição das promessas do governo. Isso é o que “trouxe as pessoas para as ruas”, disse à Kyiv Post. “É necessário para chegar a isso.”

Euromaidan se tornaria um “cão de guarda enorme”, colocando pressão sobre o governo para assinar a associação e de comércio livre acordo com a UE, disse ele. “Vamos ver o que o governo ucraniano faz, e ter certeza que ele faz o que tem de fazer.”

É aí que a segunda Revolução Laranja do Departamento de Estado começou. No meu próximo artigo, vou mostrar para onde foi de lá e por quê.


Um veterano da Berkeley Movimento Free Speech e da Nova Esquerda mensais Baluartes, Steve Weissman viveu por muitos anos em Londres, trabalhando como produtor escritor de revistas e televisão. Ele agora vive e trabalha na França, onde ele está pesquisando um novo livro, “Big Money eo Estado Corporativo: Como os bancos globais, empresas e especuladores regra e Como quebrar nonviolently seu domínio.”

Um pequeno passo para um grande objetivo norte-americano:. Ucrania? Não! O alvo é a Russia

19 abr
A integração europeia da Ucrânia é uma parte importante do plano norte-americano de contenção estratégica da Rússia.

O principal objetivo dos esforços de Washington permanece inalterado desde os tempos da presidência de Bill Clinton, afirma o jornalista norte-americano Steve Weissman.

Em seu trabalho o jornalista reuniu evidências de que o golpe de Estado em Kiev foi preparado com a participação direta de organismos norte-americanos como a Agência para o Desenvolvimento Internacional, o Instituto para a Paz e toda uma rede de empresas privadas. O que pode contrapor a Rússia a uma tal política de Washington?

A segunda “revolução laranja” e o golpe de Estado em Kiev foram organizados por cidadãos dos EUA, afirma Weissman num artigo publicado no site independente Reader Supported News. Contudo, o autor acredita que o objetivo principal de Washington não é nem de perto a Ucrânia. Tudo o que está acontecendo em terras desta última é apenas uma parte do plano dos EUA dirigido contra a Rússia.

Ultimamente, diz o artigo, o esquema de influência sobre os países com o propósito de democratizá-los segundo o modelo americano foi mudado. Tiveram que ser feitas alterações depois de uma série de revelações: como se descobriu, a CIA realizava operações subversivas usando fundações privadas, incluindo a Ford Foundation.

Agora o controle das fontes de financiamento de “intervenções não militares” em assuntos de terceiros foi assumido pelo Departamento de Estado – e a CIA, a NSA e o Pentágono apenas prestam “serviços especializados”. Os receios de “mau uso de fundos” são tão grandes que até mesmo a distribuição de bolinhos na praça da Independência em Kiev teve que ser realizada pela vice-secretária de Estado. E há que reconhecer que Victoria Nuland conseguiu realizar essa missão com sucesso.

Em princípio, Weissman não disse nada que alguém não soubesse. Em todo o mundo (com a exceção, talvez, dos próprios EUA) há muito se sabe em que estão envolvidas todas essas fundações. Isso se faz sob o pretexto de “ações humanitárias”, mas tal “biombo” não engana quase ninguém hoje em dia, nota o analista Alexei Pilko:

“Estas fundações foram criadas a fim de sustentar regimes estrangeiros “amigáveis aos EUA”. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos trabalharam insistente e propositadamente durante muito tempo com o objetivo de espalhar a influência de Washington. Para esse fim foi criada toda uma série de instituições especiais, que foram testadas na época da “guerra fria”. Hoje elas trabalham muito bem e realizam as tarefas que lhes são colocadas por Washington oficial.”

A “infraestrutura não-militar do imperialismo norte-americano”, como a chama Weissman, é a Fundação Nacional para a Democracia (National Endowment for Democracy ou NED) com suas subdivisões (por exemplo, o Centro para a Iniciativa Privada Internacional e o Centro Norte-Americano para a Solidariedade Sindical Internacional). A lista inclui também a Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o Instituto dos Estados Unidos para a Paz.

E para operações propriamente ditas e trabalho a nível local é usada uma rede continuamente crescente de grupos de fachada e empresários privados. Nesta mesma categoria estão também instituições privadas como as fundações de George Soros e Pierre Omidyar. No caso deles, Weissman, segundo diz, não tem a certeza “se este é realmente dinheiro privado ou fundos do governo camuflados como privados”.

Não haverá nos cálculos do jornalista norte-americano alguma teoria de conspiração? Talvez o envolvimento dos EUA em processos como a Primavera Árabe e o Inverno Ucraniano seja exagerado?

No entanto, qualquer leitor pode verificar os fatos apresentados no artigo. E será fácil para qualquer um de concluir que os acontecimentos na Ucrânia são o resultado de anos de preparação e financiamento. Sem isso, a derrubada da autoridade legítima seria impossível, acredita o analista político Leonid Polyakov. Quanto à Rússia, Moscou deveria se opor mais ativamente às ações de Washington justamente a nível social, acredita o especialista:

“É necessário contrapor a tais atividades uma intensificação de contatos entre organizações não-governamentais, organizações da sociedade civil, organizações culturais. Se a Rússia realmente acredita que os seus ex-sócios da União Soviética não são apenas vizinhos, mas são parte do chamado “mundo russo”, então o trabalho de cooperação, identificação de interesses comuns, busca de áreas de atividades conjuntas deve ser ampliado várias vezes.”

Retornando à Ucrânia, há que notar que nos últimos anos no país tem sido imposto, segundo Weissman, “um novo conjunto de mitos históricos”. Eles foram “inventados e popularizados” principalmente através dos esforços da “diáspora ucraniana”. Teve uma mão nisso também a ex-funcionária da Casa Branca Katerina Chumachenko – mais tarde, a esposa do terceiro presidente ucraniano Viktor Yuschenko.

E não surpreende que as atuais autoridades de Kiev estejam seguindo os passos do nacionalista Bandera – e isso não preocupa Washington de todo. O autor refere o leitor a uma publicação de 2010, disponível ao público, do Arquivo Nacional dos Estados Unidos sob o nome de “A sombra de Hitler” (The Shadow of Hitler). Este documento mostra claramente que ao longo de toda a Guerra Fria as agências de inteligência norte-americanas não cessaram a cooperação com o líder dos seguidores de Bandera, Mykola Lebed.

O serviço de contraespionagem militar dos EUA chamava Lebed de “notório sadista e colaborador dos nazistas”. E tais qualidades de seu parceiro de negócios, aparentemente, não incomodavam nada a Casa Branca, como não a incomodam as inclinações abertamente pró-nazistas dos atuais governantes de Kiev.

 http://www.defesanet.com.br/geopolitica/noticia/14930/%E2%80%9CSegunda-revolucao-laranja%E2%80%9D–um-pequeno-passo-para-um-grande-objetivo-norte-americano/

Pipoca, por favor, enquanto os “Agitadores de Putin” mandam em Kiev

29 mar

26/3/2014, [*] Moon of AlabamaPopcorn Please While “Putin’s Agitators” Rule in KievTraduzido por João Aroldo

Enquanto assistem TV, Medvedev e Putin saboreiam cerveja com pipoca…

Enquanto tudo parece possível, a suposição operacional entre alguns funcionários norte-americanos e europeus é que o Sr. Putin não vai invadir abertamente o leste da Ucrânia, mas ao invés disso, vai optar por um plano intermediário obscuro, usando agitadores locais e forças especiais talvez disfarçados para causar ainda mais agitação em grandes áreas de língua russa do país. U.S. Challenge Now Is to Stop Further Putin Moves, NYT.
*******
Putin está assistindo TV. Chama seu Chefe de Inteligência: Dê uma medalha a Tyagnibok por banir o uso da língua russa na Ucrânia. Você quer dizer que ele não é um dos nossos? Ok, dê uma medalha a Yarosh pela ideia de explodir linhas de gasodutos. O que você quer dizer, isso é coisa dele? Que tal o cretino do Lyashko? Que tal os cretinos do Svoboda—Miroshnichenko e outros? Será que nós temos algum agente em campo na Ucrânia? Onde diabos eles estão? Que diabos você quer dizer que eles compraram um caminhão de pipoca e um caminhão-tanque de cerveja e estão assistindo como um filme?!!! Desliga com nojo. Liga novamente: Como foi que você deixou Muzychko ser morto?via Cluborlov.

Muzychko, com o braço estendido numa saudação nazista, ainda na Praça Maidan

Realmente, Putin pode ficar sentado e curtir a pipoca. O governo golpista está fazendo o melhor para se arruinar, para brigar internamente com seus amigos ideológicos e para empurrar os ucranianos de língua russa para mais perto da Rússia. Notem apenas a decisão de hoje de suspender mais serviços de TV de língua russa na Ucrânia. Como isso vai convencer os falantes de russo da Ucrânia de que suas vozes serão ouvidas?

Arsen Avakov

A briga entre os paramilitares de extrema-direita do Setor de Direita (Pravy Sektor) e os fascistas do Svobodaapenas começou:
O grupo ucraniano radical Setor de Direita (Pravy Sektor) exige a imediata demissão do Ministro do Interior, Arsen Avakov e a prisão dos membros da força tarefa especial Sokil (Falcão), envolvida na morte do líder nacionalista Oleksandr Muzychko (Sashko Bily) na região de Rivne nas primeiras horas de quinta-feira. 

resposta do ministro do partido Svoboda:
O Ministério do Interior da Ucrânia iniciou uma série de prisões contra a organização nacionalista Setor da Direito, depois que seus ativistas ameaçaram vingança pela morte de um de seus líderes, Oleksandr Muzychko, pela polícia, segundo uma reportagem.
Pipoca mesmo
De acordo com uma busca de notícias no Google, nenhuma mídia dos EUA noticiou o telefonema que veio a público de Timoshenko no qual ela fala ao seu aliado político, Shufrych, sobre matar russos em massa. O Yahoo News publicou um texto da agência AFP e um artigo no blog do Washington Posttentou turvar o conteúdo da conversa. Exceto que não há nada na mídia dos EUA sobre isso, enquanto os jornais alemães só falam disso. É interessante não apenas a conversa vulgar, mas o fato de ter sido realizada em russo. Isto enquanto a falsa princesa loira do gás e seus amigos sempre usam a língua ucraniana em discursos públicos para promover seu falso nacionalismo. O telefonema vazado vai não só alienar os falantes de russo de Timoshenko, mas também falantes de ucraniano que ela tenta enganar.

Yulia Timoshenko quer matar todos os russos residentes na Ucrânia

Por que a Rússia deveria tentar criar instabilidade no leste e no sul da Ucrânia, quando o governo golpista em Kiev está fazendo o seu melhor para criar por si mesmo? À agitação crescente pode-se acrescentar o provável colapso econômico que logo virá. Qualquer ajuda “ocidental” será condicionada à austeridade e empobrecimento das pessoas, bem à reforma política que os oligarcas e os políticos atuais não vão permitir. Nessa condição, mais agitação é certa, enquanto a Ucrânia desmorona e não há necessidade alguma para a Rússia intervir para causar isso.
A Rússia não vai fazer nada nefasto, ela não vai fazer nada mesmo. A Rússia não vai ajudar, nem econômica nem politicamente, a menos que Kiev e o “ocidente” estejam dispostos a pagar o preço: uma Ucrânia federalizada com regiões fortes e um governo central fraco._________________



[*] “Moon of Alabama” é título popular de “Alabama Song” (também conhecida como“Whisky Bar” ou “Moon over Alabama”) dentre outras formas. Essa canção aparece na peça Hauspostille (1927) de Bertolt Brecht, com música de Kurt Weil; e foi novamente usada pelos dois autores, em 1930, na ópera A Ascensão e a Queda da Cidade de Mahoganny. Nessa utilização, aparece cantada pela personagem Jenny e suas colegas putas no primeiro ato. Apesar de a ópera ter sido escrita em alemão, essa canção sempre aparece cantada em inglês. Foi regravada por vários grandes artistas, dentre os quais David Bowie (1978) e The Doors (1967). No Brasil, produzimos versão SENSACIONAL, na voz de Cida Moreira, gravada em “Cida Moreira canta Brecht”, que incorporamos às nossas traduções desse blogMoon of Alabama, à guisa de homenagem. Pode ser ouvida a seguir:

POSTADO POR CASTOR FILHO

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